sábado, 25 de abril de 2020

O QUE QUER DIZER O TEXTO DE TIAGO? QUE OS DEMÔNIOS CRÊEM, QUE HÁ UM SÓ DEUS? QUE ESTREMECEM?. TIAGO 2.19


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

O QUE QUER DIZER O TEXTO DE TIAGO? QUE OS DEMÔNIOS CRÊEM, QUE HÁ UM SÓ DEUS? QUE ESTREMECEM?. TIAGO 2.19

Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. Tiago 2.19.

Sabemos que é uma grande verdade, que há um só Deus, isso a bíblia esta repleta de textos provando isso, Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6.4. Sabemos segundo as escrituras que satanás e seus demônios não passam de grandes mentirosos, mais quando olhamos para esse texto de Tiago, ele nos revela que tanto satanás quanto seus demônios sabem e crêem que só existi um só Deus. Isso eles mesmos conversaram: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus?  Mateus 8.29: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Bem sei quem és: o Santo de Deus. Marcos 1.24. E disse-lhe Satanás: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra. Mateus 4:6. Porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus. Atos 19.15. Observou, “Conheço a Jesus” “Jesus, Filho de Deus?” “Bem sei quem és: o Santo de Deus”.   “Disse-lhe Satanás: Se tu és o Filho de Deus”. Quando olhamos pra tudo isso, não temos nenhuma duvida, não existe outro deus, alem do Deus Único, porque os anjos, satanás, demônios e os homens reconhecem que só há um “ÚNICO DEUS”.  Tiago é bem claro ao falar que os demônios crer que há um só Deus que estremecem, ele estar nos dizendo que satanás antes de sua rebelião, no tempo que ele era, “Lúcifer o Querubim Ungido”, a “estrela da manhã”, o “resplandecente”, o “guarda”, o “cobridor”, (Gênesis 3.24; Isaías 14.12-15). No tempo que era formoso, sábio, e todos seus caminhos eram perfeitos. “Perfeitos eras em teus caminhos, desde o dia em que foste criado”. Ezequiel 28.15. Quando o principado estava sobre seus ombros, quando era o  Aferidor da medida, quando ele andava no éden Jardim de Deus: Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. (v.14). Eu te coloquei como querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Com isso Tiago quer dizer que no tempo que ele era tudo isso ele só viu um único Deus, que é Criador de todas as coisas, sejam nos céus ou na terra. Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. Colossenses 1.16.17.

Observem que a bíblia nos mostra que todo encontro que Satanás esteve com Deus, ele só viu um Deus e só dialogou com um só Deus: E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. Jó 1.6. E, vindo outro dia, em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles, apresentar-se perante o SENHOR. Jó 2.1. Observou. veio também Satanás entre eles, apresentar-se perante “DEUS”o SENHOR. Por isso Tiago diz; Que ele crê que há um só Deus; que estremecem. Tiago 2.19, Porque ele só viu um e sua submissão a Ele e de estremecer. Então se satanás só viu um único Deus, não há nenhuma necessidade de crê que existem outros deuses, como fazem os idolatras.

Certo dia Deus disse: Quem induzirá o rei Acabe, para que subisse, a Ramote de Gileade e caísse? E um dizia desta maneira e outro de outra. Então saiu um espírito, e se apresentou diante do Senhor, e disse: Eu o induzirei.  I Reis 22.20.21; II Crônicas 18.19-22. Observou, o espírito, se apresentou diante de Deus, porque só há um único Deus. Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6.4.

Satanás sabe tanto que há um só Deus que ele próprio queria esta acima D‘ele: Isaías 14.13.14, nos revela tal propósito no coração de satanás.

(v.13). “Eu subirei ao céu”, esse texto afirma que Lúcifer tinha um propósito no coração de está acima de toda a criação, e até mesmo do próprio Deus. (v.13). Acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, quando ele se expressou as estrelas de Deus. Ele estava referindo-se aos demais anjos criados, aos milhares de milhares e milhões de milhões, aos exércitos dos céus, as multidões dos exércitos celestiais, como está escrito (Jó 38.7; Deuteronômio 33.2; Daniel 7.10; Apocalipse 5.11; Hebreus 12.22; Neemias 9.6; Salmo 33.6; Lucas 2.13).

(v.14). “Subirei acima das mais altas nuvens”, quando ele referiu-se as mais altas nuvens estava dizendo acima de toda glória, e honra, que é exclusivamente de Deus. Satanás revela a sua má intenção de superioridade, (v.14). Serei semelhante ao altíssimo”, aqui ele revela a mais grave das intenções, ele queria colocar-se em uma posição unilateral em relação a Deus, ele não Desejava ser iguala Deus em caráter, seu desejo era assumi sua posição. Observou que ele lutou só pra assumir o lugar de Deus, e não dos deuses, porque ele sabe que não existe deuses. Deus é único, deuses é invenções de homens.

Ele sempre soube que só existe um único Deus, em Ezequiel 28.1.2. Esta escrito que Satanás, sempre desejou assumir o lugar de Deus. Veja o que simbolicamente diz o texto sobre Satanás: Filho do homem, dize ao príncipe de Tiro: Assim diz o Senhor DEUS: Porquanto o teu coração se elevou e disseste: Eu sou Deus, sobre a cadeira de Deus me assento no meio dos mares; ...ainda que estimas o teu coração como se fora o coração de Deus; Mais uma vez nos e revelado que só há um único Deus. Porque Satanás não aspirou assumir o lugar dos deuses, mais sim de “DEUS”. Observe o que ele diz: Eu sou Deus, sobre a cadeira de Deus me assento no meio dos mares, e com mais arrogância, estimou o seu próprio coração como se fora o próprio coração de Deus. Estimar, que dizer que ele adestrou seu coração aos seus caprichos, formulou, adotou de tal maneira que ele disse: “Eu sou Deus”.

Há um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos. Que é o «...Pai de todos...», Deus é o alicerce de todas as unidades, por ser também a fonte originária de todos os seus motivos. Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Isaías 43.10

Portanto, Tiago nos ensinou que tanto Satanás quanto seus demônios crêem que há um só Deus; que estremecem. Tiago 2.19 Mais sem temor, e sem esperança e paz. Aqui Tiago não tem qualquer intenção de dizer que Satanás e os demônios têm uma fé apropriada. Ele apenas usa como exemplo de como tais seres pode ter uma espécie de crença. Ele mostra uma crença monoteísta, “Crença em um só Deus” algo que as religiões com suas crendices não têm.

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domingo, 19 de abril de 2020

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO? ONDE ESTIVER O CADÁVER, AÍ SE AJUNTARÃO OS ABUTRES?


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO? ONDE ESTIVER O CADÁVER, AÍ SE AJUNTARÃO OS ABUTRES?




“Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres”,  Mateus 24.28.

Sabemos sim que a palavra de Deus sempre nos dar a resposta que procuramos. Acreditamos que esse texto está correlacionado há um acontecimento escatológico. Trata-se, aqui, de um fato que sobrevirão, no tempo do fim. Mas é preciso ter discernimento espiritual, embora este versículo muito breve tem sido motivo de dinumeras interpretações, algumas das quais inteiramente equívocas, vamos  observar algumas sobre esse texto.

A primeira delas é que Cristo seria o alimento “a carcaça”, e os crentes seriam os abutres. Assim pensaram Teofilacto, Calvino, Colávio, e Jerônimo, que encontraram na palavra “cadáver” até mesmo uma referência à morte de Cristo. Crisóstomo também defendia essa interpretação, chamando os participantes da assembléia de santos de águias. Alguns intérpretes modernos, como Wordsworth, têm-se lançado na defesa dessa interpretação. Porém a simples leitura do contexto basta para mostrar a qualquer um que no versículo não há intenção de transmitir tal ideia, porquanto o tema do texto é julgamento.

A segunda delas é que o cadáver significa aqueles que morrerem para si mesmos (a crucificação espiritual) e que as águias são os dons do Espírito Santo. Mais tal interpretação esta muito fora da hermenêutica, está muito longe do sentido que o texto quer mostrar.

A terceira delas é que Jerusalém e os judeus seriam os cadáveres que teriam atraído as águias romanas (assim pensam Lightfood, Wolf, e De Wette).

A quarta delas é que o cadáver representaria os indivíduos espiritualmente mortos, e as águias seriam os anjos vingadores enviados por Cristo, visto que, a expressão “cadáver” se deriva do verbo grego que significa “cair”, e fala de um “corpo caído”. O vocábulo português “cadáver”, vem do vocábulo Latino “cado” cair.

A quinta dessas interpretações é que o versículo em apreço está ligado à batalha do Armagedom, por ocasião da revelação de Jesus em glória: Apocalipse 19.11.12.

A par de todas essas correntes que foram analisadas, existem, ainda, algumas considerações a ser ponderadas sobre o texto em pauta, com vistas a um maior esclarecimento.

No que tange à expressão “abutre” no versículo em apreço, algumas traduções dizem águias - expressão grega “aethos” que significa águia. Na realidade, nesse caso as “águias” são abutres, que os antigos aceitavam como uma raça de águias: Jó 39.30.

A águia representa símbolos diversos: de nação, de força, de poderio, etc. Segundo alguns, o seu masculino (aguilão) quer dizer vento do norte. Esse mesmo vocábulo quer dizer trapaceiro, tratante, covarde. Esta ave é considerada pelos zoologistas como a rainha das aves, em razão de sua força e destreza, pelo seu domínio nas maiores alturas. Somente se lhe iguala o condor dos Andes. A águia pode ver a presa até 3 km de distância, como atestam os cientistas. A Bíblia se refere a esta ave (Deuteronômio 28.49.50; Jó 39.30), dando-lhe uma consideração especial, como é o caso do versículo em apreço. A águia tem todas as características das aves que podem levantar vôo sem bater asas. É símbolo de auto-suficiência.

Alguns estudiosos creem que o versículo pode referir-se a uma poderosa nação (Deuteronômio 28.49.50), que virá contra o povo de Jacó: “O Senhor levantará contra ti [Israel], uma nação de longe, da extremidade da terra, que voa como a águia, nação cuja língua não entenderás, nação feroz de rosto, nem se apiedará do moço”. Já em Ezequiel 38, se nos diz que ela (uma poderosa nação) virá com os seus aliados, "e muitos povos virão contigo”, v.6.

Outros teólogos concluem que o versículo em pauta tem duas interpretações: Uma literal e outra simbólica. Diz literalmente, crendo na mortalidade que haverá nas terras da Palestina, segundo Ezequiel 38. Diz simbolicamente, referindo-se às nações que virão para invadir a Palestina, com o fim de varrê-la da face da terra.

Outra forte corrente diz que na antiguidade os países e impérios consideravam-se fortes e usavam esta ave como insígnia; hoje muitos países ainda a usam como símbolo e sinal de poderio. Os Impérios Romano, Russo, Austríaco, Americano e da França, adotaram a águia como símbolo heráldico.

Napoleão Bonaparte, usou o símbolo da águia, disse ao referir-se a Israel: “quem ficar com essa terra governará o mundo”. O Império Romano Redivivo, também adotou a águia como símbolo, marchará contra Israel, a fim de destruí-lo. A U.R.S.S., que tem como insígnia esta ave, virá do Norte com o objetivo de tomar os despojos e de arrebatar a presa (Ez 30.1-12) -sabe-se que de longe a águia avista sua presa - Assim a única terra a ser contemplada é a Palestina, não só pela poderosíssima nação, mas também pelos outros povos que estão ligados a ela: “Seus filhos, chupam o sangue e onde há mortos, aí ela está”, Jó 39.30; Ez 38.6.

De todas essas correntes e declarações estudadas, o mais provável e o que mais se coaduna com o contexto bíblico, é que este texto se refere a um provérbio secular, usado por Jesus, dando-lhe uma nova aplicação. Esse provérbio significa algo como “onde houver motivos para julgamento, aí haverá julgamento”. A declaração, portanto, seria uma afirmação geral, acerca da inevitabilidade do julgamento que se tornava necessário e imperioso. No caso da volta de Cristo, Ele (Jesus) atacará os poderes do mal neste mundo, tanto individuais como das nações. Ele destruirá o Anticristo com o resplendor de sua vinda. É uma lei geral que o julgamento cai onde deve, tal como os abutres se reúnem onde jazem os cadáveres.

Sobre esse provérbios Lucas 17.37, exprime a mesma ideia, quando a vinda do filho do homem, não há portanto, por que inquietar-se, tentando prever o momento e as condições desta vinda. Vvs 27.28, dois provérbios com o mesmo significado, a certeza da vinda do filho do homem, Dia e hora significa data precisa; que esta nas mãos de Deus. Jesus reserva com exclusividade ao pai a revelação de certos desígnios divinos. Marcos 13.7; Atos 1.7. Esse provérbio, exprime a mesma ideia de manifestação patente todos, sabemos que onde habita um cadáver, mesmo escondido no deserto, se torna facilmente localizado pelo volteio dos abutres. Marcos 13.14, fala o que já foi dito, em 13.1-8. Sobre as abominações e desolação, e sobre a profanação do templo pelos os romanos, o tempo de crise terrível; os discípulos devem estar atentos para não desanimar e não se deixar enganar por pessoa que apresentam falsos projetos de salvação. Vvs 24-17. Mostra a queda de Jerusalém, e antecipa o julgamento com que Deus acompanha toda a historia, e que se consumirá no fim dos tempos. O filho do homem é  Jesus que pela sua morte e ressurreição testemunhada pelos seus discípulos, ira reunir todo o povo de Deus (Deuteronômio 7.13-14). “onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres”, isso significa o sinal da vinda de Jesus, que será tão claro como onde estiver uma carniça, os abutres voam juntos sobre ela, desde que mundo e mundo O abutre é quem localiza o alimento do alto dos céus, age como uma flecha e rapidamente chega até os cadáveres dos animais mortos. Assim é o que fala o versículo sobre a rapidez do relâmpago assim será a iminente manifestação da vinda de Jesus com sua justiça divina.

Portanto o que o evangelista quer nos dizer nesse texto, é que assim como no deserto o cadáver e visto pelos abutres, sem precisar ser apontado por ninguém, assim será na sua vinda , Eis que eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais. Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem. (Mateus 24:25-27), não precisamos se deslocar de um lugar para outro, para sermos arrebatados, ele enviara seus anjos e eles farão a colheita, como o cadáver não se deslocar mais e visto pelos abutres, assim no grande dia seremos visto por Jesus a onde estivemos, não precisamos e ali ou açular: Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e outra será deixada. Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro será deixado. E, respondendo, disseram-lhe: Onde, Senhor? E ele lhes disse: Onde estiver o corpo, aí se ajuntarão as águias. Lucas 17.33-37. Cadáver não se meche, os abutres é quem acha.


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terça-feira, 7 de abril de 2020

SEJAMOS FIEL, CHEGOU A HORA


SEJAMOS FIEL, CHEGOU A HORA

Irmãos aqui quem vos fala é o irmão Adilson o escritor dos estudos apologéticos, irmão estou escrevendo para pedir aos que estudam comigo em todas as nações uma contribuição, para eu dar continuação nos meus estudos, os tempos ficaram difícil depois dessa pandemia que surgiu no mundo, irmãos meu apelo é que todos que acessa meu blog em todas as nações, que faça suas contribuições segundo o que Deus propor em seu coração, não quero tirar aproveito da situação, mais  é por uma grande necessidade, para que meus estudos não deixe de ser postado, por isso estou pedindo suas contribuições voluntarias, segundo a vontade de Deus. Quem, pois, tiver bens do mundo, e vendo o seu irmão necessidade, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus. Meus filhinhos, não amamos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. I João 317.18. O numero da conta é esse.  Caixa poupança- 2192.013-00076677-403/20. Banco do Brasil, conta Corrente-2559-3-5-345-7

segunda-feira, 6 de abril de 2020

QUEM REALMENTE INCITOU DAVI A LEVANTAR O CENSO EM ISRAEL? DEUS? OU SATANÁS?


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

QUEM REALMENTE INCITOU DAVI A LEVANTAR O CENSO EM ISRAEL? DEUS? OU SATANÁS?

Mais uma vez, irou-se o Senhor contra Israel. E incitou Davi contra o povo, levando-o a fazer um censo de Israel e de Judá. II Samuel 24:1

Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo. I Crônicas 21:1

Portanto todo estudo teológico tem que ser balanceado e regido pela própria Bíblia, e não por qualquer grupo de estudo particular, e contradizentes elaborados por homens que todos os anos o modificam, suas teses, Porém hoje quando examinamos a palavra de Deus, ela nos leva comparar textos com seus contextos algo que foram inspirados pelo Espírito Santo.

Durante os anos observamos todos os estudos teológicos com seus ensinos, e vir que entre eles há muitas divergências nos seus escritos, tudo bem, até concordo que aja divergência, mais isso é, entre as denominações, mais não entre a teologia, foi isso que comecei a observar, e é, isso que está acontecendo, o ponto onde eu quero chegar é sobre alguns textos bíblicos que está deixando para muitos leigos no assunto alguma divergência, isto é, segundo alguns que ler, sabemos que na palavra de Deus não há divergência e nem contradições, o que há e uma mal interpretação dos textos, mesmo que um escritor falou uma coisa num canto e outra em outro, usando o mesmo tema, o que há entre alguns escritores e que eles aplica a hermenêutica mal aplicada, assim trazendo um embaralho na mente do leitor, sabemos que nossa única regrar de fé é a Bíblia sagrada, mais assim como o apóstolo Paulo nós também precisamos de bons livros para nos auxiliar, como está escrito, (II Timóteo 4.13).

Os livros nos ajudam a esclarecer nossas dúvidas, e a de muitos, mais o principal deles é a bíblia. Nesse pequeno relato quero mostrar algumas diferencias que precisa de esclarecimento, do qual esperamos extrair uma boa leitura, um bom trabalho, do qual esperamos dá também um bom ensinamento, para tirar as duvida, tanto nossa, como para aqueles que nos houve, portanto os temas que eu vou abordar, é quem realmente incitou Davi a levantar o censo em Israel? Deus? Ou satanás?

No capítulo vinte e Um do livro de Crônica fala sobre o Censo de Israel: Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo. I Crônicas 21.1. Mais fala com um, porém, que foi Satanás quem incitou a Davi fazer tal censo, já no livro de II Samuel, encontramos aqui, essencialmente, uma adaptação do trecho paralelo, do capítulo 24 de II Samuel. Em I Crônicas 21.28-30. Há uma exposição mais detalhada, sobre esse tema o leitor deve consultar o trecho que esta em paralelo. Neste ponto, ele oferece uma boa observação adicional. Quando Observamos outros recenseamentos feitos em Israel, como em Números 1.2. Ele não oferece razão alguma para o louco desejo de Davi fazer o recenseamento, mas como Satanás desde os céus teve um desejo grande de supremacia e domínio sobre aquilo que não era seu, colocou o mesmo desejo no coração do Rei Davi, por isso diz a bíblia: Não neófito, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o diabo. I Timóteo 3.6. Por isso o Cronista lança a culpa sobre Satanás por tentar Davi a realizar o recenseamento contra a vontade de Deus. Quanto o paralelo de II Samuel, que diz: Mais uma vez, irou-se o Senhor contra Israel. E incitou Davi contra o povo, levando-o a fazer um censo de Israel e de Judá. II Samuel 24.1. Esse texto nos informa que Deus por essa razão tinha que corrigir o Rei Davi por tal desobediência, ate que mandou Gade, o vidente para lhes falar sobre tal ato, vejamos; Levantando-se Davi pela manhã, o Senhor já tinha falado a Gade, o vidente dele: "Vá dizer a Davi: ‘Assim diz o Senhor: Estou lhe dando três opções de punição; escolha uma delas, e eu a executarei contra você’ ". Então Gade foi a Davi e lhe perguntou: "O que você prefere: três anos de fome em sua terra; três meses fugindo de seus adversários, que o perseguirão; ou três dias de praga em sua terra? Pense bem e diga-me o que deverei responder àquele que me enviou". Davi respondeu: "É grande a minha angústia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois grande é a sua misericórdia, e não nas mãos dos homens". Então o Senhor enviou uma praga sobre Israel, desde aquela manhã até a hora que tinha determinado. E morreram setenta mil homens do povo, de Dã a Berseba. Quando o anjo estendeu a mão para destruir Jerusalém, o Senhor arrependeu-se de trazer essa catástrofe, e ele disse ao anjo destruidor: "Pare! Já basta! " Naquele momento o anjo do Senhor estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Ao ver o anjo que estava matando o povo, disse Davi ao Senhor: "Fui eu que pequei e cometi iniquidade. Estes não passam de ovelhas. O que eles fizeram? Que o teu castigo caia sobre mim e sobre a minha família! " Naquele mesmo dia Gade foi dizer a Davi: "Vá e edifique um altar na eira de Araúna, o jebuseu". Davi foi para lá, em obediência à ordem que Gade tinha dado em nome do Senhor. Quando Araúna viu o rei e seus soldados vindo ao encontro dele, saiu e prostrou-se perante o rei, rosto em terra, e disse: "Por que o meu senhor e rei veio ao seu servo? " Respondeu Davi: "Para comprar sua eira, e edificar nela um altar ao Senhor, para que cesse a praga no meio do povo". Araúna disse a Davi: "O meu senhor e rei pode ficar com o que quiser e ofereça-o em sacrifício. Aqui estão os bois para o holocausto, e o debulhador e o jugo dos bois para a lenha. Ó rei, eu dou tudo isso a ti". E acrescentou: "Que o Senhor teu Deus aceite a tua oferta".Mas o rei respondeu a Araúna: "Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada". Davi comprou, pois, a eira e os bois por cinqüenta peças de prata. E Davi edificou ali um altar ao Senhor e ofereceu holocaustos e sacrifícios de comunhão. Então o Senhor aceitou as súplicas em favor da terra, e a praga parou de destruir Israel. II Samuel 24.11-25. Ai está muito claro que não foi Deus que inflamou no coração do Rei pra ele fazer o recenseamento do povo, para assim o punir, porque si assim fosse, Davi não teria nenhum motivo para pedir perdão por duas vezes por fazer tal ato: Depois de contar o povo, Davi sentiu remorso e disse ao Senhor: "Pequei gravemente com o que fiz! Agora, Senhor, eu imploro que perdoes o pecado do teu servo, porque cometi uma grande loucura!  II Samuel 24.10. Ao ver o anjo que estava matando o povo, disse Davi ao Senhor: "Fui eu que pequei e cometi iniquidade. Estes não passam de ovelhas. O que eles fizeram? Que o teu castigo caia sobre mim e sobre a minha família! II Samuel 24.17. Você acha se fosse o próprio Deus que tivesse inflamado isso no coração de Davi o desejo de fazer o que não deveria ser feito, Davi teria pedido perdão, é obvio que não, o Rei por ser um homem segundo o coração do próprio Deus, como está escrito: Depois de rejeitar Saul, levantou-lhes Davi como rei, sobre quem testemunhou: Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração; ele fará tudo o que for da minha vontade. Atos 13.22. Observou. homem segundo o meu coração; ele fará tudo o que for da minha vontade. Então se Davi era homem segundo o coração de Deus, e fazia tudo que era da vontade de Deus, e se tal incitação para Davi fazer o recenseamento do povo foi Deus quem incitou Davi fazer, Deus não teria nenhum motivo para punir a Davi e seu povo, daquilo que Ele mesmo determinou, você não acha.

Quando olhamos para os textos de Jó 1.1-12; 2.1-7. Ele nos mostra que Deus não barganha com Satanás, lançando a sorte de Seus filhos ao deus desde século, quanto a isso o melhor a fazer é reconhecer que a teologia dos hebreus era fraca quanto a causas secundárias, sua teologia era tão fraca que eles atribuíam tanto a saúde quanto a enfermidade ao próprio Deus. Isso era tão firme que eles não tinham respeito pela profissão médica, e pensavam ser errado apelar para os homens em busca de cura. O judaísmo tinha uma espécie de determinismo inquestionável, que reconhecia somente Uma Causa, ou seja, Deus como o responsável por tudo que acontece, seja bom seja ruim. Como no caso de Jó que sua mulher atribuiu todos aqueles males de Jó ao próprio Deus: Então sua mulher lhe disse: Ainda conservas tua integridade? Amaldiçoa Deus e morre. Jó 2.9. Qualquer coisa que acontecia no Antigo Testamento era considerada proveniente de Deus, a causa primaria, isso era uma atitude insensata da teologia dos hebreus. Seja como for, qualquer pestilência em Israel era tida como enviada diretamente por Deus, devido a essa noção do texto hebraico de II Samuel 24.13. Mesmo que essa causa fosse má. Portanto, se Satanás fizesse alguma coisa e provocasse tribulação, o ato só poderia ser atribuído a Deus a causa primaria, segundo os hebreus, à Causa Única, pois os filhos de Israel não reconheciam que Satanás pudesse ser uma causa independente.

Assim também era o calvinismo em seus ensinos radicais que caiu dentro da mesma armadilha teológica, com sua incansável predestinação que deixa de fora qualquer real consideração sobre causas secundárias. Alguns evangélicos atuais continuam presos ao absolutismo dos hebreus; mas a teologia já se moveu para o lugar que reconhece existirem muitas coisas causadas por forças espirituais malignas, como a segunda causa.

Satanás é a grande armadilha metafísica, um ser sobrenatural “um anjo”, que sempre anda contra a vontade de Deus, que nesse texto assume a posição de adversário de Davi, um ser pessoal que ainda não havia entrado na teologia dos hebreus, o qual supostamente entra a contradição entre, I Crônicas 21.1 e II Samuel 24.1, algo quando você estuda com detalhe desaparece, visto que nenhuma alta agência do mal estaria em pauta. Mas o uso absolutista da palavra “Satanás" no presente texto, como se fora um nome próprio, que apontar para o pai de toda a maldade.

Esse recenseamento que Davi fez do povo, foi tão contra a vontade de Deus que Joabe não fez o recenseamento da tribo de Benjamim. Essa explicação supõe que Davi tenha estabelecido algum limite de tempo para a tarefa que entregara a Joabe, e este, em seu desprazer com a coisa inteira (ver o vs. 3-6). Joabe  não foi capaz de cumpri-lo. Na bíblia a uma lei que chamamos de lei da colheita e da semeadura, segundo essas leis foi aplicada a Davi. Davi e Israel foram punidos por seu orgulho. E por tal de desobediência, a Davi foram oferecidas três maneiras pelas quais poderia ser punido. O profeta Gade trás a mensagem, com os seguintes castigos: Primeiro. Três anos de fome; Segundo. Três meses de perdas para o inimigo, na guerra; e Teceiro. Uma grande pestilência. Quando Davi ouviu essa mensagem, tremeu e não sabendo o que escolher, retirou-se do caso e permitiu que Deus escolhesse o castigo: Então disse Davi a Gade: Estou em grande angustia; porem caímos nas mãos do Senhor, porque muitas são as suas misericórdias, mas nas mãos dos homens não caia eu. II Samuel 24.14.

Portanto concluímos que Fazer um recenseamento em Israel não era algo proibido pela lei do antigo testamento, isso sim segundo a vontade de Deus, embora houvesse regulamentos específicos para isso. Êxodo 30.12; Números 1.2; 26.2. O desejo de Davi em contar seu poderio militar pode ter sido uma indicação de ser um Rei dependente ao poder humano em lugar de depender do poder divino. II Crônicas 13.18. Tendo em vista a reação do general Joabe. I Crônicas 21.6. Esse recenseamento foi tão contra a vontade de Deus que o próprio Joabe repugnou a ordem do Rei: Porem os de Levi e Benjamin não foram contado entre eles, tal recenseamento foi uma ordem do rei que foi abominável aos olhos de Joabe I Crônicas 21.6. Satanás foi o único responsável de incitar a Davi fazer o recenseamento de Israel, e não Deus, como alguns pensam e ensinam, porque Davi era homem segundo o coração de Deus, e fazia tudo que era da vontade do próprio Deus, então se foi Deus quem incitou a Davi fazer o recenseamento do povo, Deus não teria nenhum motivo para punir a Davi e seu povo, você não acha. Por isso fica a recomendação para não se firmar na teologia dos hebreus que era muito pobre, não sabendo discernir o que vinha da parte de Deus, e da parte de Satanás, como fez a mulher de Jó que atribuiu todos aqueles males de Jó ao próprio Deus: Então sua mulher lhe disse: Ainda conservas tua integridade? Amaldiçoa Deus e morre. Jó 2.9. 


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quarta-feira, 1 de abril de 2020

QUEM ERA SANSÃO? QUAL FOI SEU VOTO? DE ONDE VINHA SUA FORÇA?


Adilson Francisco dos santos. Estudos apologéticos

QUEM ERA SANSÃO? QUAL FOI SEU VOTO? DE ONDE VINHA SUA FORÇA?

Desde minha infância tenho ouvi dos mais velhos que a força de Sansão era nos seus cabelos, e esse ensinamento ia passando de geração em geração, mais isso não me conformava, uma força proceder dos cabelos de um homem, fique curioso dai perguntei onde se encontrava essa historia de Sansão, me ensinaram que se encontrava na bíblia, no livro de Juízes 13-16. Ou examinar esses textos aprendi que sua força não vinha de seus cabelos, mais sim do próprio Deus.

Sansão- No hebraico, significa “Homem do sol” (shimshon, literalmente, “Pequeno sol”). Alguns estudiosos dão ao nome o significado de “distinto” ou “forte”. Sansão era filho de Manoá, um membro da tribo de Dã. Seu nascimento foi previsto por um anjo do Senhor, pois, ele deveria, ele devia cumprir a missão de aliviar a opressão do povo de Deus das Mãos dos filisteus, de forma violenta. Sansão foi um homem desobediente a lei de Deus, em muitos aspectos, ele se interessou pela filha de um filisteu e com ela casou apesar da advertência de seus familiares. Quando Sansão foi ver a  jovem mulher pela primeira vez, um leão o interceptou no caminho, mas isso para ele não foi problema, pois aquele gigante não teve nenhum problema para matar o animal, porque Deus era com ele. Sansão foi para Timna com seu pai e sua mãe. Quando se aproximavam das vinhas de Timna, de repente um leão forte veio rugindo na direção dele.O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, e ele, sem nada nas mãos, rasgou o leão como se fosse um cabrito. Mas não contou nem ao pai nem à mãe o que fizera. Juízes 14.5.6. Na festa de casamento, ele propôs um enigma, que fazia parte do entretenimento na ocasião. Prometeu trinta peças de roupas àqueles que conseguissem decifrar o enigma. Ninguém conseguiu decifrar o enigma, mas os filisteus por não saber decifrar o enigma, pressionando a esposa de Sansão, a qual com seu jeito feminino de conquista arrancou de sansão a resposta. Daí com fúria porque sua mulher revelou o enigma. O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão. Ele desceu a Ascalom, matou trinta homens, pegou as suas roupas e as deu aos que tinham explicado o enigma. Depois, enfurecido, foi para a casa do seu pai. Juízes 14.19. Ele levou as trintas peças de roupas e deu aos  falsos solucionadores de enigma. O casamento logo fracassou: sua mulher foi dada a outro e ele voltou à casa de seu pai (Juízes 14.1 -20). Sansão era uma máquina de exterminar. Ele não conformado com o que sua mulher, seu sogro e os filisteus de modo geral fizeram o traindo, ele para se vingar de tal traição, pegou trezentas raposas, Depois prendeu uma tocha em cada par de caudas, acendeu as tochas e soltou as raposas no meio das plantações dos filisteus. Assim ele queimou os feixes, e os cereais que os filisteus iam colher, e também as vinhas e os olivais. Por tal ato, os filisteus ficaram furiosos e mataram a mulher de Sansão e seu sogro. A máquina de matar respondeu com outro grande massacre de filisteus (Juízes 15.1 -80).

A promessa do nazireado, «voto do nazireu». A palavra portuguesa que aparece em nossa bíblia vem do hebraico nazir, derivada de nazar, que significa separar», «consagrar», «abster-se». E vai muito além disso,  quando olhamos para  o termo “nezer”, “diadema”, “coroa de Deus”, termo algumas vezes aplicado à cabeleira não-tosquiada dos nazireus, cabeleira essa que era considerada sua coroa e adorno. E dessa outra palavra hebraica que alguns pensam que se deriva a forma “nazarita”. Comparar isso com I Coríntios 11.15. O voto do nazireado envolve a consagração especial de pessoas ou coisas a Deus (ver Gên. 49:26; Deu. 33:16). Está especificamente em pauta o caso dos nazireus, cujos cabelos compridos serviram de emblema de sua separação ao serviço do Senhor, cabelos esses que eram reputados como uma coroa de glória, aqueles que tinham um voto de nazireu, deviam ficar longe de todas as bebidas alcoólicas, de vinagre, e até de uvas e passas de uvas. Além disso, esses votos provavelmente eram um protesto contra as práticas pagãs, onde as bebidas alcoólicas eram usadas para agitar aos adoradores, levando-os a cometerem toda sorte de excessos. Os nazireus também não podiam tocar em cadáver mesmo que fosse de um parente próximo, nem sequer por dia em uma casa onde houvesse um. E cumpre-nos observar que os sumos sacerdotes de Israel também não se podiam contaminar desse modo. Requisitos. Um nazireu não podia cortar os cabelos durante todo o tempo em que perdurasse a sua consagração. As referencias literárias mostram que os cabelos de uma pessoa eram considerados a sede da vida, e até mesmo a habitação de espíritos e de influências mágicas. Talvez por essa razão é que, terminado o voto do nazireado, a pessoa precisava raspar seus cabelos e queimá-los, como medida eficaz para anular quaisquer poderes que os cabelos fossem tidos como possuidores. Se a violação desse voto de nazireu fosse violado em qualquer sentido (até mesmo por acidente, como quando um nazireu entrava em contacto com um cadáver), ele precisava renovar todo o conjunto de ritos purificadores, e começar de novo os seus votos. Ao fim do tempo marcado, um nazireu precisava oferecer vários sacrifícios, cortando rente os seus cabelos e queimando-os no altar, isso seria entre ele e Deus. Em seguida, o sacerdote oficiante efetuava certos ritos determinados, O nazireado era um voto feito por pessoas que procuravam alivio para as suas enfermidades ou aflições,causada por uma nação, como no caso dos filiteus Juízes 13.

O homem que não cumprisse esse voto religioso tinha uma vida cheia de reversões e violência, e acabava morrendo prematuramente, algo muito temido pelos hebreus. Sansão foi um exemplo disso, ele sempre estava atrás dos filisteus, e os filisteus estavam atrás dele. Vingança é o nome do jogo. Após o incidente dos chacais, seu próprio povo o prendeu (por considerá-lo um encrenqueiro) e o entregou ao seu inimigo. Sansão foi amarrado com duas cordas e imobilizado. Eles concordaram em não matá-lo com as próprias mãos e levaram-no a Lei (Lehi, que significa queixo). Ali os filisteus o receberam e pretendiam divertir-se ao torturá-lo e matá-lo. Mas quando Sansão ouviu os gritos de triunfo dos filiteus, isso o Senhor tomou como uma grande afronta dos inimigos. Mas o Espírito do Senhor apossou-se dele. As cordas em seus braços se tornaram como fibra de linho queimada, e os laços caíram das suas mãos. Ele rompeu as cordas, agarrou o queixo de um asno e imediatamente matou mil filisteus. (Juízes 15.9-20). Sentindo-se razoavelmente bem, ele foi a Gaza e ali viu uma linda jovem, uma prostituta, com quem manteve relações com ela. Os habitantes da cidade fecharam os portões e o confinaram na cidade, planejando matá-lo no dia seguinte. Pela manhã, a máquina de matar deixou a casa onde passara a noite com a mulher e viu os portões trancados. Imediatamente quebrou as travas e levou consigo toda a estrutura do portão até o topo de uns morros das redondezas. (Juízes 16.1.3.). Isso ocorreu por volta de 1070 a.C. Meus amigos, estou relatando apenas parte da história, pois contá-la toda seria assustador. O homem andava por aí como Zeus encarnado e fazia o que queria com homens, o que, de modo geral, significava matá-los exatamente como fazia Zeus. 7. A perversa Dalila. O homem que nenhum homem pôde conquistar foi derrubado por uma mulher, uma história tão antiga quanto o próprio mundo. Após várias tentativas, aquela temível mulher foi capaz de arrancar de Sansão o “segredo” de sua força. Nenhum homem poderia ser tão forte quanto ele sem algum tipo de segredo. A promessa havia sido feita por Yahweh, o eterno, e seus longos cabelos eram o sinal do pacto. Se seus cabelos fossem cortados, Sansão seria reduzido à normalidade. Os filisteus conseguiram cortar-lhe os cabelos e prendê-lo, depois o cegaram e o forçaram a moer grãos (como um animal) no moinho giratório de uma prisão. Mas seu cabelo voltou a crescer e nenhum filisteu percebeu o perigo que se aproximava. Em uma ocasião especial, para honrar o deus chefe Dagom, os filisteus trouxeram Sansão para fazer parte da diversão no festival. A festa estava sendo realizada entre dois pilares que sustentavam a casa. Após uma rápida oração a Yahweh, Sansão agarrou os pilares, derrubou-os e, com eles, a casa toda, matando a si mesmo e a três mil filisteus. Assim, com sua morte, Sansão matou mais inimigos do que havia matado durante toda a sua vida, o que foi uma realização e tanto (Juízes 16). 8. Historicidade. Os críticos consideram essa história um folclore romântico e dramático, um tipo de romance antigo. Outros acham que tudo isso foi verdade, pondo e tirando alguns detalhes. Outros ainda estão certos de que apenas metade da temível história foi contada, pois ela é assustadora demais para ser exposta. De qualquer forma, dizem que o homem “julgou Israel” por vinte anos (Juízes 16.28-31), embora a história sobre Sansão nada aponte nessa direção, mais interessada em discursar sobre a incrível máquina de matar. Suponho que Sansão nada tenha feito para julgar. Ele estava ocupado demais entrando e saindo de encrencas. Não há muito que falar sobre o “caráter” de um homem como Sansão. Ele era um homem de ação, não de pensamento, exceto quando usou sua inteligência para ajudá-lo a realizar seus planos destrutivos. Por outro lado, Sansão teve vários encontros bem próximos com Yahweh o eterno, e o Deus de Israel nunca o desapontou. O segredo de sua força foi a associação com Yahweh, como todos textos mostram que o Espírito do Senhor estava com ele: O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, e ele, sem nada nas mãos, rasgou o leão como se fosse um cabrito. Mas não contou nem ao pai nem à mãe o que fizera. Juízes 14.6.

Então o Espírito do Senhor apossou-se de Sansão. Ele desceu a Ascalom, matou trinta homens, pegou as suas roupas e as deu aos que tinham explicado o enigma. Depois, enfurecido, foi para a casa do seu pai. Juízes 14.19.

Quando ia chegando a Leí, os filisteus foram ao encontro dele aos gritos. Mas o Espírito do Senhor apossou-se dele. As cordas em seus braços se tornaram como fibra de linho queimada, e os laços caíram das suas mãos. Juízes 15.14.

E Sansão orou ao Senhor: Ó Soberano Senhor, lembra-te de mim! Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças, mais uma vez, e faze com que eu me vingue dos filisteus por causa dos meus dois olhos!. Então Sansão forçou as duas colunas centrais sobre as quais o templo se firmava. Apoiando-se nelas, tendo a mão direita numa coluna e a esquerda na outra, disse: "Que eu morra com os filisteus! " Então, ele as empurrou com toda a força, e o templo desabou sobre os líderes e sobre todo o povo que ali estava. Assim, na sua morte, Sansão matou mais homens do que em toda a sua vida. Juízes 16.28-30. E essa força não dependia de seus cabelos, como muito pensam ou ensinam, os cabelos eram apenas um símbolo de seu voto de Nazireu. Sansão foi o nazireado, o homem de extraordinária força sobrenatural, que vinha da parte de Deus, e não de seus cabelos, a qual ele recebeu como uma dádiva de Deus para cumprir uma missão específica. Ele cometeu muitos erros e tomou algumas decisões contraria a vontade de Deus, mas ainda assim conseguiu realizar o trabalho, talvez essa seja uma boa descrição da maioria de nós. Sua história é contada em Ele entrou na historia como o Hércules dos hebreus. Verdadeiramente, como disse Hércules, se pudesse ter encontrado um lugar para se posicionar, ele teria sido capaz de mover o mundo todo.



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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

SE O GAFANHOTO DEVORADOR É UM DEMÔNIO? PORQUE DEUS MANDAVA O POVO COMER?




Adilson Francisco dos santos. Estudos apologéticos.

SE O GAFANHOTO DEVORADOR É UM DEMÔNIO? PORQUE DEUS MANDAVA O POVO COMER?

Ora, João usava uma veste de pelo de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava ·se de gafanhotos e mel silvestre. João 3.4

Mas isto comereis de todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés: o que tiver pernas sobre os seus pés, para saltar com elas sobre a terra. Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie. (Levítico 11.21.22).

Muitos pregadores triunfalistas e mercenários para intimidar as ovelhas do Senhor, e para sugar os bens que o Senhor Jesus lhes dar, criaram a teologia que o gafanhoto devorador e um demônio. Que vai devorar tudo quanto eles possui se eles não da o dizimo, e para isso usam como base o texto de Malaquias. “E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril...”(Malaquias 3.11), veja que o texto de Malaquias não está  tratando de um demônio, Malaquias diz que o  DEVORADORdestruirá os “FRUTOS DA VOSSA TERRA”e a “VOSSA TERRA NÃO SERÁ ESTÉRIL”, é claro que esse devorador é o “GAFANHOTO DEVORADOR, UM GAFANHOTO LITERAL”, isso podemos ver em Levítico 11.22; Joel 1.4; 2.35; Naum 3.15.16.17, (a tradução original gafanhoto em Joel e Naum é “YEKEQ”“QUE QUER DIZER UM GAFANHOTO DEVORADOR”, “e não um demônio”. Será coincidência novamente Pastores amante do dizimo, aparecer “frutos”, “terra”, “vide”, “campo” e “estéril” num só versículo? Isso tudo tem a ver com plantações? E não com seu salário ou seu décimo terceiro. Veja que o texto diz claramente, “repreenderei o devorador”, isso é mais do que claro, Joel diz. “O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta o comeu, e o que ficou da locusta, o pulgão o comeu”. (Joel 1.4). “E restituir-vos os anos que comeu o migrador, pelo destruidor (YEKEQ GAFANHOTO DEVORADOR”). “E PELO CORTADOR”, o “MEU GRANDE EXERCITO”, que enviei contra vós.(Joel 2.25). Vamos olhar um grande detalhe que as ovelhas do Senhor Jesus passam desapercebido. Se esse devorador fossem demônio como esses Pastores mercenários ensinam. Deus chamaria de “MEU GRANDE EXERCITO”. E ainda mais está escrito em Levítico que esse devorador podia ser comido pelo o povo, como está escrito em (Levítico 11.21.22). Mas isto comereis de todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés: o que tiver pernas sobre os seus pés, para saltar com elas sobre a terra. Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie. Se realmente esse Devorador fosse um demônio? Poderia alguém comer um demônio, como os pastores ensinam distorcendo o texto de Malaquias 3.11. É claro que não, o profeta Malaquias está tratando literalmente de gafanhoto do campo o grande exercito de Deus o qual enviava quando a nação de Israel junta com os sacerdotes roubava os dízimos. Se esse gafanhoto devorador podia ser comido pelo o povo, como está escrito em (Levítico 11.21.22). 

Então na há nenhum motivo para alguém acreditar que esse gafanhoto devorador seja um demônio criado pelos mercenários para sugar o leite das ovelhas que não pertence a eles. Esses gafanhotos eram o alimento de João Batista como esta escrito: Ora, João usava uma veste de pelo de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava ·se de gafanhotos e mel silvestre. João 3.4, será que João usaria ingerir um demônio devorador como alimento?



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domingo, 8 de dezembro de 2019

SERÁ QUE DEUS PROVOU JÓ? SÓ PRA MEDIR FORÇA COM SATANÁS?


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

SERÁ QUE DEUS PROVOU JÓ? SÓ PRA MEDIR FORÇA COM SATANÁS?

Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Filipenses 2.10.11).

Muitos no decorrer da historia vem se debatendo sobre o porquê Deus permitiu tal ação de Satanás na vida de Jó, será que Deus queria provar a Satanás que ele é mais Poderoso? E pra mostrar seu poder, permitiu que Satanás peneirasse Jó como se peneira o trigo da provação? Sabemos que questionar e algo normal quando parte de uma mente sábia e saudável, mais se torna algo insípido quando não vem com a interpretação correta. Que Deus seria esse submeter uma criatura a tal extremo, só para competi com outra criatura, porque assim seria um Criador muito ingênuo medir força com uma criação.

Como sabemos Satanás desde sua rebelião Lá no céu tornou-se um homicida, mentiroso e pecador, (João 8.44; I João 3.8). No caso do patriarca Jó, observamos que Satanás insinuou que Jó só continuariam obedientes aos preceitos de Deus enquanto essa obediência lhes fornece-se vantagem, ou, seja, “prosperidade materiais”, ele manchou a integridade de Deus por tal questionamento. Mais essa acusação não fez de Deus um competidor e nem um guerreiro humilhado, mais um Deus fiel, que pra usar seu grande Poder não precisa ser provocado e muito menos subornado, para adquirir fidelidade. Satanás e um ser que desde o principio vem contrariando as escrituras, (Genesis 3). A bíblia nos declara “Pois o Senhor vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande poderoso e terrível que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno”, (Deuteronômio 10.17). Se Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande poderoso e terrível, então fica a duvida sobre esse deus que alguns teólogos ensinam que ele competiu com Satanás, por que, a bíblia diz que Deus e único: Quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo. (Hebreus 6.13). Porque se existir-se outro Deus maior do que Ele. Ele jurava, mais visto que não existi.  Então seria Deus tão ingênuo para medir força com uma criatura?

Jó diante de Deus era um homem de confiança, um modelo de obediência, como o próprio Deus falou: “E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó?” “Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal”.

(Jó 1.8). Mais mesmo assim, porque Deus permitiu que Satanás o afligir-se de uma forma tão cruel. Devemos observar logo de inicio que Jó despertou algo em Satanás, algo que Satanás não foi diante de Deus, ou, seja: “íntegro, reto, temente a Deus, e que se desvia do mal”. Qualidade essa bem oposta ais de Satanás que desde o principio foi, homicida, pai da mentira e pecador, (João 8.44; I João 3.8). No caso de Jó não vejo um duelo de força entre Deus e Satanás, mais sim uma oposição por soberba e ciúme (Isaiah 1412-14; Ezequiel 28.1-19; I Timóteo 3-6). Observe o que estava em jogo era a fidelidade e a integridade de Jó, algo que Satanás não suportava, Jó era um homem que não tinha motivos para voltar-se contra Deus, e nem tão pouco Satanás que foi criado perfeito (Ezequiel 28.15).

Segundo a Bíblia Deus permitiu Satanás afligir Jó, não para mostrar uma disputa de poder, mais simplesmente porque confiava em sua, “integridade, retidão, temor a Deus, e que se desvia do mal”. Esse foi o motivo. Deus tinha confiança suficiente em Jó para permitir que fosse testado, e não para demonstrar força com Satanás. Se existia uma disputa de poder entre Deus e Satanás, a bíblia não fala, e se Satanás quis disputar, foi uma disputa muito desigual, porque ele pra entrar em sena teve que pedir permissão a Deus para afligir a Jó, com toda sorte de dor, então que tipo de disputa foi essa que Satanás teve que mendigar uma migalha de poder para agir. Segundo as escrituras devemos observar que Satanás é um ser limitado, uma mera criatura, observe que foi Deus que lhe permiti afligir Jó. Muitos contradizentes para tentar provar que houve uma disputa de poder entre Deus e Satanás, citam o texto de Jó: “Havendo-me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa”. (Jó 2.3). E diz que foi Satanás que persuadiu a Deus? Segundo a luz da Bíblia. Satanás não tem poder para se igualar a Deus, e muito menos poder para persuadir Deus a agir contra seu caráter. Deus é completamente bom (Marcos 10.18; Salmo 25.8). E eternamente sábio (Tiago 1.5). E ainda mais diz a bíblia. Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. (Tiago 1.13). Deus jamais modifica seus planos, Como o texto mostra. Porque a bíblia nos mostra Deus havia dito que não queria danos físicos à pessoa de Jó (Jó 1.12; 2.6). Então só uma mente raquítica para pensar em uma disputa de poder entre Deus e Satanás. Mais então decidiu submetê-lo a tal opressão, Quanto á palavra “Havendo-me tu incitado contra ele. Isso não quer dizer que Satanás tem um poder igual ao de Deus, para que em algum momento possa lhes desafiar, A palavra “INCITADO”, quer dizer, dar disposição, instigar, mover, impelir, estimular. Isso quer dizer que Deus foi impelido, a ponto de lhes permitir fazer aquilo que Ele pela sua presciência já tinha visto antes da fundação do mundo. Deus permitir aquilo que já estava em seus planos, muito antes da criação do mundo, e não aquilo que estava nos ardis astutos de satanás (Jó 2.9). Porque se fosse uma disputa de poder entre Deus e Satanás, como muitos ensinam, os planos de Deus de abençoar Jó não entrava nesse caso. Quanto a palavraConsumir sem causa”. Jamais a hermenêutica bíblica diz que Deus faria tal coisa com alguém sem causa, porque? Porque diz a bíblia. “Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá”. (Provérbios 26.2). A conclusão desse texto, é que Deus não permitiu tal coisa na vida de Jó, sem causa, e sabemos pela palavra de Deus, que a causa de tudo isso na vida de Jó, foi Satanás, e não Deus. Porém Deus só permitiu tal ação, porque ele por ser onisciente, como está escrito (Salmo 139.1-6; Isaías 42.9; Jeremias 17.9.10). Conhecia muito bem o final da história de Jó. Deus de maneira nenhuma pode ser enganado, por Satanás, nem por qualquer outra criatura. E muito menos pede seu tempo em uma disputa de poder com criaturas inferiores.

Satanás é um ser pernicioso, e não desiste de seus planos nefastos, observe em (Jó 1.6). Quando os anjos tanto os caídos quanto os santos anjos Compareceram perante Deus. Deus é quem perguntou a Satanás: “Donde vens? Satanás respondeu ao Senhor. De rodear a terra e passear por ela” (Jó 1.7). E Deus continua a conversa com Satanás perguntando: “Observaste tu o meu servo Jó?” (Jó 1.8). Daí Deus entra num particular com Jó, que Satanás se ofende. “Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero e reto, temente a Deus, e desviando-se do mal” (v.8). E Satanás por não se agradar de tal testemunho, responde a Deus. Por nada que Jó teme a Deus, estende tua mão, e toca em tudo o que ele tem, e vê se não te amaldiçoa na tua face (Jó 1.8-11). E Deus para resolver o litígio, respondeu, eis que tudo o que ele tem está na tua mão, porém somente contra ele não estendas a tua mão (v.12). Satanás logo de imediato começou a causar danos a Jó, e fez com que todo o gado, jumentos, camelos, e ovelhas, fossem mortos, e roubados, daí também Satanás planejou que os dez filhos de Jó, fossem mortos, a Bíblia diz que Jó perdeu tudo, mais ainda permanecia fiel a Deus, e não usou a amaldiçoa a Deus como determinou sua esposa (Jó 1.13-22; 2.9). Observe que Deus para resolver o litígio permitiu Satanás afligir Jó, dizendo, eis que tudo o que ele tem está na tua mão, porém somente contra ele não estendas a tua mão (v.12). Eis que tudo o que ele tem está na tua mão, “bens matérias”, e não sua vida, então quem e limitado como Satanás, não pode disputar poder com Deus.

Ninguém em sã consciência pode afirmar que houve um duelo de força entre Deus e Satanás, Porque, que Deus seria esse pra mostra que é o Todo-Poderoso, tinha que ir o mais cruel extremo, levando uma criatura a um terrível sofrimento como no caso de Jó, sofrimento esse que ele orou pedindo a própria morte (Jó 2.7; 14.13.14). Levando sua própria esposa voltar-se contra ele, e incitando ele voltar-se contra Deus, (Jó 2.9). Seria Deus tão ingênuo assim, provocar tal coisa, só pra provar que tem poder? ou medir força com Satanás?

Como já falamos, a Bíblia nos mostra que Deus pela sua onisciência, e presciência sabia muito bem que Satanás se levantaria contra a integridade de Jó, para submeter-lo a tal extremo. Satanás não é onisciente, a Bíblia diz que ele só pode está em apenas um local de cada vez, e pra isso precisa de seus, “principados”, “potestades”, “príncipes”, “e de hostes da maldade”, para auxiliá-lo em seus desafetos (Jó 1.6.7; Efésios 6.12). Mais como sendo uma criatura, é limitado, ele não pode ler a mente humana, ou prever o futuro de alguém, se ele fosse onisciente, e pudesse pela presciência enxergar o futuro de alguém. Porque quanto a isso Lucas nos diz: “Tu Senhor, conhecedor dos corações de todos... (Atos 1.24). O apóstolo Paulo nos advertiu. “Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo?”, (I Coríntios 2.16). Então quem é Satanás, para Deus perder seu tempo em uma disputa de poder, como alguns desavisados ensinam. 

A bíblia no decorrer de seus livros nos mostra a soberania, e a autoridade de Deus, sobre tudo o que Ele dar, aos homens, como o próprio Jó reconheceu (Jó 1.21.22). Deus não disputa poder com ninguém, porque não há ninguém para tal disputa, “...Para que saibas, e me creias, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá (Isaias 43.10). Porque quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo (Hebreus 6.13). Não existe nenhum ser com poder que se iguale ao de Deus, ou até maior do que o D’Ele, para que Ele possa disputar tal poder, porque diz a bíblia que Ele é, “Deus Forte e Pai da eternidade “(Isaias 9.6). Deus apenas pegou de volta o que ele mesmo permitiu ou consentiu a Satanás usar, a bíblia é clara e diz que de Jesus é todo “PODER” nos céus e na terra (Mateus 28.18). Então não vejo nenhuma necessidade D’ele disputar poder com Satanás, uma mera criatura limitada. (Lucas 22.31).

Com o sofrimento que Satanás cometeu a Jó. Deus provou que foi um teste para Jó, e que Satanás mesmo com a permissão da liberdade não passa de uma criatura limitada. Deus não precisa disputar ou mostra poder pra ninguém, e muito menos para Satanás, porque Ele é onisciente, e por ser, sabe muito bem o final da história, de qualquer criatura, como está escrito, “Porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mateus 6.8; Salmo 139.1-24). Essa é a razão pela qual a luta entre a descendência da serpente e o descendente da mulher que vem anos se travando na história bem perto de chegar ao seu clímax nos últimos dias, durante o período de sete anos da Tribulação.

Portanto segundo as escrituras, Deus deu a Satanás permissão para ele destilar seu veneno sagaz, com um porem, Deus colocou limite até onde ele podia ir, ou seja, não tocar na vida de seu servo, (Jó 2.6). Observe que Deus concedeu permissão a Satanás, mais estabeleceu os limites (Jó 1.12; Jó 2.6). Ele por ser uma criatura tem suas limitações, não é onisciente nem infinito, vive sobre os limites que Deus lhes concede (Jó 1.12). Então uma disputa de poder entre Deus e Satanás, seria uma grande covardia da parte de Deus, disputar com quem e limitado, como Satanás.

Deus não precisa disputar poder com quem quer que seja, porque como Jo, Ele sabe que os homens podem amar-lo, pelo o que Ele é, e não pelo o que ele nos dá.




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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

SERA QUE É PECADO COMER SANGUE NA NOVA DISPENSAÇÃO ESTABELECIDA POR JESUS? COMO OS ADVENTISTAS DOS SÉTIMO DIA ENSINAM? OU NÃO?


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

SERA QUE É PECADO COMER SANGUE NA NOVA DISPENSAÇÃO ESTABELECIDA POR JESUS? COMO OS ADVENTISTAS DOS SÉTIMO DIA ENSINAM? OU NÃO?

Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. Que tudo lhes vá bem. Atos 15.28.29

Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Antes digo! Que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. I Coríntios 10.19-21

Certo dia dialogando com um grupo de irmãos, sobre o comer sangue, ou não comer, se era errado, ou um grande pecado diante de Jesus, o que a dispensação da graça estabelecida por Jesus diz acerca disso para os cristãos da nova aliança, porque os adventistas dos sétimo dia, e as demais denominações, diz que é pecado comer sangue na nova aliança com Cristo, e para provar tal tese citam alguns textos do Antigo Testamentovamos ver. Embora tivesse permitido que Noé e sua família passassem a se alimentar de carne animal após o Dilúvio, Deus os proibiu de comer o sangue. Ele disse a Noé: “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.” Desde então, os adventistas do sétimo dia vive e aplica esse texto a todos os humanos, porque todos são descendentes de Noé. (Gênesis 9.4). “Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue. Quem o comer será decepado da vida.” (Levítico  17.14). Sabemos que segundo a antiga dispensação ela nos ensina que a alma, ou vida, está no sangue e pertence a Ele. Embora essa lei tenha sido dada apenas à nação de Israel, ela mostra a importância que Deus dava a não comer sangue. E na graça na nova dispensação, o que ela diz acerca do comer sangue? Quanto a esse assunto o melhor a fazer é deixa que Jesus nos ensine segundo sua palavra, se é pecado ou não comer sangue na nova aliança: Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. Que tudo lhes vá bem”. (Atos 15.28.29). Observe que Lucas apenas repassou o que o Espírito Santo ordenou para os gentios “Que eles se abster-se da comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e sacrificados aos ídolos e da imoralidade sexual”. E não que ele proibisse o homem comer sangue ou qualquer carne normal. Apenas carne sacrificada aos ídolos, e sangue, de animais estrangulados e sacrificados aos ídolos

“Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Antes digo! Que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.” (I Coríntios 10.19-21). Observou o que o apóstolo Paulo nos ensina em sua carta, que o sangue e carne que ele proibiu era aquela carne e aquele sangue que era sacrificados aos ídolos, como ele explica: Antes digo! Que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Eram as carnes e o sangue oferecido aos demônios, que não tinha nada haver com Deus, praticar isso, era o mesmo que participar do cálice dos demônios. E não que ele proibisse o homem comer sangue ou qualquer carne normal.

Porque quanto ao comer sangue ou qualquer carne normal, o apostolo Paulo nos diz:Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência (I Coríntios 10.25).

Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência”. V.25. Naqueles dias do apostolo Paulo, o consumo de carnes e sangue oferecidos aos ídolos entre os crentes, era grande, existia dentro do templo uma casa particular, que era chamada casa da carne, ou mercado da carne, e muitos crentes ao participar dessa carne e desse sangue era um escândalo para alguns irmãos fracos na fé, mais como sabemos isso é algo totalmente “indiferente”, moralmente falando. visto que os alimentos nem nos recomendam diante de Deus e nem tão pouco nos condenam. Não seremos piores se não comermos, nem melhores se comermos. (I Coríntios 8.8). Os alimentos são para o estômago, e o estômago para os alimentos; mas Deus destruirá a ambos, visto que não pertencem à categoria da vida espiritual. (I Coríntios 6.13). Além disso, o reino de Deus não consiste de comida e bebida, mais, sim, de coisas realmente importantes, como a justiça, a paz e a alegria no Espírito Santo. (Romanos 14.17). Neste ponto Paulo se põe ao lado da opinião dos crentes liberais, em oposição às idéias dos crentes excessivamente exigentes e rigorosos: Comei de tudo quanto se vende no açougue, ou no Mercado “...mercado...”, Em Corinto se encontrava uma pedra na qual havia uma antiga inscrição latina, “macellum”, que provavelmente veio do local do “mercado” a que Paulo se refere aqui. Esses mercados muito se assemelhavam aos outros, nas diversas localidades do mundo greco-romano daquela época, temos uma boa ideia sobre o que Paulo se refere aqui. Nossa ideia mais clara sobre essa questão se deriva das descobertas arqueológicas de Pompéia, na Itália. Ali o “mercado” era uma área fechada, com lojas em dois andares, pelo menos nesses edifícios havia três. Nesses lugares, isto é, nas lojas, é que eram vendidos os itens geralmente vendidos nos mercados, como carnes, sangue, peixes, frutas, legumes, pão, etc. Em Pompéia havia um pequeno templo, dentro do recinto desse mercado, dedicado ao culto do imperador. Onde era oferecido carne e sangue. Por isso no texto de (I Coríntios 10.25). Paulo se refere as carnes e ao sangue. Que eram vendidos nessas lojas, não sem antes terem sido usadas nos ritos religiosos dos pagãos. Após terem oferecido os seus respectivos sacrifícios, essas carnes entrava no comércio comum, enviando as carnes o sangue, e os couros dos animais abatidos para o mercado; e assim a maior parte das carnes vendidas naquela época eram carnes oferecidas aos ídolos, visto que os sacrifícios de animais, nos países do mundo greco-romano, eram tão numerosos como em Israel. Essa palavra, “ açougue”, se deriva de “macto” (ou, seja, de matança) ou “maceria” (ou, seja, ambiente fechado). Paulo olhava que alguns crentes não deviam forçar a questão além dos seus limites. Quais limites? Se a carne e o sangue era ou não sacrificado? Quanto a questão, alguns crentes não faziam qualquer investigação no sentido de averiguar a origem das carnes e sangue vendidas no “açougue”, se era ou não oferecidas aos ídolos, porque a questão era importante para a consciência de alguns irmãos “fracos na fé”, eles tinha a tendência para fazer tal investigação, assim transformando uma questão “indiferente” em uma questão importante.

Paulo sempre foi um homem sábio, e por tal questão ele disse: Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. (I Coríntios 9.22). Quando Paulo diz que se fez “...fraco...”, em relação aos “...fracos...”, ele estava se referindo aos crentes fracos, de Coríntios que eram débeis na fé, aqueles que se mostravam excessivamente escrupulosos, que insistiam sobre a necessidade de uma dieta vegetariana, sobre a necessidade de observar dias especiais das cerimônias judaicas, conforme se vê no décimo quarto capítulo da epístola aos Romanos. (Romanos 14.1; 15.1). Quanto ao uso do vocábulo “fraco”, O oitavo capítulo dessa epístola aborda aqueles crentes que eram “fracos na fé” por serem exageradamente escrupulosos quanto à ingestão de alimentos oferecidos aos ídolos, pensando que se um crente chegasse a consumir tais carnes, estaria praticando a idolatria. Mais como sabemos  segundo os ensinos do apostolo Paulo os alimentos são uma “questão indiferente”, destituídos de qualquer conteúdo moral ou espiritual, conforme se lê em, I Coríntios 6.13, que ele diz: “Os alimentos são para o estômago, e o estômago para os alimentos; mas Deus destruirá tanto um como o outro”. Além disso, quer comamos quer nos abstenhamos de comer carne, isso não nos torna mais recomendáveis aos olhos de Deus, e nem melhora e nem piorando a nossa vida espiritual. (I Coríntios 8.8). Sabemos que um ídolo “nada é no mundo”. (I Coríntios 8.4). Naqueles dias esse “conhecimento” não era adquirido por todos os crentes, e alguns deles se sentiam profundamente ofendidos por ver outros irmãos, que pareciam abusar de seu conhecimento e liberdade cristã sem se contaminar. Assim ofendidos, aqueles irmãos facilmente, pendiam para se afastar de Cristo, voltando ao mundo, à sua antiga conduta; e assim perdiam a santificação que tinham recebido de Cristo. Por essas razões é que Paulo recomendava o exercício do “amor para com aqueles crentes fracos na fé”, ao invés do exercício indiscriminado da liberdade cristã, a fim de que os irmãos “fracos na fé” pudessem ser preservados no meio cristão e fossem edificados em sua fé: Por isso ele disse “Fiz-me fraco para com os fracos...” Em outras palavras, Paulo se fez de excessivamente escrupuloso, não consumindo determinados alimentos, não que aquilo viesse contaminar-lo, mais por causa da consciência dos irmãos fracos na fé. (I Coríntios 10.29). A fim de agradar a tais irmãos, para que pudesse melhor, e ajudá-los a se aproximarem de Cristo, e se aperfeiçoarem nele.

Pois, a questão que Paulo bota em pauta é a consciência cristã. A conduta que pode ser mantida sem qualquer exagero por motivo desses escrúpulos. “...por motivo de consciência...” . Paulo nos ensina que por motivo de consciência não devemos fazer qualquer coisa, que venha a perturbar ou escandalizar a consciências do irmão, porque a consciência de alguns irmãos é livre, mesmo ele sabendo que aquela carne ou aquele sangue na é o vai contaminar-lo. Mais sim, vai contaminar a consciência do irmão que é fraco, ou então, não façais indagação alguma, a fim de que a consciência de algum crente fraco na Fe, não venha a ser contaminada, se chegar a ouvir dizer que se trata de carne oferecida a ídolos, ou consumir a mesma. Porquanto o apóstolo salienta claramente, no vigésimo oitavo versículo deste mesmo capítulo, que ele vinha falando da consciência, especialmente da consciência de um irmão fraco na fé. Em I Coríntios 8.4. Devemos observar, além disso, que o lucro da venda de carnes oferecidas a ídolos revertia para os próprios templos pagãos; pois a venda dessas carnes tinha exatamente essa finalidade, embora parte dessas carnes fosse utilizada para o sustento dos sacerdotes pagãos. Contudo, nem mesmo contra isso Paulo fez qualquer objeção. Uma pessoa não pode sobrecarregar-se de tais escrúpulos, pois, de outra maneira, viveria perenemente ocupada com o “fazer” e o “não fazer”, tendo pouquíssimo tempo disponível para atarefar-se nas coisas verdadeiramente importantes.

Se, portanto, algum dos incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei tudo o que se puser diante de vós, sem nada perguntando por causa da consciência. I Coríntios 10.27. Paulo chega a uma das considerações principais que muitos passam despercebidos acerca da “liberdade cristã”, que ocupa os capítulos oitavo a décimo desta epístola. Ele fala sobre as considerações que envolvem o consumo de carnes oferecidas aos ídolos, na casa do próprio indivíduo, após tal alimento haver sido adquirido no mercado. Ele fala a mesma coisa quando esse rito é na casa particular de algum pagão, que convida um amigo crente a tomar uma refeição. Ele fala também quando um crente entrar em um templo pagão, para ali participar de refeições vinculadas a ritos idólatras, participar de sacrifício na mesa dos demônios. (I Coríntios 10.21). Somente esta última possibilidade foi vedada para o crente. As duas primeiras possibilidades envolvem questões indiferentes, moralmente falando, sendo proibidas somente se tal ação vier a escandalizar a algum irmão fraco na fé, ao observar essa forma de conduta por parte daqueles crentes que se sentiam fortes, espiritualmente falando. Antes de qualquer outra coisa, neste versículo, devemos observar que o antigo e tolo exclusivismo judaico, que proibia um judeu de associar-se com um gentio, em qualquer sentido, e que proibia especificamente o “comer na companhia de gentios”, é completamente eliminado, ignorado. Nos tempos do cristianismo primitivo essa era uma das questões mais intensamente debatidas na igreja. O conselho que Paulo dá é sobre a consciência do crente individual. Até onde essa questão se aplica à consciência do próprio indivíduo, está completamente aberto o caminho dos contactos sociais entre crentes e incrédulos, podendo eles comer e beber o que for servido, abstendo-se apenas de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados, esses alimentos que incluam carnes que haviam sido oferecidas a ídolos. No versículo que vem a seguir ele fala sobre a “consciência do irmão”. Assim sendo, Paulo recomenda que o crente pode participar de qualquer banquete, que não ficará contaminado por qualquer coisa que ali consumir; Se, portanto, algum dos incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei tudo o que se puser diante de vós, sem nada perguntando por causa da consciência. I Coríntios 10.27. O crente não se preocupe em fazer indagações, a fim de que, porventura, tendo comendo carne ou sangue, como que aquilo tenha sido oferecido em cerimônias idólatras, ou que algum crente fraco na Fé, venha a citar textos como os de: (Gênesis 9.4). “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.” (Levítico  17.14).  “Não deveis comer o sangue de qualquer tipo de carne, porque a alma de todo tipo de carne é seu sangue. Quem o comer será decepado da vida.” E com isso venha a sentir-se prejudicado em sua consciência, deixando se levar por irmãos escrúpulos insensatos, como se, de alguma maneira, houvesse participado de ritos idólatras do paganismo, ou foi proibido por Jesus. “...comei de tudo...” Conforme o Senhor Jesus aconselhou aos seus missionários especiais: “Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum”, (Lucas 10.8).

Sabemos que a carne e o sangue que é vendido hoje em nossos “ açougues”, e aquele que comemos hoje, não tem nada haver com aquele que Lucas falou (Atos 15.29). Paulo falou em I Coríntios 10.28: Mas se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais,  sacrificado aos ídolos, não comais, porque foi  oferecida aos ídolos, coisa que não tem nada haver com as nossas carnes e sangue. O crente firme na fé, por estar suficientemente iluminado em Cristo, sabe disso. Mais deve ter o Maximo de cuidado com o irmão “fraco na fé” ou um pagão que queira submetê-lo a teste, pensando que o crente, em face de sua crença religiosa em Cristo, deve recusar-se a comer carnes ou sangue. O informante espera que o crente convidado não coma da citada carne, por causa do “segredo” que lhe foi assim revelado. Nesse caso, a sua consciência não deve ser despertada, ferida ou prejudicada em qualquer sentido. Antes, deve ter a satisfação, embora isso seja um direito que lhe assiste,Paulo diz em Romanos 14.23: Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não comer por Fé, e tudo que não é por Fé é pecado, Essa ê a observação da conclusão no que tange aos irmãos “fracos na fé”, que se mostram exageradamente escrupulosos acerca de questões alimentares, guardas de dias, exigências cerimoniais religiosas, etc.

Portanto ficou claro em (Atos 15.28.29). Que Lucas apenas repassou o que o Espírito Santo ordenou para os gentios “Que eles se abster-se da comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e sacrificados aos ídolos e da imoralidade sexual”. E não que ele proibisse o homem comer sangue ou qualquer carne normal, nos dias de hoje, vendida em nossos mercados.

Paulo nos alertou sobre aquilo que e sacrificado aos ídolos: “Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Antes digo! Que o que os pagãos sacrificam oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.” (I Coríntios 10.19-21). Observou o que o apóstolo nos ensina em sua carta, que o sangue e carne que ele proibiu eram aquela carne e aquele sangue que era sacrificados aos ídolos, como ele explica: Antes digo! Que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Eram as carnes e o sangue oferecido aos demônios, que não tinha nada haver com Deus, praticar isso, era o mesmo que participar do cálice dos demônios. E não que ele proibisse o homem comer sangue ou qualquer carne normal, como a que é consumida hoje por nos cristão.


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