quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

SERÁ QUE O JARDIM DO ÉDEN ONDEM LÚCIFER FOI ESTABELECIDO COMO GUARDA E QUERUBIM UNGIDO? É O MESMO QUE FOI ESTABELECIDO PARA ADÃO E EVA VIVEREM?




Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

SERÁ QUE O JARDIM DO ÉDEN ONDEM LÚCIFER FOI ESTABELECIDO 
COMO GUARDA E QUERUBIM UNGIDO? É O MESMO QUE FOI 
ESTABELECIDO PARA ADÃO E EVA VIVEREM?

Existe uma pergunta no meio dos Cristãos e até fora deles, será que o Jardim do Éden que Lúcifer viveu um dia, como Querubim Ungido? É o mesmo que Adão e Eva viveram? Essa pergunta quando dentro da lógica da visualização do homem pode ultrapassar quaisquer possibilidades do entendimento humano, muitos estudiosos imaginam e ensinam que foi o mesmo Jardim que ambos viveram, Como a bíblia King James no livro de Ezequiel P.1542. Ensina. Assim também ensina o livro a bíblia e os dinossauros, Pg.8. Está escrito. Muito simples, no livro de Ezequiel fala de Lúcifer andando sobre a terra no jardim do éden, ou melhor, dizendo, este fato é antes que Lúcifer fosse jogado do céu por causa de sua rebelião, neste tempo citado em Ezequiel o homem não tinha sido criado quando Lúcifer andava no jardim do éden, vamos á base bíblica? (Ezequiel 28.13). Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. (v.14). Eu te coloquei como querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Com isto já consegui provar que a terra não era sem forma e vazia em (Gênesis 1.1). Pois já existia o jardim do éden e lúcifer andava sobre ela antes mesmo de Deus criar o homem. Lúcifer foi expulso do jardim após ter traído a Deus (Ezequiel 28.16). Assim também pensa o Dr. Paulo Aragão Lins. Veja o que ele diz. Muitas mentes criativas, férteis, conseguiram interpretar este texto de Ezequiel 28, como referente á Satanás. Se o texto fala de Satanás, perguntamos: o que estava ele fazendo no Éden, junto com Adão? Se ele já era mau e estava ali para fazer o homem pecar, como passou um período sendo bom, no mesmo Éden? Se ele era querubim protetor, cobridor, ou guarda, como significa sua função, ou melhor, a de um querubim, pois querubim é um guarda, um guardião, ele estava ali guardando o Éden contra o que, ou contra quem? Contra outro Satanás? Aquele que o fez pecar, aquele que o tentou? Estava guardando o Éden contra si mesmo? Se não era Satanás o querubim guarda, quem era o guarda do Éden? A BÍBLIA sempre responde a BÍBLIA, sempre. Leiamos Gênesis 2.15: "E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar. E O GUARDAR". Quem era, pois, o guarda? Querubim do Éden? Adão, é claro! Contra o que ou contra quem Adão foi colocado para guardar o Éden? Contra Satanás! Isto não aconteceu, disto nós sabemos, o que acarretou toda a gama de problemas que vieram pela falta de cuidado de Adão. E quem era o aferidor da medida? Adão, é claro. Por quê? O que significa aferidor? "Instrumento de medição; conferido e harmonizado com o padrão; modelo; gabarito; régua; protótipo". Adão, como o primeiro homem, era o modelo para todos os demais. Como houve falha, Deus enviou outro aferidor, Jesus Cristo. Jamais Satanás poderia ser aferidor de qualquer coisa boa dentro do plano da criação de Deus. Nossos primeiros pais viviam nus e não sabiam, ou não viam isto, porque estavam vestidos de luz, vestidos do brilho das pedras afogueadas. Em linguagem simbólica, não significa que estavam carregados de pedras, mas era uma luz tão bela que dificilmente poderia ser descrita por linguagem humana, o que fez o profeta descrever da maneira mais bela que ele podia. Adão era perfeito, até que nele se achou iniquidade.

Quanto a esses pensamentos vou comentar os do Dr. Paulo Aragão Lins, citando as mesmas palavras contra ele mesmo. “Não é mais lógico, mais coerente, mais honesto, acreditar no que diz a Bíblia”.

Vamos as Escrituras Sagradas que é a única revelação de Deus para o homem. 

Portanto logo de cara, é bom o leitor ficar muito atento ao que Moisés disse. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, (Gênesis 2.4). Observou. “NO DIA EM QUE O SENHOR DEUS FEZ A TERRA E OS CÉUS”.

Segundo as Escrituras Sagradas, cremos que a tentação de Adão e Eva, aconteceu num segundo Jardim do Éden, (Gênesis 3.1-24). Por muitos motivos. Primeiro. Se esse Jardim do Éden que Adão e Eva viveram foi o mesmo que Lúcifer viveu, temos por obrigação de crê que Deus é criador do mal e de Satanás? E não de Lúcifer o Querubim Ungido? Porque nesse Jardim se encontrava Satanás “Adversário, Opositor”, e não Lúcifer “A estrela da manhã o Resplandecente”, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Segundo. Se esse Jardim do Éden era o mesmo de Adão e Eva, então porque precisaria Deus descer pela viração do dia, Para conversar com Adão? Como nos mostra o Gênesis (Gênesis 3.8). Terceiro. Se esse Jardim fosse o mesmo de Adão e Eva, não estaria escrito “Estiveste no Éden, jardim de Deus?” Enquanto que no de Adão, Satanás estava como guardião da árvore do conhecimento do bem e do mal. (Gênesis 2.9). Quarto. Se esse Jardim do Éden fosse o mesmo de Adão, então o criador do mal com toda certeza seria o próprio Deus, porque no meio do jardim de Adão, se encontrava a árvore do conhecimento do bem e do mal e Deus teria criado Satanás para tentar Adão. Quinto. A bíblia fala que Lúcifer era o querubim, ungido estabelecido; no monte santo de Deus estava, “NO MEIO DAS PEDRAS AFOGUEADAS ANDAVAS”. Enquanto que o Jardim que Adão e Eva viveram seu piso era de terra, como nos mostra o livro do Gênesis. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, fez brotar da “TERRA” toda a árvore. Sexto. No Jardim de Deus. Lúcifer foi estabelecido; no monte santo de Deus, para proteger. Enquanto que no Jardim de Adão, quem foi estabelecido para proteger foram dois Querubins (Gênesis 3.24). E Adão estabelecido para cultivar e guardar a terra (Gênesis 2.15). Sétimos. No Jardim de Deus, quem foi expulso foi Lúcifer. Jardim esse que ficava no céu (Isaías 14.12). Enquanto que no Jardim de Adão quem foi expulso foi Adão e Eva e nenhum relato da expulsão de Satanás (Gênesis 3.23.24). Oitavo. No Jardim do Éden de Deus, quem habitava era um ser que era o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. (Ezequiel 28.12). Enquanto que no Éden de Adão quem estava era Satanás, o adversário de Deus, transfigurado em uma serpente (Gênesis 3.1-4). Nonô. No Jardim do Éden de Deus, ficava seu trono (Isaias 14.13). E o monte santo de Deus (Ezequiel 28.14). Enquanto que no Jardim do Éden terreno ficava a habitação de Adão e Eva. Ou qual Deus descia, pela viração do dia. (Gênesis 3.8). Décimo. Quem foi que foi criado no Jardim do Éden de Deus, como selo da medida, cheio de sabedoria, perfeito em formosura. Toda a pedra preciosa era a sua cobertura: Como a sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro? Pra quem foi que Deus criou no Éden os tambores os pífaros; no dia em que ele foi criado foi preparado. Quem foi que foi chamado de querubim ungido para cobrir? E estabelecido no monte santo de Deus? E ali estava, no meio das pedras afogueadas andava? Foi Lúcifer? Ou Satanás? Décimo primeiro. No Jardim do Éden de Deus. Lúcifer foi estabelecido como o querubim ungido da guarda; no monte santo, para proteger. (Ezequiel 28.14). E no Jardim do Éden de Adão Satanás estava como o tentador. Décimo Segundo. No Éden de Adão. Deus o colocou para cultiva e guardar a terra (Gênesis 2.15). O jardim do Éden de Deus, mencionado em Ezequiel 28.13, era formoso por sua beleza mineral, ao passo que o jardim do Éden de Adão, por sua beleza vegetal (Gênesis 2.8-12). Isso é uma grande prova que quem vai contra essa verdade bíblica, está apenas cego pelo próprio Satanás como diz as escritura. “Nos quais o deus desde século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. (I Coríntios 4.4; Atos 26.18).

Satanás nunca fez uma visita à sua antiga sede, porque aqueles que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, Não tem como retornar. (Judas v.6). Quando o rei Davi fez a seguinte interrogação a Deus. Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? (Salmo 15.1). Deus respondeu. Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado. (VV.2-5). Quem era que morava no monte Santo de Deus? A não ser Lúcifer. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e “TE ESTABELECI; NO MONTE SANTO DE DEUS”. Mais só que depois de sua rebelião, ele não anda na sinceridade “Mente”. (João 8.44). Faz mal ao seu próximo. “Desejos perversos,” (João 8.44). Jura com dano “Peca” (I João 3.8). Difama com a sua língua “Cheio de Insatisfação” (Mateus 12.43-44). Então jamais depois de sua expulsão existiu uma possibilidade dele retornar a sua antiga habitação. Ou seja, o Jardim de Deus, apenas ele foi visto no Éden de Adão. Mais não estabelecido lá.

As Sagradas Escrituras nos mostra que o Jardim do Éden ondem Deus criou Lúcifer tudo era perfeito.  Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado. (Ezequiel 28.11-15).

Já o Jardim do Éden, ondem Adão e Eva foram criados, já era imperfeito. E formou o Senhor Deus O HOMEM DO PÓ DA TERRA, Se fosse no Jardim do Éden de Deus, seria, e formou o Senhor Deus “O HOMEM DE PEDRAS AFOGUEADAS E NO MEIOS DELAS, ELE ANDAVA”, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; isso já indicaria que ele seria “MOTAL, IMPERFEITO” e o homem foi feito alma vivente. E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim. E A ÁRVORE DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL.(Gênesis 2.7-9). No jardim de Deus existe a árvore do bem. (Apocalipse 22.2). E no de Adão a árvore do mal. (Gênesis 2.9).

No Éden onde Adão e Eva foram criados diz. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. (Gênesis 2.26-28). Se esse fosse o mesmo Jardim, ai teríamos uma grande contradição, vejamos em (Mateus 22.30). Que diz que seres espirituais. “Nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no Céu”. Portanto se esse fosse o mesmo Jardim, ondem foras criados Lúcifer, Adão e Eva, então porque só coube ao homem essa dádiva de Deus: “FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS”. E não a Lúcifer se era o mesmo Jardim? Ondem eles viviam juntos?

Com essa expressão Jesus deixa bem claro que anjo não cresce não multiplica e muito menos tem relação sexuais. Os anjos são criaturas espirituais assexuadas, a natureza deles é totalmente espiritual apesar de serem tratados com sentido masculino não existe na criação angelical o gênero masculino ou feminino. Portanto se fosse o mesmo Jardim ondem Deus criou Lúcifer, nunca estaria escrito. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS, E ENCHEI A TERRA, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. (Gênesis 2.26-28). “miscigenação” não é no Jardim de Deus, que foi criado, criatura espiritual e imortal, “Lúcifer” “miscigenação” é no Jardim do Éden terreno ondem foram criadas criaturas humanas e mortais, “Adão e Eva”. E ainda seria outra grade discrepância, por que? Porque se fosse o mesmo Jardim que Lúcifer foi criado. Deus seria injusto, como já falamos, dizer ao homem “FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS, E ENCHEI A TERRA” E essa dádiva de frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, foi outorgada por Deus dentro do Jardim do Éden, e quanto a Lúcifer “Nem casa nem são dado em casamento” “Mas serão como os anjos de Deus no Céu”.

Então concluímos que aqueles que pensam ou ensinam como o Dr. Paulo Aragão Lins que o Jardim do Éden que Adão e Eva viveram, foi o mesmo que Lúcifer era o selo da medida, cheio de sabedoria, perfeito em formosura. Toda a pedra preciosa era a sua cobertura. Quando era o querubim, ungido para cobrir, e estabelecido, no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Quando seus caminhos eram perfeitos, desde o dia em que foi criado. (Ezequiel 28.11-15). Ezequiel 28 não é uma referencia a satanás estar no jardim do Éden quando tentou Eva a cair, porque a referencia apresentada deste Éden jardim de Deus que Ezequiel fala não se bate de maneira alguma a descrição do jardim do Éden do Gênesis 2 e 3, mencionado por Moisés.

Conclusão- O Éden de Deus era habitado por anjos, era um jardim de seres angelicais; Lúcifer era o querubim ungido; e era o governante daquele jardim; a sua habitação era o Éden jardim de Deus. "Éden significa deleite, delicia" era um Éden sem a árvore do conhecimento do bem e do mal, esse não era o Éden que Deus colocou Adão. O Éden que habitava Luzbel "Luz=luminoso”.  “bel=radiante", o querubim ungido, era um Éden de Gloria. Ali estava a sede do coral angelical, sendo Lúcifer o maestro desse coral. Essa glória, na qual ele vivia, foi á causa da sua queda. (Ezequiel 28.11-14). No versículo 15, estar escrito: "Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que forte criado, até que achou-se iniquidade em tí.", Foi ai que Deus o lançou para fora da sua gloriosa posição no Éden: como está escrito no (V.16),...lançarei profanado fora do monte de Deus...E no (V.17). Está escrito: Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu esplendor; por terra te lancei.... Se fosse o jardim do Éden de Adão, qual era a terra que Lúcifer ia ser lançado, se ele já estava na terra? Assim diz também o profeta Isaías: (Isaías 14.12-15). Então diante da transgressão desse querubim ungido, glorioso, perfeito, governante, maestro do coral angelical, com sua sede no Éden jardim de Deus; foi expulso, e, todo exercito angelical rejubilou (Apocalipse 12.12). E o segundo jardim que ficava na terra entrou numa confusão universal sofrendo as consequências da desordem causada pelo querubim, "agora expulso" No jardim do Éden de Adão Deus disse; façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança;...E criou Deus o homem à sua imagem à imagem de Deus o criou, o homem foi feito sua imagem e semelhança, algo que Lúcifer nunca foi, "imagem e semelhança de Deus" então; ele entrou no jardim do Éden de Adão astuciosamente para formar sua desordem (Gênesis 3.1-7).

O melhor que o Dr. Paulo Aragão Lins e outros devem fazer é dá uma boa revisão em sua hermenêutica. E não ser eludido por Satanás que é um grande ilusionista. (II Coríntios 11.13,14). 




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ORIGEM E QUEDA DE LÚCIFER


Adilson Francisco dos Santos. Estudos apologéticos

ORIGEM E QUEDA DE LÚCIFER

 Nome “LÚCIFER” é uma palavra de origem hebraica, (הילל בן שחר). Que significa. “Estrela da manhã”, “estrela da alvorada”, “luz da alvorada”, o “resplandecente”, “guarda”, “cobridor”, (Gênesis 3.24; Isaías 14.12-15). No latim, significa. “portador da luz”, “que traz luz”, “que dá claridade”, “luminoso”. Esta palavra é formada de, “Lucis=luz”, e “ferre=trazer”. “Isto é, aquele que traz luz”. Também uns de seus nomes no original hebraico é “Heylel”, Que quer dizer “estrela da madrugada” “filho da madrugada.”, seguido pela distinção “portar a luz”, “ou aquele que carrega a Luz”.  E “Luzbel” "Luz=luminoso”, “bel=radiante". Esses são os títulos que o querubim ungido antes de sua queda levava.

A Bíblia diz que Deus na sua grandeza e infinita sabedoria, bem antes de criar os seres humanos, criou as criaturas celestiais, ou seja, os anjos organizando-os de forma hierárquica, dividindo-os em cinco classes, “ARCANJO”, “ANJOS”, “SERAFINS”, “ESTRELAS” E “QUERUBINS”, (Jó 4.18; 15.15; 25.5; Daniel 8.10; Apocalipse 12.4). E entre a classe dos Querubins um tomou uma posição de destaque a quem Deus o batizou de “LÚCIFER”. Ele foi estabelecido como, “QUERUBIM UNGIDO”, para proteger, observe a expressão, “Ungido”, “Tu eras o querubim, ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas...”. Note a profundidade do profeta, que ele não diz “Um querubim ungido”, mas “O querubim ungido”. “Ungido” quer dizer aquele que é separado para uma tarefa especial, de alto nível, como no caso de um sacerdote ao de um rei ao serviço exclusivo de Deus, ele vivia no monte Santo de Deus, antes de sua queda, sua posição de querubim é fortalecida e acrescida por outra posição, ou seja, de “PRINCIPADO”. Principado vem do termo grego “arché”, significa “governo”, “magistrado”, pela expressão principado indica que Lúcifer governava o universo angelical, esse titulo é aplicado a um anjo com missão especifica, Quando Deus criou Lúcifer o já tinha designado para uma tarefa especial. Prestar e conduzir os louvores na corte celestial. Em Ezequiel 28.13, lemos que quando Deus o criou, já havia criado também os instrumentos para que ele tanger-se louvores para Deus, como está escrito, “... em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados”.

Em todas as descrições bíblicas que Lúcifer está em vista, ela fala d’ele como um ser real, vivo, e não meramente um símbolo do mal. Evidentemente foi um dos espíritos criados por Deus (Ezequiel 1.5; 28.12-14). Ocupava posição extremamente exaltada e segundo a bíblia muitos poder maior que o seu só se encontra na trindade santa, Deus, Jesus e o Espírito Santo (Ezequiel 28.11-15). A mesma passagem indica que, originalmente, Satanás não era um ser pervertido, mas perfeito em sua personalidade e obras.

Lúcifer era sem dúvida alguma o regente da música e encarregado de conduzir os louvores a Deus. Lúcifer era o grande líder da adoração angelical, um anjo de classe eminente, quando Deus o criou, já o tinha designado para um cargo especial, para conduzi-lo aos louvores, Em Ezequiel 28.13, Ele era o mestre para tanger harpa em louvor ao próprio Deus, (Isaías 14.11). Ele só perdeu essa posição quando se rebelou contra o seu criador, o qual Deus já não ouvia mais seu louvor. A tua soberba foi lançada também no Sheol, na sepultura junto com o som das tuas harpas...  (Isaias 14.11-13; Ezequiel 28.16). A Bíblia fala em Ezequiel 28.12-15, fazendo clara referência a Lúcifer antes de sua queda. A Bíblia fala que ele era o “Aferidor de medida” em beleza, poder, perfeição, sabedoria, santidade e formosura. Isso significa dizer que se antes de sua queda todos nós criaturas humanas pudéssemos chegar à Glória de Deus e disse-se assim: Deus me dê um exemplo de perfeição em teu reino de poder, beleza e glória. Deus com toda certeza apontaria para aquela criatura... Ou seja, o Querubim Ungido Lúcifer.
Como já falamos, Lúcifer carregava títulos que nenhuma criatura carregava, e um desses títulos era, “Aferidor da medida”. Aferidor da medida, é aquele que afere; instrumento para aferir. Mais ele não usava instrumentos para aferir. Ele era o próprio instrumento de aferição, beleza, poder, perfeição, sabedoria, santidade e formosura.  (Ele era o modelo perfeito, o modele padrão). Lúcifer era o modelo, o exemplo de perfeição diante de todos os seres angelicais. Na balança o aferidor da medida, é um instrumento de fundamental importância, sem ele a balança está inútil, sua principal função é medir, calibrar, marcar e aperfeiçoar com toda exatidão, todo peso e medida. Lúcifer foi criado com essas qualificações, ele foi encarregado por Deus como o aferidor da medida diante dos seres angelicais, para avaliar, para dar-lhe posição e responsabilidade com forme os padrões estabelecidos por Deus, para aplicar testes e referências, e dar-lhes valores, conduzindo ao próprio Deus na verdade.
Lúcifer era um anjo que pertencia a mais alta classe de seres angélicos, sua relação com Deus manifestava-se em sua função especifica de proteger o trono de Deus, ele se destacava pela ligação que tinha com o trono de Deus, sendo o querubim da guarda (Ezequiel 28.14). A expressão tronos, domínios, principados e potestades entre as coisas invisíveis, em Colossenses 1.16, implica graus e hierarquia que Lúcifer exercia entre os anjos. E em Efésios 1.21 e 3.10, a menção autoridade, potestade, domínio e "tronos" nos lugares celestiais. Das ordens nomeadas em Colossenses 1.16. Pela expressão "tronos" nos indicam que Lúcifer muito antes de sua queda exercia o mais alto e elevado cargo, próximo a Deus e assim tanto por estar perto de Deus e sustentar o trono de Deus como por sentar ele mesmo sobre trono aproximando-se mais perto de Deus em glória e dignidade, a expressão "domínios", ou senhorios, é aquele que exercem poder ou senhorio sobre as hierarquias inferiores; "principados", é o que tem dignidade de príncipe; e "potestades", ou autoridades, é aquele que exerce poder ou autoridade sobre a ordem angélica da hierarquia inferior, essa era as posições de Lúcifer antes de sua queda". As escrituras revelam que ele era dotado de grande sabedoria, e de uma exaltada beleza, de absoluta perfeição, de maravilhoso poder (Ezequiel 28.12). Ele ocupava uma posição de destaque diante de Deus, ele foi o primeiro, e o único querubim ungido.

A Bíblia diz que os querubins é uma classe de anjos criados por Deus, que se destacam pela ligação direta com Ele, a palavra querubim no original hebraico “QUERUB”, que significa, “Aquele que guarda, ou que cobre”, o sentido “O querubim, ungido para cobrir”, essa referência indica que um dia Lúcifer foi um dos querubins que cobria o propiciatório de Deus com suas asas. Cujas asas foram estendidas ao longo do trono de Deus, como aqueles querubins que cobria a arca da aliança no templo (Êxodo 37.9; Hebreus 9.23-34; Apocalipse 11.19). Eles são uma classe especial de anjos diretamente relacionados com o trono de Deus, os querubins aparecem mencionados em vários textos sagrados, eles são anjos que defendem o caráter Santo de Deus, assim os encontramos em ação, em todos os textos sagrados. (Êxodo 25.10-22; 26.1; 36.8; I Reis 6.23-29). A Bíblia declara que Deus habita entre os Querubins (I Samuel 4.4; II Samuel 6.2; II Reis 19.15; I Crônicas 13.6; Salmo 80.1; 99.1; Isaías 37.16).

Os querubins São responsáveis pela guarda da entrada do paraíso (Gênesis 3.24). Eles observam o propiciatório (Êxodo 25.18-20; Salmo 80.1; 99.1; Isaías 37.16; Hebreus 9.5). Eles são os cocheiros que constituem a carruagem que Deus se serve para descer a terra (II Samuel 22.11; Salmo 18.10). Como demonstração do seu poder de majestade, em Ezequiel capitulo um, e Apocalipse capitulo quatro, são representados simbolicamente como seres vivos em várias formas. Mais do que outras criaturas, eles foram destinados a revelar o poder, majestade e a glória de Deus, e a defender a santidade de Deus no jardim do Éden (Gênesis 3.24). No tabernáculo, no templo e na descida de Deus a terra (II Samuel 22.11).

 Os querubins aparecem pela primeira vez em (Gênesis 3.24). Como guardiões da santidade de Deus, tendo guardado o caminho para árvore da vida no jardim do Éden, que dá acesso para a entrada oriental, a fim de que nosso primeiro pai que havia transgredido a Lei do Senhor, não tivesse livre acesso ao caminho da árvore da vida.

A Bíblia revela que eles possuem uma posição elevada na corte celestial, E estão ligados diretamente ao trono de Deus (I Samuel 4.4; II Reis 19.15; Salmo 80.1; Isaias 37.16). Essa era a posição de lúcifer ante de sua queda, lúcifer era um querubim especial entre os querubins junto de Deus ante de sua rebelião, observe que o texto do (Salmo 80.1). Como já falamos, que Deus se assenta entres os querubim. E lúcifer um dia já teve esse prazer de ver seu Criador sentado entre eles (Ezequiel 28.13.14).

Observe o que a Bíblia diz a seu respeito em (Ezequiel 28.14). “Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas. No meio das pedras afogueadas andavas”, mesmo com toda essa grandeza e sabedoria que ele ocupava não lhe era suficiente, seu coração sempre anelava a usurpar a honra que o infinito criador não conferira a nenhuma criatura (Isaías 42.8).

Porém por sua presunção e orgulho lúcifer foi afastando-se de seu criador, e tal ausência traria ruína sobre si mesmo, mais a advertência tão somente suscitou o espírito de resistência. Lúcifer permitiu que prevalecesse a inveja para com Deus, o orgulho o alimentava cada vez mais, o desejo de supremacia o fortalecia, as honras que a ele fora conferidas por Deus não lhe despertava nenhuma gratidão para com Deus.

Segundo a Bíblia não houve quaisquer retirada arbitraria da graça de Deus, não houve nenhuma negligência de sua parte, nem deficiência em sua teocracia, para dá motivo ao rompimento da insurreição, lúcifer por sua arrogância imaginou ser um, “Deus”, (Isaías 14.14). E de julgar-se conhecedor de todos os segredos da vida, afirmando, “eu sou Deus”, (Ezequiel 28.2-9). Sua avidez incontrolável de querer ser igual a Deus a qualquer preço aguçou o interesse de grande número de anjos que resolveu acompanhá-lo nesse ato pecaminoso contra o seu criador.

Lúcifer deixou seu próprio lugar na presença de Deus, (Judas V.6). E saiu a difundir o motim entre os anjos (Apocalipse 12.4). Operando em misterioso segredo e escondendo seu real propósito, porque a Bíblia mostra que o seu grande propósito era ser igual ao altíssimo (Isaías 14.14).

A Bíblia diz que o orgulho desse ser moveu ele a se rebelar contra Deus, ele sobre uma falsa aparência de veneração para com Deus, esforçou-se por suscitar a insatisfação diante das leis divina, que governavam os seres celestiais, ensinando ele que elas impunham uma restrição forçada e desnecessária, visto serem de natureza Santa, ele insistia que os anjos por ter o livre-arbítrio deveriam obedecer ao raciocínio de sua própria consciência, Lúcifer por não se firmar na verdade, como está escrito (João 8.44). Disse que Deus o tratara injustamente, Ele sempre alegava não está pretendendo a exaltação própria, mais a Bíblia diz que ele a si mesmo se exaltava (Ezequiel 28.6).

Ele sempre alegou que antes procurava conseguir liberdade para todos os habitantes do céu, ou seja, para os, “Anjos”, a fim de por este meio poder alcançar condição mais elevada, isto é está acima do próprio Deus altíssimo, por sua arrogância de usurpador (Isaías 14.14). Onde a bíblia diz que é Deus que está acima que querubins e não um querubim arrogante acima d’ele ...”Tu que estás entronizado acima dos querubins” (Salmo 80.1). Lúcifer procurava por todos os meios incutir os anjos contra Deus, tal ato era revestido de maneira misteriosa, que difícil era para os anjos desvendar, por teres sido criado perfeito, por isso que muitos estudiosos do assunto, o chama de mestre do disfarce como está escrito (II Coríntios 11.14). Para os anjos era difícil qualquer suspeita mal da parte de um ser que fora altamente honrado por Deus, e amado pelos seres celestiais, onde sua influência era forte, como poderia um dia os anjos acreditar que Lúcifer o querubim ungido, a quem Deus tinha altamente exaltado pudesse ofender, ou torturar uma criatura de Deus, logo Lúcifer o querubim dá primeira classe, a estrela da manhã, o resplendor (Isaías 14.12-15). Mais ele usava sua má aparência, a qual parecia está procurando honrar a Deus, e o bem está de todos os seres celestiais do céu, mais Deus em sua onisciência, e infinita sabedoria, sabia muito bem qual era suas pretensões, e o que se passava no seu pensamento, porque a Bíblia diz que o Espírito de Deus penetra o mais profundo dos pensamentos de todas as criaturas (Hebreus 4.12).

Mais com tudo isso Deus permitiu que Lúcifer levasse avante sua obra até que o espírito de dissabor amadurecesse em ativa, era necessário que seus planos se revelar-se, e se desenvolver-se completamente para que sua verdadeira face e natureza pudessem ser vista por todos, observe o que a Bíblia diz a seu respeito em Ezequiel, “Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre”, (Ezequiel 28.19).

A Bíblia mostra que Deus criou todas suas criaturas livre, e Lúcifer por ter sido criado com livre-arbítrio podia fazer uso daquilo que Deus, jamais usaria, o seja, o mal, e o pecado, quando Deus o criou, o criou perfeito, Santo, e inculpável, entretanto, dotado de personalidade e livre arbítrio, esse ser angelical podia optar, escolher o caminho a seguir, ele foi criado no mesmo nível de justiça, bondade e Santidade, foi criado em condição de igualdade (Ezequiel 28.11-14). Foi nessa condição de livre-arbítrio que Lúcifer, um Querubim ungido criado para servir ao trono de Deus, ele rebelou-se contra o criador e fomentou sua rebelião induzindo milhões de outros anjos a seguir sua funesta revolta (Isaias 14.12-16; Ezequiel 28.12-19). Mais com tudo o verdadeiro caráter do usurpador deveria ser por todos conhecido, seria necessário que ele fosse adiante para que Ele se manifestar-se através de suas más obras, com tudo isso Deus na sua longanimidade suportou este insulto, porque a Bíblia diz que Deus não tem prazer na morte do ímpio (Ezequiel 33.11). Assim como Deus foi, e é, longânime para com os homens ímpios, assim Ele foi para com Lúcifer, porque como já vimos, foi Ele quem não quis se firmar na verdade (João 8.44). Lúcifer não foi de imediato degradado de sua posição, nem mesmo quando começou a apresentar sua falsa aparência e más pretensões diante dos anjos, reiteradas vezes lhe foram oferecida reconciliação e perdão, não podemos determinar o tempo exato que Deus na sua longanimidade o suportou, Porque a bíblia diz, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. (I Pedro 3.8). Mais uma coisa é certa, que as escrituras ensinam que a benignidade de Deus não tem fim (I Crônicas 16.34). Evidentemente Lúcifer e seus anjos recusaram o oferecimento do perdão que Deus lhes fez, como nos faz, há nós homens, e persistiram no erro, assim a Bíblia diz, “Que um abismo chama outro abismo”, (Salmo 42.7). E ainda mais, que quem ama o mal, ele o abaterá (Salmo 109.17). “Lavrastes a impiedade, segastes a perversidade, e comestes o fruto da mentira,” (Oséias 8.7; 10.13). Em outras palavras, Deus está dizendo que era inevitável que os pecados que ele se envolveu contra seu criador ficasse isento: “A tua malicia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mau e quão amargo é deixares ao Senhor teu Deus, e não teres o meu temor contigo, diz o Senhor Jeová dos exércitos.” (Jeremias 2.19). 

Foi isso que aconteceu com o querubim ungido. Ele insistindo dessa maneira se confinou no mal, e foi muito além nessa pendência contra seu próprio Criador, e tornou-se irreconciliável, e inimigo do Deus todo poderoso, e de todas suas criaturas.

Lúcifer prosseguiu entregou-se por completo na grande luta contra Deus, toda sua capacidade, ciência e virtude foram aplicada a obra de engano, Ele recusou a condição de arrependesse, e de submetesse as leis que apenas o amor e a sabedoria infinita poderiam conceber, houvesse Ele feito isso poderia ter salvado a si mesmo, e aos anjos caso houvesse desejado obedecer a Deus, mais o orgulho o impediu de submeter-se a lei do criador.

E como resultado de sua rebelião contra Deus. Lúcifer e suas hostes foram banidos do céu, e os anjos que se aliaram a ele na insurreição contra Deus, fora derrocado no céu, como está escrito, “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus; e foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo, e Satanás, que engana todo mundo, ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele”, (Apocalipse 12.7-9). Lúcifer inspirando um ódio terrível contra Deus foi vencido com seus anjos, e foram totalmente banidos dos céus, e Deus declarou sua justiça e honra, e os céus, do qual seus habitantes jubilaram de alegria, por isso está escrito, “Alegrai-vos os céus e vos que neles habitais. Ai do que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo”, (Apocalipse 12.12). Todo céu deveria ver, e viu o grande enganador desmascarado, mesmo quando foi decidido que Ele não mais poderia permanecer no céu. Deus com sua infinita sabedoria não destruiu a Lúcifer de imediato, houve-se Ele sido de imediato excluído da existência teria as demais criaturas servido a Deus, antes por temor, do que por amor.

Lúcifer antes de desenvolver completamente sua má obra, usou uma terrível camuflagem sobre o pecado, porque para os anjos o pecado não parecia ser o mal que é na realidade, Eles eram seres celestiais, e Santos, essa era a essência de sua criação como está escrito (Ezequiel 28.12). Eles não eram capazes de discernir as consequências terríveis do pecado, quando Lúcifer começou sua obra maléfica, os anjos não podiam compreender toda extensão, e enormidade do pecado, pois nunca existira pecado antes, porque a Bíblia afirma que desde o principio de sua rebelião. Satanás é o autor do pecado (I João 3.8).

Por pura camuflagem luciferiana, os seres celestiais recorreram à falsa representação que era sua arte de combate, e tornar indecisos os anjos, pelos capciosos argumentos relativos aos propósitos divinos, tudo que era simples, Lúcifer envolveu em mistério, e mediante artificiosas rações, seu elevado cargo empreitada maior força, muitos foram induzidos a unir-se a Ele na insurreição contra o criador (Apocalipse 12.4). Assim como os seres humanos, os anjos estavam passando num período de provação, porque todo que é dotado de livre-arbítrio tem esse momento, alguns deles caíram em pecado, por isso nunca serão salvos, nem tão pouco poderão arrepender-se dos seus pecados, porque o próprio Deus já o sentenciou a condenação eterna, por tal rebelião, (II Pedro 2.4; Judas V.6; João 16.11). Porém os muitos anjos que não aderiram à insurreição de Lúcifer passaram no teste e agora estão num estado de Santidade e glória, e os céus são o seu lugar de habitação eterna (Mateus 18.10; 22.30; Apocalipse 5.11). Ondem permanecem leais como “santos anjos”, (Mateus 25.31; Marcos 8.38; Lucas 9.26; Atos 10.22; Apocalipse 14.10). Chamados “anjos eleitos”, (I Timóteo 5.21).

Satanás perdeu o direito de habitar no céu, dimensão onde habita Deus, e os Santos, Ele foi expulso de sua presença, assim Ele procurou estabelecer sua morada nas regiões celestiais, como está escrito (Efésios 2.2). Por seu orgulho, Ele perdeu tal direito, porque a Bíblia nos ensina que Deus se agrada dos que serve com um coração voluntario (II Crônicas 28.9).

A Bíblia vem mostrando que o que Satanás fez com os anjos, agora ele procura a todo custo incutir nos homens o mesmo espírito de rebelião contra Deus, durante toda sua vida, Ele vem investindo com todo afinco no homem, e inspira a rebelião sobre toda a terra nos filhos da desobediência (Efésios 2.2). Semelhantes ao que ele fez no céu com os anjos, Após sua queda Lúcifer ficou cegando, ludibriando, e prometendo liberdade aos homens com base na violação da lei de Deus, começando maleficamente por Adão e Eva, prometendo vida, mesmo eles na desobediência (Gênesis 3.4). Hoje sabemos que qualquer reprovação do pecado contra Satanás, ele suscitará o espírito de ódio, como disse o Apóstolo Pedro (...) “O Diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como Leão, buscando a quem possa tragar”, (I Pedro 5.8).

No decorrer da história cada vez mais Satanás quer levar os homens a justificar-se, e com isso procura à simpatia de outros em seus pecados, hoje a humanidade em vez de corrigirem seus erros como está escrito, “De que se queixa, pois o homem vivente? queixe-se cada um dos seus pecados”, (Lamentação 3.39). Indignar-se contra Deus que reprova como se fosse ele a causa da dificuldade.

Satanás quer por uma aparência falsa no caráter divino, como fez no céu, fazendo com que Deus seja por muito considerado severo e tirano, Satanás sempre quis e quer induzir o homem a pecar, declarando ele que as injustas restrições de Deus, foi à causa da queda do homem, mais observe que em Gênesis 3.1-6, Satanás é chamado a serpente que enganou e provocou a queda do homem.

A Bíblia vem mostrando que a maioria das referências a essa criatura está nos evangelho, e em atos, no Antigo Testamento há pouca referência de Satanás e de seus demônios (Levítico 17.7; Deuteronômio 32.17; I Crônicas 21.1; II Crônicas 11.15; Jó 1.7-12; 2.1-7; Salmo 106.37; Zacarias 3.1.2).

Lúcifer foi o primeiro ser criado, porque segundo a Bíblia (somente Deus o Altíssimo é incriado, sem precipício e sem fim) ele se corrompeu, por causa de seu orgulho, gloria, e resplendor, ele almejou a glória que Pertence unicamente ao Senhor, como está escrito (Isaias 42.8). E ele por está na posição mais elevada de Querubim ungido, estabelecido para proteger o monte Santo de Deus, que as pedras afogueadas eram seu brilho, que era perfeito nos seus caminhos, não suportando o peso da posição, e por tal destaque entre os anjos invejou algo que só pertence a Deus, daí veio à queda, o coração dele elevou-se muito por causa de sua formosura, lúcifer corrompeu sua sabedoria por causa do seu resplendor (Ezequiel 28.17). E por isso veio seu fim, imagine os mortais.

Pois devemos está bem atento com as advertências do Apóstolo Pedro que nos diz, “Porque toda criatura é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva, secou-se a erva, e caiu a sua flor”, (I Pedro 1.24). Assim foi Lúcifer na sua criação já foi uma flor da erva, agora nada é mais, a não ser uma flor de erva seca sem nem um vigor, destinado ao lago de fogo e enxofre (Apocalipse 20.10).
Lúcifer perdeu suas qualificações de está no monte Santo de Deus, e de está junto ao tabernáculo Santo, porque no Salmo 15.1-5, fala nas qualificações que uma criatura deve ter para habitar no monte Santo, e tabernáculo de Deus, primeiro ela deve prática à justiça, e fala a verdade no seu coração, coisa que Lúcifer perdeu como está escrito, não se firmou na verdade, e encheu seu coração de iniquidade, e violência (João 8.44; Ezequiel 28.15.15). Segundo aquele que não difama com sua língua, nem faz mal ao seu próximo, coisa que Lúcifer se aperfeiçoou, começando por chamar Deus de mentiroso (Gênesis 3.4.5). E sempre acusou todos que são próximo de Deus, e uma prova disso foi quanto ele foi banido do céu, acusou “Jó”, “Josué”, e “todos os cristãos”, (Apocalipse 12.12; Jó 1.9; Zacarias 3.1). Terceiro aquele que cujos olhos o réprobo é desprezado; mais honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e com tudo não muda. Lúcifer sempre olhou com desprezo e orgulho, para seu criador (Ezequiel 28.2-6). E nunca respeitou as criaturas que temem ao Senhor (Apocalipse 12.12).  Seu conteúdo mudou, porque desde o principio de sua rebelião ele mente (I João 3.8). Quanto àquele que não dá seu dinheiro com usura, coisa que Deus abomina (Deuteronômio 19.17). Lúcifer sempre gostou de subornar, enquanto viveu no céu ele ludibriou e subornou com suas mentiras a terça parte dos anjos (Apocalipse 12.4).  Lúcifer sendo uma criatura tentou ser maior que seu Criador, cego por suas qualidades, foi precipitado e seu fim decretado (João 16.11; Apocalipse 12.12). Tornando-se Satanás. E nesta pendência conquistou a terça parte dos anjos, devido ao comércio que fez com seus dons em tal quantidade e o tornou violento e pecador (Ezequiel 28.16). Ele se esqueceu que os dons e talentos que Deus dá não faz suas criaturas serem maiores do que Ele próprio. Na terra não fez por menos, ele tentou Jesus no deserto, prometendo-lhe todos os Reinos deste mundo, se ele se prostrasse e lhes adorar-se (Lucas 4.6.7). Por essas qualificações más e perversas, foi que Deus ó desqualificou para que ele não mais habitar-se no monte Santo de Deus, isso é uma grande advertência para todos nós, para não seguir seu exemplo, e deixa de um dia habitar no monte Santo de Deus, e viver prestando-lhe culto ao criador diante do tabernáculo Santo.
Lúcifer se esqueceu que Deus é criador, e nós criatura, Deus é imortal, nós mortal, Deus é imparcial, nós parcial, Deus é imaculado, nós maculado, Deus é imaterial, nós material, Deus é invencível, nós vencível, Deus é infinito, nós finito, Deus é perfeito, nós imperfeito, Deus é superior, nós inferior, Deus é irrepreensível, nós repreensível, Deus é puro, nós impuro, Deus é sensato, nós insensato, Deus é Mestre, nós discípulo, etc.

Porém hoje quanto à rebelião de Lúcifer, tiramos há seguinte conclusão, que todas as criaturas, seja humana ou angelical, foram criadas por Deus, para lhes servir, e lhes prestar culto e adoração (Salmo 150.6). E não para seres desobedientes, como o anjo rebelde que lançou todos os, seus privilégios fora, por isso devemos defender com todo afinco nossa coroa, e os galardões que Deus em Cristo preparou para nós, e para todos aqueles que nele esperam, e que não aderiram há rebelião de Lúcifer.

Portanto depois de conhecer essa trágica historia, não serei nenhum néscio um dia me levanta contra meu Deus e criador, e contra seus estatutos, como Lúcifer ex-líder dos anjos fez, longe de mim esteja de um dia pelo menos pensar como esse anjo rebelde pensou.










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terça-feira, 19 de setembro de 2017

QUEM ESTÁ COM A INTERPRETAÇÃO CORRETA SOBRE O DIVÓRCIO? O PASTOR PAULO JUNIOR? OU A BÍBLIA SAGRADA?

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

QUEM ESTÁ COM A INTERPRETAÇÃO CORRETA SOBRE O DIVÓRCIO? O PASTOR PAULO JUNIOR? OU A BÍBLIA SAGRADA?

Sempre ouve sempre haverá no meio evangélico e até fora dele assunto polêmicos, mais nenhum é tão debatido nos últimos dias quanto o divórcio. As opiniões quanto o terma são divergentes, carregadas de sentimentos emocionais, principalmente, quando há envolvimento pessoal ou familiar em casos de separação conjugal. E sobre esse terma, homens como Harold Camping, no seu livro. União Divina. Pe. Vítor Gropelli, que extraiu seu estudo sobre o divórcio do livro: A Cruz dos Recasados, e o Pr. Paulo Junior, afirmam que mesmo em caso de adultério a bíblia não deixa nenhum respaldo para a separação, ou para o cônjuge que foi a vitima traída, contrair outra nupcia. 

Sabemos que o divórcio quando era baseado em Deuteronômio 24.1, é uma inegável desgraça, disso não temos dúvida, é óbvio que Deus não o quer pra ninguém (Malaquias 2.16). Mais vejamos uma coisa, a medicina tem falado muito sobre, gangrena, tétanos que já forçaram bons médicos a amputarem braços e penas, etc, até de parentes e amigos, para tirar de seus membros parte que foi corrompida. Assim foi Jesus. Ele agiu similarmente, permitindo o divórcio e um novo casamento em caso de infidelidade conjugal (Mateus 19.9). Porque assim como a gangrena, e tétanos corrompe o corpo por sua enfermidade, assim o adultério quebra o compromisso do contrato de voto, da aliança celebrada na cerimonia do casamento, disso não tenha dúvida.

Quanto a seus estudos e vídeos, o Pr. Paulo Junior forra da hermenêutica bíblica cita os textos de Mateus, que diz. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. (Mateus 19.7.8). Esse texto ele usa para condenar os irmãos que sendo infeliz no casamento após a infidelidade “Adultério”, se divorciam e casaram-se novamente. Mais não gosta de cita e contexto, desse texto que diz. “Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de Adultério...” “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de Adultério...” (Mateus 5.32; 19.9). 

Mais isso não passa de uma bela exibição falsa da hermenêutica criada por esses pastores. Vamos analisar hermeneuticamente esses textos que vem a anos sendo citado por esses pastores num esforço de tentar encontrar um respaldo bíblico para negar o Divórcio em casos de adultério. Esses pastores ao estudar este texto sem examinar profundamente o que ele realmente quer dizer, não dar a interpretação correta, vamos analisar todo texto e contexto, porque o texto diz. “A não ser por causa de prostituição” Esse texto não está aparentemente como eles ensinam, está literal e mais que claro, que um homem pode divorciar-se sim de sua esposa, e contrair outro casamento, havendo infidelidade (Adultério). O versículo ensina e justifica que o esposo ou a esposa deve divorciar-se por tal ato, porque o texto diz literalmente. “A NÃO SER”

Nesses últimos dias há uma exigência por se examinar e conhecer a hermenêutica, e ter muito cuidado com os estudos e vídeos do Pr. Paulo Junior sobre o divórcio. Onde ele alega que mesmo em caso de adultério a bíblia não dá respaldo para um novo casamento, mais o que diz a bíblia?

O Pr. Paulo Junior, baseia seu estudo no catecismo da igreja católica, algo que os irmãos evangélicos não conhecem. Vejamos o que diz o catecismo. 

 “...A Igreja mantém-se firme em não reconhecer válida uma nova união, se o primeiro casamento foi válido... Portanto, não podem ter acesso à comunhão eucarística” (Catecismo da Igreja Católica, pág. 451, # 1.650).“Entre batizados católicos, o matrimônio ratificado e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano nem por nenhuma causa, exceto a morte”... (Catecismo da Igreja Católica, pág. 617, # 2.382, grifo nosso). “Se o marido, depois de se separar de sua mulher, se aproximar de outra mulher, se torna adúltero, porque faz essa mulher cometer adultério; e a mulher que habita com ele é adúltera, porque atraiu a si o marido de outra” (Catecismo da Igreja Católica, pág. 617, # 2.384).

É dessa belíssima fonte que o Pr. Paulo Junior tira seu estudo sobre o não divórcio mesmo em caso de adultério e não da bíblia.

O Pr. Paulo Junior e outros gostam muitos de citar Mateus capítulo 19, versículos 1-8, para condenar aqueles que foram traídos, que sendo infelizes no casamento, se divorciaram e casaram-se de novo. Mas como sabemos isso é apenas mais uma exibição de sua própria Hermenêutica, e não da hermenêutica bíblica para fortalecer seus dogmas criados por eles mesmos, e copiado do catecismo da igreja católica, e não o que a bíblia ensina. 

Hermeneuticamente devemos examinar não só a pergunta que os fariseus fizeram a Jesus se “É lícito ao homem repudiar a sua mulher” como também o acréscimo. “Por qualquer motivo?” 


(Mateus 19.3). É importante saber dividir qual foi á pergunta que os fariseus formularam, “É lícito ao homem repudiar a sua mulher” com o acréscimo. “Por qualquer motivo?” E da resposta de Jesus, registrada nos versículos 4-6, que foi um grande “NÃO” “NÃO AO DIVÓRCIO POR QUALQUER MOTIVO”. Abrindo apenas uma única exceção “A NÃO SER POR CAUSA DE ADULTÉRIO”, que não é por qualquer motivo, como os Judeus viviam e gostariam que essa regra seguisse no ministério de Jesus, “DIVÓRCIO POR QUALQUER MOTIVO” (DEUTERONÔMIO 24.1). Com Jesus só há divorcio “A NÃO SER POR CAUSA DE ADULTÉRIO”, Por uma quebra de compromisso, de contrato de voto, de aliança celebrada na cerimonia do casamento, dai sim facilita essa Exceção. Exceção essa como no caso de José e Maria que Deus primeiro coloca uma regra, para eles ter uma relação sexual, só após o nascimento de seu Filho Jesus. “E não a conheceu, enquanto ela não deu á luz”. (Mateus 1.25). Observou a regra “Enquanto ela não deu á luz”. Se eles não seguissem essa regra, só de ter relação sexual após o nascimento do Filho de Deus, violariam as ondem de Deus maculando seu Santo Filho. E segundo abriu uma exceção. Exceção essa, que eles só poderiam ter relação sexual só após o nascimento de seu Filho. Assim é o Divorcio, ele começa com uma regra, a qual chamamos de “FIDELIDADE”, “ALIANÇA”, “VOTO CELEBRADO NA CERIMONIA DO CASAMENTO”, e termina com uma exceção, a qual chamamos de “ADULTÉRIO, QUEBRA DE VOTO, ALIANÇA, CONTRATO E COMPROMISSO,” se o conjugue não seguir essa regra de haver separação só em caso de adultério, “A não ser por causa de adultério” e divorciasse por qualquer motivo, eles contamina o matrimonio e mancha seu leito (Hebreus 13.4).  Voltando ao versículo 7, os fariseus argumentam que na Lei de Deus, escrita por Moisés, (Deuteronômio 24.1). O divórcio era permitido “Por Qualquer Motivo?”. Observe, “Por Qualquer Motivo?”.  Jesus não contradiz, mas explica que tal se deu por causa da dureza dos corações dos judeus, ou seja, tal medida se fez necessária para evitar males maiores (v.8). No versículo 9, Jesus dá Sua Nova Lei nestes termos: “Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, “Adultério” e casar com outra, comete adultério...” Por tais palavra de Jesus sobre o  versículo (V.9). Os Discípulos Disseram-lhe: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. (Mateus 19.10). Observe que é logo depois que Jesus diz. “Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de “Adultério” é que eles falaram “Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.” Porque eles como os fariseus conheciam o mesmo texto de Deuteronômio 24.1, que só bastava um homem não achar graça em sua mulher ou encontrar coisa indecente nelas, para dá-lhes carta de repúdio. Isso é “Por qualquer motivo”. Ai fica bem claro o texto do profeta Malaquias que diz que “Deus odeia o divórcio”. (Malaquias 2.16). “Ou seja, Por qualquer motivo”. E não em caso de adultério como falou o profeta Jeremias. Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela o deixar, e se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele outra vez para ela? (Jeremias 3.1). Ou será que o pastor Paulo Junior e os demais que são contra o não divórcio em caso de Adultério? Aceitariam, Se a esposa deles se ajuntasse a outro homem, tornariam eles outra vez para ela? Tendo ela se poluído Adulterado?  Se prostituído com muitos amantes? 

Quanto o texto de Mateus que diz.  “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”. (Mateus 19.9). O final desse texto deixa muitos intrigados, porque ele diz. “E o que casar com a repudiada também comete adultério”. Dai vem o questionamento, mais não foi á mulher que praticou tal ato, mais sim o homem, a mulher foi apenas a vitima. Então porque, quem casar com ela comete adultério? Porque tal pena sobre ela? Não está ela livre por ser a vitima?

É obvio que sim, ela está livre por ser a vitima, Veja hermeneuticamente o que diz o evangelista Marcos, ele foi mais rico em finalizar o tema. E Jesus lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher “A NÃO SER POR CAUSA DE ADULTÉRIO”, e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido “A NÃO SER POR CAUSA DE ADULTÉRIO”, e casar com outro, adultera. (Marcos 10.11.12). Por isso que Mateus em seu texto diz, e o que casar com a repudiada também comete adultério. Ou o que casar com o repudiado também comete adultério, isso é vice e vessa. Porque um ou outro cometeu tal ato.

Jesus diz bem claro que a parte traída pode divorciar-se da parte traidora e casar-se novamente. Para tornar isso mais claro, trazemos o seguinte exemplo: Se um reitor de uma grande universidade fizesse a seguinte comunicação interna: “Aquele que tiver mais de cinco faltas aos seus estudos, num período de trinta dias, a não ser que apresente uma boa razão bem convincente para tal falta, será expulso”. Deveríamos concluir que o referido reitor estaria dizendo que todos que tivessem mais de cinco faltas aos estudos, num período de trinta dias, seriam expulsos sumariamente? É obvio que não. Ainda mais, se sair dos homens para pecar, dai um faz uma interrogação poderemos pecar nesse rio? Porém o segundo homem responde podemos? A não se que tenha uma restrição, ou seja, um cartaz com um dizer é proibido pecar. E não temos nós, no evangelho de Mateus 19.9, um caso similar acerca do divórcio? Um cartaz chamado evangelho com um dizer, que só pode haver divorcio em caso de adultério, “A NÃO SER POR CAUSA DE ADULTÉRIO”. 

Mais antes do divorcio, sugerimos às vítimas de infidelidade conjugal, se tiver a possibilidade que tentem se reconciliar com aparte infiel, antes da oficialização do divórcio. Como o próprio Deus fez, observe o que diz o profeta Jeremias. “Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela o deixar, e se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele outra vez para ela? Não se poluirá de todo aquela terra? Ora, tu te prostituíste com muitos amantes; mas ainda assim, torna para mim, diz o SENHOR. (Jeremias 3.1). Observe que Israel era casado com Deus. Deus o considerava como sua esposa, ela cometeu adultério, foi pérfida, “Infiel” se prostituiu com muitos amantes; mais mesmo assim Deus tinha a esperança de que a iniqua nação de Israel voltasse para Ele. “Tu te prostituíste com muitos amantes; mas ainda assim, torna para mim, diz o SENHOR”. Isto, porém, é uma sugestão e não um mandamento do Senhor Jesus, porque o sinal de interrogação está bem claro. “Porventura tornará “ELE” outra vez para “ELA?” Embora possamos contar com a Sua aprovação, para ambas as partem, ou para reconciliar ou para divorcia-se.  

Outro texto que o pastor Paulo Junior com sua própria interpretação toma como cavalo de batalha para disseminar seus estudos sobre o divórcio é Romanos 7.1-3, que diz. “Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido”. Esse texto ele toma na tentativa de provar que o adultério não dá à parte traída o direito de divorciar-se da parte traidora e contrair novo matrimônio.

Porém como sabemos hermeneuticamente, esta interpretação é desprovida de um dos princípios que é: Todo texto tem que ser interpretado à luz de seu contexto. E por se falar em contexto, lembremo-nos ao pastor Paulo Junior, que há contexto imediato, contexto remoto e contexto histórico. Se não lermos somente os versículos 1 a 3 de Romanos 7, mas também o versículo 4, não será difícil percebermos que o apóstolo não estava dizendo que assim é, mas informando como fora no Antigo Testamento. Paulo estava dizendo que como a morte do marido na Antiga Aliança, dava à viúva o direito de arranjar outro marido, nós, os cristãos na Nova aliança, não somos obrigados a nos submetermos ao jugo da Lei de Moisés, mais sim viver sobre o jugo de Jesus “Tomai sobre vós o meu jugo...” “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11.29.30). Visto ter Cristo morrido. Assim, a ideia central deste texto não é uma reprovação ao divórcio. Este texto não tem por objetivo mostrar se a parte traída pode ou não, casar-se novamente, se a parte traidora ainda vive. Este texto está tratando de outro assunto, a saber, tem por objetivo mostrar que, assim como no Antigo Testamento, a mulher não seria adúltera se, à morte do marido, casasse novamente, ninguém pode (ou melhor, não deve) acusar o cristão de estar pecando contra Deus, por não se submeter à Lei Mosaica, já que o marido (Cristo), morreu, nos deixando livres para fazer uma Nova Aliança com Aquele que ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus. O que o apóstolo está dizendo é que Cristo nos libertou da Lei (Romanos 7.6). E não falando de um casamento literal entre um homem e uma mulher, como o Pr. Paulo Junior interpreta.. 

Paulo está falando da liberdade do domínio da lei (7.1-6). Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? A primeira frase, Não sabeis vós “agnoeite”, quer dizer: “Com certeza vocês sabem disto - que o domínio da lei foi substituído pelo da graça. Ou vocês precisam ser avisados que a morte acaba com as exigências da lei, e portanto a revelação da lei foi interrompida com a morte de Cristo?” A sentença entre parênteses é “Ginoskousi gar nomon lalo”, que traduzida literalmente quer dizer: “Eu estou falando com aqueles que têm conhecimento da lei”. Por isso fica a alerta de Franklin Ferreira. A metáfora acerca da “mulher casada”, apresentada pelo apóstolo nos versos 2-3, deve ser analisada com muito cuidado, para não corrermos o risco de concluir aquilo que Paulo não quis ensinar.

Ele ainda sobre seu cavalo de batalha e todo perdido usa I Coríntios 7.10,11 e 39, para tentar prova que mesmo na traição não há numa possibilidade de um novo casamento. Mais como sabemos esse texto tem que ser interpretado à luz do seu contexto remoto, que é Mateus 19.9. Logo, a separação tratada nestes dois versículos não permite um novo casamento, por não concernir à infidelidade conjugal. Geralmente os que dizem que a infidelidade conjugal não dá ao cônjuge fiel o direito de divorciar-se e casar-se novamente, alegam que, à luz de I Coríntios 7.11, a mulher até que pode apartar-se do marido infiel, se isto se fizer extremamente necessário, como é o caso do marido trazer “a outra” para ocupar com a esposa, o mesmo espaço físico, sob o mesmo teto. Contudo ela não pode se casar. Mas eles se esquecem que, se a mulher, em caso de extrema necessidade, pode apartar-se do marido, contanto que fique sem se casar, ao homem deve ser dado o mesmo direito. Porém, se texto sem contexto fosse válido, poderíamos nos apoiar na parte “b” de I Coríntios 7.11, para dizer que o homem não só está proibido de casar-se com outra, mas obrigado a conviver com sua mulher, por mais que a separação se faça necessária, porque este texto tão-somente diz: “...e que o marido não se aparte da mulher”. Tudo que dissemos acima, podemos dizer do versículo 39. Isto porque não se pode dizer da mulher traída que, divorciando-se do seu marido, casou-se novamente, que ela tenha abandonado o marido. Não! Ela não abandonou o marido; pelo contrário, foi abandonada por ele. Realmente, só a morte pode dissolver a união conjugal; mas, se uma das partes não respeitar este princípio divino, que é o compromisso, de contrato, de voto, de aliança celebrada na cerimonia do casamento, portanto qualquer um dos dois quebrar um desses votos, a outra fica livre, à luz da Bíblia, e não à luz de alguns versículos isolados de seu contexto imediato ou remoto. Que o pastor Paulo Junior não sabe separa como já vimos.

O que Deus diz em sua palavra precisa ser compreendido sobre a luz da hermenêutica antes que qualquer um crie sua própria doutrina ou emita qualquer opinião sobre o divórcio. Sobre o casamento. Esses pastores precisam saber quando o profeta Malaquias diz. Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o divórcio, (Malaquias 2.16). É que Deus reconhece válida a união, ou seja, o primeiro casamento que foi válido, que foi unido por Deus isto é, dentro dos moldes de seu ensino que é a bíblia. Que é um autêntico casamento, que foi unido por uma aliança, um volto, esse casamento não pode ser anulado: Por isso o profeta diz. E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança. (Malaquias 2.14). Observe o que o texto dia, “O Senhor foi testemunha”, “A qual tu foste desleal” “DESLEAL” “Sendo ela a tua companheira” “A mulher da tua aliança”. “ALIANÇA” Eles repudiavam suas mulheres por qualquer motivo? (Deuteronômio 24.1). Por isso o profeta diz. “DEUS ODEIA O DIVÓRCIO”. Porém, já vimos que quanto a esse ensinamento acerca do divórcio o pastor Paulo Junior colide com Mateus 19.9. “A NÃO SER”. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de “Phornos” prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete “Moichos” adultério. (Mateus 5.31.32). Aliança rompida acordo desfeito (II Crônicas 15.2).

Concluímos nosso assunto sobre o divórcio falando sobre o que o apóstolo Paulo quis dizer em Romanos e Coríntios. Sabemos que o apóstolo Paulo estava falando sobre o regime da lei que foi provisório na história da salvação com a vinda de Jesus ele põe fim a Lei (II Coríntios 3.14). Porque o fim da Lei é Cristo para todo aquele que crê. (Romanos 10.4). Paulo está falando do papel da Lei que não foi salvar e nem libertar, porque seu papel foi revelar as transgressões dos homens. E não que ele estava falando de um casamento literal.

Jesus falou que a Lei nada aperfeiçoou por causa da sua fraqueza e inutilidade (Hebreus 7.19). Se fosse um casamento, como o pastor Paulo Junior ensina, então já era um casamento, fraco, imperfeito e inútil.

A bíblia diz. Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei (Hebreus 7.12). Observe que a bíblia mostra que a lei não morreu, mais diz. Necessariamente se faz também mudança da lei. “MUDANÇA E NÃO MORTE” Se fosse um casamento como o pastor ensina. Necessariamente se fazia mudança desse casamento? Ainda mais o pastor deveria ler mais um pouco antes de falar, vejamos. O concílio de Jerusalém determinou que os gentios os novos convertidos a Cristo não têm nada haver com a Lei (Atos 15.10.11; 20.29). Então se fosse um casamento literal, os novos convertidos em Cristo nada tinha haver com ele.

Se o capitulo 7, de Romanos, estivesse falando de um casamento literal como o pastor Paulo Junior prega, ele deveria observar que o apóstolo Paulo o chamou de ministério da morte gravado em pedra (II Coríntios 3.7). Ministério da condenação (II Coríntios 3-9). E transitório (II Coríntios 3.13). Se fosse um casamento ele seria tudo isso, como já vimos Paulo está falando que o Antigo Testamento foi abolido por Cristo (II Coríntios 3.14). Então se fosse um casamento ele teria sido o que? “ABOLIDO” Entretanto buscar a salvação pela observância da Lei é desviar-se da graça (Gálatas 5.3.4). É importante observarmos que Paulo nos seus ensinos em Romanos 7.7.14, o que ele quis dizer é que a Lei é impotente não para salvação, pois sua função é outra e não que ele estivesse falando de um casamento.

Paulo sempre ensinou que Ninguém que está debaixo da graça pode seguir a Lei porque ela ao invés de tornar o homem justo só traz maldição para os que não a cumprem (Gálatas 3.10).

A Lei terminou sua função com a chegada de Cristo (Gálatas 3.19-29). Paulo ao escrever aos gálatas expôs em ordem contra o legalismo formal dentro da Igreja. Os gálatas eram inconstantes e aceitavam qualquer novidade doutrinária que surgia, essa livre luta de Paulo foi renhida para não deixar os povos cristãos que nasciam em Cristo ser enganados. (Atos. 15.1.2). Paulo observando a posição dos cristãos debaixo da Lei disse que embora sendo herdeiro não tem diferença de um escravo, em qualquer Igreja onde estabelece Lei os cristãos embora sendo herdeiros (Romanos 8.17) como filhos são escravizados (Gálatas 2.4). Se fosse um casamento como seria? Seria apenas um escravo desse casamento. Era ou não pastor Paulo Junior? A Bíblia está mostrando que os herdeiros eram os Judeus debaixo dos tutores, “Isto é a Lei, não de um casamento”, mais embora a Igreja da galácia sendo gentio estava se tornando também prisioneira da Lei. (Gálatas 3.1.13; 5.1). Ou de um casamento?

Hoje muitos querem se justificar e fazer as determinações da lei de Moisés, mais segundo a Bíblia ninguém é justificado pela Lei. Pelo contrário, a Lei nos põe debaixo da maldição, visto não termos capacidade para cumpri-la em todos os detalhes. E aí ficamos culpados de toda a Lei (Deuteronômio 28.15; Gálatas 3.13; Tiago 2.10). Se fosse um casamento como o pastor nos ensina estávamos debaixo da maldição e culpado.

Em romanos Paulo estava dizendo que Jesus veio para libertar os herdeiros da promessa, mas eles não o aceitaram (João 1.1.12; 5.39.40; 8.34.36). Qualquer cristão que se rende a Lei torna-se também escravo dela (Gálatas 5.1.4). Ainda que sejam pessoas sinceras e bem intencionadas, entretanto estão debaixo da condenação (Gálatas 3.13). Visto que ninguém é capaz de guardar totalmente a Lei. (Atos 15.10.11). O Senhor Jesus veio somente para cumpri-la (Mateus 5.17). E libertar os herdeiros da promessa, os judeus, mas eles não aceitaram. Se fosse um casamento Jesus veio para nos libertar dele.

Paulo lutou tenazmente contra os judaizantes do passado que ensinavam a guardar do sábado e a circuncisão (Atos 15.1; Colossenses 2.16). Jesus também lutou contra esses mesmos princípios (Mateus 15.1.3.17; Lucas 6.7; João 9.14.16).

Isto quer dizer que os cristão não estão preso aos preceitos carnais da Lei, guardar a Lei é perder todo trabalho, quem proceder dessa maneira torna-se preso às cerimônias (Colossenses 2.16). Quem pretende guardar e se justificar pela Lei, está aniquilando o sacrifício da cruz, (Gálatas 5.11). E não de um casamento literal como o pastor Paulo Junior ensina. Graça e Paz da parte de Deus. Jesus e do Espírito Santo.






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domingo, 9 de julho de 2017

SERÁ QUE DAVI ERA HOMOSSEXUAL? E ENTRE ELE E JÔNATAS HAVIA UM CASO AMOROSO?

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

SERÁ QUE DAVI ERA HOMOSSEXUAL? E ENTRE ELE E JÔNATAS HAVIA UM CASO AMOROSO?

Há muitos anos venho ouvindo e sendo questionado sobre o tema homossexualismo, com a seguinte pergunta. Se o homossexualismo é prática tão condenável aos olhos de Deus como diz a bíblia, como explicar a relação homossexual existente entre Davi e Jônatas e como entender a sugestão do texto bíblico de Eclesiastes que diz: “Porque se caem, um levanta o outro; mas o que será de alguém que cai sem ter um companheiro para levantá-lo?” “Se eles se deitam juntos, pedem se aquecer; mas alguém sozinho como vai se aquecer?” (Eclesiastes 4.10.11). Bíblia de Jerusalém P.1171.

Sabemos que aqueles que defendem ou vive essa prática deturpa a interpretação correta, e não estão agindo honesto no uso das sagradas escrituras, eles estão usando a “EISEGESES”, forçando-o o texto falar o que não está escrito para apoiar sua prática abominável da homossexualidade, isto é distorção dos textos sagrados. Nunca houve relação homossexual entre Davi e seu cunhado Jônatas. É uma grave deturpação der indicio de homossexualismo na parte do poema Hino ao Arco composto por Davi logo após a morte de Saul e Jônatas, que diz: “Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.” (II Samuel 1.26). Não é pelo um texto, palavra ou poema que julgamos alguém, mais quando julgamos alguém, julgamos pela reta justiça como falou Jesus. “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. (João 7.24). A bíblia diz que tanto Davi como Jônatas, ambos eram casados, e ambos conheciam muito bem a lei de Deus que diz. “O homem que se deitar com outro homem como se fosse uma mulher, ambos cometeram abominação; deverão morrer; e o seu sangue cairá sobre eles”, (Levítico 20.13). Eles estavam sobe circunstâncias muito difíceis criadas pelo rei Saul, pai de Jônatas e sogro de Davi. Jônatas se portou admiravelmente com referência a Davi, aquele que entendeu ser o ungido de Deus para ocupar o trono de seu pai, não obstante sua posição de herdeiro. O filho de Saul protegeu a vida de Davi em várias ocasiões contra o próprio pai. Daí já se explica a admiração de Davi por Jônatas, é como diz o verdadeiro provérbio. “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. (Provérbios 18.24) E não que os dois fossem amantes, vivendo uma prática abominável aos olhos de Deus. (Levítico 18.22; 20.13).

A bíblia nos mostra que o caratê de Davi não era de homossexual como é ensinado, eles é quem usam sua má interpretação tentam-nos mostra, a bíblia nos deixa claro que o caratê de Davi era de heterossexual. Os seus erros nos mostra muito bem, além dele ser casado com mais de uma mulher (Mical, Ainoã, Abigail, Moaca, Hagite, Abital, Eglá, e Bate-Seba). Ainda cometeu adultério com a mulher de um de seus generais (I Samuel 18.20-30; II Samuel 3.2-5; 11.1-27). A ainda um detalhe a se observar, que Davi violou três mandamentos dos dez, vejamos. Não cobiçarás a mulher do teu próximo. Não adulterarás. Não matarás. (Êxodo 20.13,14,17). Davi 

Cobiçou, adulterou e matou, (II Samuel 11.2.3; 12.9). Por tais atos ele foi perdoado (II Samuel 12.13). Se sua violação contra Deus fosse á prática do homossexualismo, Deus teria o exterminado (Levítico 18.22; 20.13). E não perdoado. Davi fez e viveu um pacto de intima fidelidade com a casa de Saul, principalmente com Jônatas que foi seu intimo amigo que lhes protegeu das garras de seu pai, por isso que a bíblia diz como já mostramos. “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão.” (Provérbios 18.24). E não que eles fossem homossexuais. Jônatas foi esse amigo para Davi. Por isso que Davi se expressou. “Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.” (II Samuel 1.26). Davi levou esse pacto que fez com a casa de Saul até o fim, observe o que ele fez quando ouviu falar que ainda existia alguém da casa de Saul vivo. “E Disse Davi: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? E havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; e o chamaram à presença de Davi. Disse-lhe o rei: És tu Ziba? E ele disse: Servo teu. E disse o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus? Então disse Ziba ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés. E disse-lhe o rei: Onde está? E disse Ziba ao rei: Eis que está em casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar. Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, de Lo-Debar. E Mefibosete, filho de Jônatas, o filho de Saul, veio a Davi, e se prostrou com o rosto por terra e inclinou-se; e disse Davi: Mefibosete! E ele disse: Eis aqui teu servo. E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa. Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu? Então chamou Davi a Ziba, moço de Saul, e disse-lhe: Tudo o que pertencia a Saul, e a toda a sua casa, tenho dado ao filho de teu senhor. Trabalhar-lhe-ás, pois, a terra, tu e teus filhos, e teus servos, e recolherás os frutos, para que o filho de teu senhor tenha pão para comer; mas Mefibosete, filho de teu senhor, sempre comerá pão à minha mesa. E tinha Ziba quinze filhos e vinte servos. E disse Ziba ao rei: Conforme a tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim fará teu servo. Quanto a Mefibosete, disse o rei, comerá à minha mesa como um dos filhos do rei. E tinha Mefibosete um filho pequeno, cujo nome era Mica; e todos quantos moravam em casa de Ziba eram servos de Mefibosete. Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém, porquanto sempre comia à mesa do rei, e era coxo de ambos os pés. (II Samuel 9.1-13). Observou o que o rei Davi disse, “Usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai. Isso é pagar com gratidão os beneficio e não ter um caso de homossexual como os praticante de algo tão abominável aos olhos de Deus quer atribuir. 

Eles para prenderem os homossexuais nessa aberração dizem que não existi ex-gay, mais como sabemos isso não passa de uma artimanha de Satanás, a bíblia fala que existe ex-prostituta, como no caso de Raabe de Jericó, ex-devasso, ex-idólatra, ex-adúltero, ex-efeminado, ex-sodomita, ex-ladrão, ex-avarento, ex-bêbados, ex-maldizente. Etc. Observe que essa verdade está bem clara como o apóstolo Paulo afirmou. “E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.” (I Coríntios 6.11). Porque todas essas práticas inclusive homossexualismo foi o homem e a mulher que escolheram, observe a expressão “mudaram”. Como está escrito. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens. (Romanos 1.26.27). Portanto o homossexualismo não é doença e nem que ninguém nascem com tal natureza como eles querem provar, é uma escolha própria. MUDARAM O USO NATURAL, NO CONTRÁRIO Á NATUREZA.

Deus estabeleceu a diferença sobre a sexualidade humana, a bíblia mostra claramente que o homossexualismo não é um ato permitido por Deus na sua criação. Basta olhamos para os primeiro três capitulo do Gênesis. Deus cria uma mulher para ser a companheira do homem (Gênesis 1.28; 2.18-24). E estabeleceu a diferença sexual ao criá-las. “Macho e Fêmea” (Gênesis 1.27). 

Portanto para os homossexuais se eles não se arrependerem dessa prática que é condenada pelo o próprio Deus só lhes restam o consolo da parte de Deus. “O homem que se deitar com outro homem como se fosse uma mulher, ambos deverão morrer; e o seu sangue cairá sobre eles”, (Levítico 20.13). “Não hão de herdar o reino de Deus? Os efeminados, nem os sodomitas,” (I Coríntios 6.9). Dai concluo esse estudo com um lembrei-te da parte de Deus. Não haverá prostituta dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel. Não trarás o salário da prostituta nem preço de um sodomita à casa do SENHOR teu Deus por qualquer voto; porque ambos são igualmente abominação ao SENHOR teu Deus. (Deuteronômio 23.17.18). Daí eu quero ver de camarote se o congresso nacional com seus deputados que estabelece suas leis em favor do homossexualismo vai livrá-los no dia de juízo 


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