quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

SERÁ QUE JESUS É A MESMA PESSOA QUE O ARCANJO MIGUEL? COMO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM?


Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

SERÁ QUE JESUS É A MESMA PESSOA QUE O ARCANJO MIGUEL? COMO AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM?
                                                                                 
Porque nele “Jesus” foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. Colossenses 1.16

Há alguns grupos que se dizem religiosos ensinando por ai que o Arcanjo Miguel é o próprio Jesus. Esse pensamento não nos surpreende, pois um desses grupos é conhecido como os arianistas, e o fato que nos chama atenção é aqueles que crerem na doutrina da Trindade, confundir o Criador com a criatura.

A história registra que a Igreja Adventista e as Testemunhas de Jeová, possuem um corpo doutrinário, de que Jesus e o arcanjo Miguel sejam a mesma pessoa.

Não é sem razão, pois, que tanto os adventistas como as Testemunhas de Jeová tenham ponto de vista igual sobre a pessoa de Jesus como sendo o próprio arcanjo Miguel, dois nomes para uma só pessoa. É preciso que, antes de analisarmos declarações de ambas as organizações religiosas, tenhamos presente a necessidade absoluta em conhecermos o Jesus verdadeiro indicado na Bíblia, para não aceitarmos um “outro Jesus”. Que Paulo fala em (II Coríntios 11.4). “Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão sofrereis”.

Quando alguém me questiona sobre os ensinos dos Adventistas do sétimo dia e das Testemunhas de Jeová, eu procuro deixar bem claro que o problema não está na pessoa deles em si, mais sim nas coisas ensinadas por eles, e na sua interpretação e origem distorcida. As Testemunhas de Jeová mantiveram por muitos anos um conceito correto sobre a pessoa de Jesus, negando que ele fosse o próprio arcanjo Miguel, e arrazoaram corretamente com a citação de textos que não davam margem à ideia errônea de que Miguel e Jesus fossem a mesma pessoa. Nos seus ensinos, eles apresentavam os textos de Mateus 28.18, que declara ter Jesus todo o poder no céu e na terra; poder esse que os anjos não têm, apresentavam Hebreus 1.6, que ordena a todos os anjos que adorem a Jesus; quando os próprios anjos não podem ser adorados; e, finalmente, com Hebreus 1.4, que diz que Jesus recebeu nome mais excelente do que os anjos (The Watchtower, nov. 1879, p. 48). Porém, hoje em dia a Sociedade Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová distorceram tudo que ensinaram corretos sobre Jesus, para defende a crença de que sim Jesus é Miguel.

O corpo de doutrinas dessa religião se originou dos ensinos de uma mulher Adventista. “Hellen Gould White” dai tem um porém que a Bíblia afirma categoricamente que a mulher não deve ensinar, como está escrito. “Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade” “...Mas que esteja em silêncio.” (I Timóteo 2.12-14). “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos” (I Coríntios 14.34.35). Portanto sobre os ensinos do Adventismo do Sétimo Dia, ninguém nunca terá a garantia de que seus ensinos sejam corretos e verdadeiros diante de Deus, já que sua origem está na desobediência a uma ordem clara dada por Deus: “Não permito que a mulher ensine” (I Timóteo 2.12). Tratando agora sobre o assunto em particular, não existe qualquer fundamento na afirmação feita pelo Adventismo do Sétimo Dia e das Testemunhas de Jeová de que o arcanjo Miguel e Jesus seja a mesma pessoa. O professor Leandro quadro usa o Livro de Matthew Henry publicado pela cpad distorcendo o sentido original do comentário para ensinar que o escritor diz que Jesus e Miguel é a mesma pessoa, mas tal interpretação está distorcida, vejamos. Miguel é um dos principais príncipes de Deus (v. 13). Alguns entendem que ele é um anjo criado, porém um arcanjo de ordem mais elevada (1 Ts 4.16; Jd 9). Outros creem que o arcanjo Miguel seja o próprio Senhor Jesus Cristo, o Anjo da Aliança, e o Senhor dos anjos. (Matthew Henry P.895). Observou o que diz Matthew Henry. “Outros creem que o arcanjo Miguel seja o próprio Senhor Jesus Cristo” Viu como é sagaz a interpretação do professor Leandro quadro.

Segundo as sagradas escrituras há uma grande diferença entre a pessoa de Jesus Cristo e a pessoa do arcanjo Miguel, o nome Miguel ocorre apenas cinco vezes nas sagradas escrituras, o nome Miguel significa “QUEM É COMO DEUS”, enquanto o nome Jesus significa “JAVÉ É O SALVADOR O EMANUEL”: Deus conosco. (Mateus 1.21-23). As Sagradas escrituras fala que Miguel é o Arcanjo guerreiro. Arcanjo é um termo cujo prefixo indica uma das mais altas posições nessa hierarquia angelical. “Arcanjo”. E um termo composto por duas palavras gregas “ARCHOS” + “ANGELOS” que significam “Líder dos Anjos”. Portanto, Miguel é o “Líder dos Anjos”. E o prefixo “arc.”, significa principado. A Bíblia fala apenas de um arcanjo, que conhecemos como. “Miguel” A palavra Hebraica Mikhal “Miguel” é composta por três palavras: MI = Que CHA = Como EL= DEUS Isso literalmente significa, (LAKYM=QUEM É COMO DEUS). O qual além de sua posição superior aos demais anjos, têm uma missão protetora em relação ao povo de Israel. Foi ele o defensor de Judá (Daniel 10.13-21; 12.1). Contendeu com o diabo a respeito do corpo de Moisés (Judas v. 9). E lutou com Satanás quando esse se rebelou contra Deus (Apocalipse 12.7). Ele é sempre citado em ligação com a guerra, exercendo juízo sobre os inimigos do povo de Israel, como está escrito (Daniel 10.21; 12.1; Judas v.9). Estará com Cristo quando Ele vier arrebatar sua igreja (I Tessalonicenses 4.16). Miguel é um arcanjo que sempre está na dianteira em nome de Jesus, para defender o reino de Deus e destruir os inimigos de Deus (Daniel 10.13; 12.1; Apocalipse 12.7; 20.1-3; Judas v.9). Por isso não podemos afirmar que Miguel seja a mesma pessoa que Jesus.

A diferença estabelecida pelas sagradas escrituras entre Jesus e Miguel é muito grande, observe. Miguel é anjo (Colossenses 1.16). Jesus é Deus (João 1.1; 20.28; I João 5.20). Miguel é criatura (Colossenses 1.19). Jesus é criador (João 1.3; Colossenses 1.16). Miguel não pode ser adorado (Apocalipse 19.10; 22.8.9). Jesus é adorado pelos os anjos, pelos os homens e pelos os Demônios (Hebreus 1.6;Mateus 2.2; Mateus 8.2; Mateus 13.12; Mateus 17.25; Marcos 7.25; Mateus 20.20; Mateus 28.9; Mateus 28.17; Mateus 28.17; Marcos 5.6; 3.11; Isaías 29.13). Miguel é defensor do povo de Israel (Daniel 12.1). Jesus é advogado de todos os povos sejam eles Judeus ou gentios (I João 2.1). Miguel não é juiz, como está escrito (Judas v.9). Jesus é juiz de todos (João 5.22; Atos 10.42; 17.31; Romanos 14.10). Jesus herdou um nome mais excelente que os anjos (Hebreus 1.4). Jesus não é um anjo, basta olhar a luz do Êxodo 20.5; Mateus 4.10, só um Deus pode ser adorado, como então explicar que Jesus não só é adorado pelos anjos, mais também pelas as criaturas humanas, como já falamos (Mateus 8.2; 14.33; 15.25; 28.9-17; Hebreus 1.6). Tanto nos céus, na terra e debaixo da terra (Filipenses 2.10). Isso prova que ele não é o arcanjo Miguel. Miguel recusou ser adorado (Apocalipse 19.10). Os anjos não são submissos a Miguel (Judas v.9). Mais sim, são submissos a Jesus (Efésios 1.21). Ainda mais, basta olhamos para os nomes. Miguel que significa. “QUÉM É COMO DEUS” enquanto Jesus é o próprio Deus (I João 5.20). Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. (Isaías 9.6).

Miguel é anjo, na hierarquia angelical de arcanjo. Embora possa ser tido como chefe dos anjos, ter titulo de príncipe não deixa de ser criatura. Falando dos anjos diz (Hebreus 1.14). “Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” A função dos anjos é servir àqueles que vão ser salvos. Como tal os anjos defendem os cristãos das artimanhas do diabo e de inimigos terrenos (Salmos 34.7; 91.11). É digno de nota, ainda, que os anjos estão sujeitos a Cristo: “O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu; havendo-se sujeitado os anjos, e as autoridades e potências” (I Pedro 3.22).

É obvio que Miguel não é Jesus porque o texto de Daniel 10.13, diz que Miguel é “UM DOS PRIMEIROS PRÍNCIPES”. No Apocalipse 1.7. João afirma que Jesus é o ultimo e o primeiro. Vamos supor ainda que Jesus fosse uma criatura, que não e o caso. Ele não poderia ser o arcanjo Miguel porque? Porque a bíblia diz, “Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. “Deus Forte”, “Pai da Eternidade”, (I João 5.20 João 20.28 Isaías 9.6). Esse texto é mais que suficiente para derrubar, de uma vez por todas, a heresia de que o arcanjo Miguel é a mesma pessoa que Jesus.

É de notar a declaração hierárquica que se faz de Miguel – “um dos primeiros príncipes”, o que faz deduzir que Miguel é apenas um dentre outros príncipes. Isso quer dizer que existem outros iguais a Miguel. Tal não acontece com Jesus: “ele não é um dos primeiros”, mas é o único. É o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. (Apocalipse 1.8). Enquanto se fala de Miguel como um príncipe dentre outros, Jesus é chamado o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Isso é visto em Apocalipse 19.16: “E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”. Ora, este texto só pode fazer paralelo com o próprio Deus Javé que a si mesmo se declara: “Pois o Senhor vosso Deus, é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”. (Deuteronômio 10.17). O mesmo se lê no (Salmos 136.3). “Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade é para sempre”. Assim falou o apóstolo Paulo também. Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus sábio, seja honra e glória para todo o sempre. Amém. (I Timóteo 1.17).

As Testemunhas de Jeová procura sustentar em outro versículo que Jesus é o nome de Miguel, e diz. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus” (I Tessalonicenses 4.16)

Mas, perguntamos se usar a voz do arcanjo faz de Jesus um arcanjo, quando Deus disse a Moisés que ele fosse ao Egito como Deus (Êxodo 7.1). Isso faria de Moisés um Deus, é obvio que não, então ter a trombeta de Deus não faz do arcanjo Jesus, lendo-se todo o texto em tela se observa que Jesus não só vem com voz de arcanjo, mas com a trombeta de Deus. Se o fato de Jesus vim “com voz de arcanjo” o tornam o arcanjo Miguel, o fato também de ele vir com “trombeta de Deus’ o coloca, obviamente, como Deus. O exército celestial o qual Miguel faz parte acompanhará Cristo na sua segunda vinda, como é mostrado em (Mateus 25.31). “E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele...”. Quando se lê “todos os santos anjos com ele” se inclui com certeza absoluta o arcanjo Miguel. Porque a bíblia diz que os anjos estão a favor daqueles que hão de herdar a salvação? (Hebreus 1.14). E Miguel sendo um anjo especial com titulo de arcanjo e príncipe, está a favor do povo  de Deus (Daniel 12.1). O mesmo se lê em (Apocalipse 19.11.14. O v. 14). “E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro”. A Bíblia declara que o ministério dos anjos, em relação a Jesus, é frequente. Eles tiveram e terão participação em vários pontos, observe.

- No anúncio do nascimento de Jesus (Lucas 2.9-14).
- Assistiram a Jesus no deserto (Marcos 1.13).
- Na agonia do Getsêmani (Lucas 22.43).
- Na ressurreição (Marcos 16.5; Mateus 28.2-3-5).
- Na ascensão (Atos 1.10-11).

E por fim anunciarão a sua volta (I Tessalonicenses 4.16). Portanto a conotação de arcanjo no texto referido, não diz ser Jesus o Arcanjo Miguel, mas sim, que o Arcanjo Miguel irá anuncia-lo.

Mais como os confusos Testemunhas de Jeová, podem entender nesta tradução que Jesus é o arcanjo, mas aqui não esta dizendo que ele virá com voz de arcanjo, mas que virá sobre à voz de arcanjo, vejamos como está escrito esta mesma passagem em outra tradução:

Scofield: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada á trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.”

Podemos observar que de uma tradução para outra não existe diferença, embora a segunda mostre com maior ênfase do que a primeira que Jesus virá sobre a voz do arcanjo e não que ele seja o arcanjo Miguel.

Embora os líderes das Testemunhas de Jeová mencionem apenas a primeira parte do versículo. A Bíblia jamais ensina em algum lugar que Jesus Cristo é um mero anjo? Ao contrário, o primeiro capítulo de Hebreus foi escrito, em sua totalidade, para demonstrar a superioridade do Filho de Deus comparado aos anjos. Versículo após versículo contrasta os anjos com. “...Pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. Pois a qual dos anjos (dos anjos inclui todos sem exceção), disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho? E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz. “E todos os anjos de Deus o adorem. (mais suma vez os anjos inclui todos sem exceção), Ora, quanto aos anjos, diz: Quem de seus anjos faz ventos, e de seus ministros labaredas de fogo. Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de equidade é o cetro do teu reino. E: tu, Senhor, no princípio fundaste a terra...” (Hebreus. 1.2-8.10). Quer uma prova maior do que essa, que Jesus jamais foi ou é o arcanjo Miguel.

O Filho é o “reflexo” da glória do pai e a “exata” representação de seu próprio ser, e sustentando todas as coisas pela palavra de seu poder - algo que nenhum anjo poderia fazer (Hebreus 1.3). As pessoas que deixam de seguir a Sociedade Torre de Vigia, e começam a seguir a Jesus Cristo, logo percebem que ele não é meramente um anjo. Esta compreensão é importante para que elas “honrem o Filho, assim como honram o Pai” (João 5.23). Mas o mandamento do Pai aos anjos é que eles adorem Jesus seu Filho: “E todos os anjos de Deus o adorem” (Hebreus. 1.6). Em edições mais recentes, a Sociedade Torre de Vigia mudou a palavra “adorem” para “reverenciem” em (Hebreus 1.6). Ainda assim, a despeito de como a palavra é traduzida, a mesma palavra grega “proskuneo” é usada tanto em (Apocalipse 22.8.9 como em Hebreus 1.6). A “proskuneo” (adoração ou obediência), que os anjos se recusam a aceitar, mas dizem que é devida apenas a Deus, é a mesma proskuneo (adoração ou obediência) que o Pai ordena aos anjos que seja prestada ao Filho em (Hebreus 1.6). Assim, o Filho não pode ser um anjo, ele é Deus. Miguel não pode ser adorado. Dentro de toda a hierarquia angelical é terminantemente proibido prestar culto aos anjos, qualquer tipo de culto, como se lê em (Colossenses 2.18). “Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão”. Os próprios anjos são conhecedores que não se lhes deve prestar adoração e por isso recusam-na abertamente. Isso se pode ler em duas partes da Bíblia: Em (Apocalipse 19.10; 22.9). “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus”. “E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que, mas mostrava para o adorar. E disse-me: olha não faças tal... Adora a Deus”.

Já, com respeito à pessoa de Jesus, não há qualquer problema em adorá-lo. Sabemos que os anjos são maiores do que nós (Hebreus 2.6.7). Entretanto prestaram adoração a Cristo sem qualquer constrangimento. É interessante notar que é o próprio Deus que ordena essa adoração, como se lê em (Hebreus 1.6). “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem”. Se Jesus fosse um anjo, na hierarquia de um arcanjo como Miguel, então seriam os anjos tidos como idólatras, pois não é correto que um chefe de anjo seja adorado por outros anjos. Mas, na continuação da leitura de Hebreus, capítulo primeiro, versículos 4.5.6. Pode-se ler sobre a superioridade de Jesus em relação aos anjos; o (V.8). Mostra essa razão, quando o Pai declara de seu filho: “Mas do Filho diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do reino”. No céu, ao nome de Jesus, se prostram todos os seres criados: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus...” (Filipenses 2.10). A Adoração ao único Deus é vista da seguinte forma em (Apocalipse 5.13). “E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.”. Miguel, nunca foi chamado de “Cordeiro” na Bíblia. (Judas V.9). “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse”. “O Senhor te repreenda.”

Notamos que Miguel não lutou contra Satanás na disputa sobre o corpo de Moisés, por faltar-lhe autoridade para tanto. Usou da autoridade do nome de Jesus, “O Senhor te repreenda”. Enquanto que Jesus, aqui na terra, lutou várias vezes contra Satanás, vencendo-a todas. Vamos ver alguns exemplos.

Em Mateus 4.1-10, por três vezes Jesus repreendeu Satanás e por fim ordenou categoricamente: “Vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorará, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviram”. (v.10.11).

Em Mateus 16.21-23, de novo Jesus repreende o diabo, manda-o retirar-se e ele não contesta, mas obedece prontamente: “Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”.

Em Marcos 16.17, ele concede poder aos seus seguidores de usar o seu nome para expulsar demônios: “Em meu nome expulsarão demônios...”

Em Atos 19.12.13, se lê que até os exorcistas sabiam do poder do nome de Jesus sobre os demônios. Tentavam usar esse nome, mas sem a autoridade do próprio Jesus, foram envergonhados. Já no caso de Paulo, que invocava o nome de Jesus, os demônios não suportavam a autoridade desse nome e se retiravam. Como Miguel e o Senhor Jesus podiam ser a mesma pessoa, se Miguel não ousou repreender Satanás, o que foi feito por Jesus várias vezes durante seu ministério terreno?

Apocalipse 12.7. “E houve batalha no céu: Miguel e seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos”.

No v. 7. Fala-se de Miguel e, se esse Miguel é o próprio Jesus, por que no V.11, afirma-se que o povo de Deus venceu o inimigo pelo sangue do Cordeiro? Está escrito no V.11. “E eles (o povo de Deus) venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte”. Gostaríamos de ver qualquer intérprete, teólogo e apologista da Bíblia substituir esse texto, colocando o seguinte: “E eles venceram pelo sangue de Miguel...” Haveria alguém que atribuísse a vitória do povo de Deus ao sangue de Miguel? O povo de Deus sempre tem vitória pelo nome e pelo sangue de Jesus (Lucas 10.19; Atos 1.8; 3.6; Efésios 1.7-20-22). E ainda mais devemos notar com mais detalhe nesse texto que Miguel aparece repreendendo o diabo a respeito do corpo de Moisés; e o que vemos está tão claro que dispensa qualquer explicação, vejamos. “O Senhor te repreenda”. Ora como pode Jesus sendo Miguel como as Testemunhas de Jeová e os Adventistas usar seu próprio nome e dizer. “O Senhor te repreenda”, sendo ele mesmo o próprio Senhor deste texto, não seria isto no mínimo uma incoerência, como sabemos só quem tem autoridade de repreender alguém são as criaturas, e Miguel sabendo disso usou essa autoridade, porque? Porque elas usam o nome de seu Senhor e criador e não o Senhor usar seu próprio nome. Porque razão Jesus iria dizer, que o Senhor o repreende-se, sendo Ele próprio Senhor, Ele mesmo teria autoridade para repreender o Diabo, assim como fez na tentação no deserto (Mateus 4.10.). E ainda mais, “Em meu nome expulsarão os demônios;” (Marcos 16.17).

Há grandes distinções entre Jesus e Miguel, quando comparamos Apocalipse 12 com o Evangelho de Lucas 10.18, pois Jesus disse a respeito de quando Miguel lançou a Satanás para fora do céu “Eu vi a Satanás, como raio, cair do céu” mostrando que Ele era Deus no seu trono enquanto via a Miguel e sua divisão de anjos, banindo do céu Satanás e os seus anjos.  Outra distinção se encontra nos versículos (5-6). De Daniel. Miguel não foi quem falou a Daniel, mais sim foi ele o arcanjo que veio lutar com o “príncipe da Pérsia”. Aquele que falou a Daniel é descrito nesta passagem como “Um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão.” (Daniel 10.5.6). Encontramos este mesmo “homem” descrito em (Apocalipse 1.13-18). “Um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. Esse Homem é Jesus Cristo. Foi Jesus quem falou com Daniel e quem falou com João, ele não era e nem é Miguel, um dos Chefes dos Anjos. Porque o texto diz claramente. “E levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem”.

Pois sabemos que DEUS não é DEUS de confusão (I Coríntios 14.33). Assim como está escrito. “Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também.” (I Coríntios 8.6). Portanto fica claro que Miguel é Miguel e Jesus é o Senhor da Gloria.

A essência de Jesus é totalmente diferente do arcanjo Miguel, ele é o Criador do próprio Miguel. Em (Colossenses 1.16). lemos. “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele”. Cristo é o Criador de todas as coisas, e dentre elas, as coisas invisíveis que compreendem toda a hoste celestial na categoria de anjo, arcanjo, querubim, serafim. Consequentemente, Jesus é o Criador de Miguel, não podendo ser confundidas as pessoas do Criador (Jesus) e da criatura (Miguel).

Ainda na natureza de ambos. Miguel e Jesus, se nota que Miguel é arcanjo enquanto Jesus é Deus, a segunda pessoa da Trindade. O Deus verdadeiro único é o que sendo um na essência, é trino nas Pessoas. É chamado Deus Criador em (João 1.1-3). “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. Jesus em (João 3.16). É chamado “Filho Unigênito”. A expressão “unigênito”, (monogenes), em grego, vem de dois vocábulos: (monos) significa “único” e (genes) apresenta duas possibilidades: uma “gerar” e outra que parece receber apoio em todo o contexto bíblico, é a que significa “raça”, “tipo”, de onde vem o “gen.” da genética, responsável pela transmissão dos caracteres para os filhos. Ser “Filho Unigênito” é ser o único da espécie do Pai; é ter a mesma natureza. Esse Pai é Deus; logo o Filho também o é. “Eu e o Pai somos um”. (João 10.30).

Portanto ficou claro que a diferencia entre Jesus e Miguel é abissal: Jesus  é Deus o criador e transcendente, Miguel é um anjo, uma  criatura (Colossenses 1.16.17). Não existe qualquer fundamento na afirmação feita pelo Adventismo do Sétimo Dia e pelas Testemunhas de Jeová de que o arcanjo Miguel e Jesus seria mesma pessoa.





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SERÁ QUE O JARDIM DO ÉDEN ONDEM LÚCIFER FOI ESTABELECIDO COMO GUARDA E QUERUBIM UNGIDO? É O MESMO QUE FOI ESTABELECIDO PARA ADÃO E EVA VIVEREM?




Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

SERÁ QUE O JARDIM DO ÉDEN ONDEM LÚCIFER FOI ESTABELECIDO 
COMO GUARDA E QUERUBIM UNGIDO? É O MESMO QUE FOI 
ESTABELECIDO PARA ADÃO E EVA VIVEREM?

Existe uma pergunta no meio dos Cristãos e até fora deles, será que o Jardim do Éden que Lúcifer viveu um dia, como Querubim Ungido? É o mesmo que Adão e Eva viveram? Essa pergunta quando dentro da lógica da visualização do homem pode ultrapassar quaisquer possibilidades do entendimento humano, muitos estudiosos imaginam e ensinam que foi o mesmo Jardim que ambos viveram, Como a bíblia King James no livro de Ezequiel P.1542. Ensina. Assim também ensina o livro a bíblia e os dinossauros, Pg.8. Está escrito. Muito simples, no livro de Ezequiel fala de Lúcifer andando sobre a terra no jardim do éden, ou melhor, dizendo, este fato é antes que Lúcifer fosse jogado do céu por causa de sua rebelião, neste tempo citado em Ezequiel o homem não tinha sido criado quando Lúcifer andava no jardim do éden, vamos á base bíblica? (Ezequiel 28.13). Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. (v.14). Eu te coloquei como querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Com isto já consegui provar que a terra não era sem forma e vazia em (Gênesis 1.1). Pois já existia o jardim do éden e lúcifer andava sobre ela antes mesmo de Deus criar o homem. Lúcifer foi expulso do jardim após ter traído a Deus (Ezequiel 28.16). Assim também pensa o Dr. Paulo Aragão Lins. Veja o que ele diz. Muitas mentes criativas, férteis, conseguiram interpretar este texto de Ezequiel 28, como referente á Satanás. Se o texto fala de Satanás, perguntamos: o que estava ele fazendo no Éden, junto com Adão? Se ele já era mau e estava ali para fazer o homem pecar, como passou um período sendo bom, no mesmo Éden? Se ele era querubim protetor, cobridor, ou guarda, como significa sua função, ou melhor, a de um querubim, pois querubim é um guarda, um guardião, ele estava ali guardando o Éden contra o que, ou contra quem? Contra outro Satanás? Aquele que o fez pecar, aquele que o tentou? Estava guardando o Éden contra si mesmo? Se não era Satanás o querubim guarda, quem era o guarda do Éden? A BÍBLIA sempre responde a BÍBLIA, sempre. Leiamos Gênesis 2.15: "E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar. E O GUARDAR". Quem era, pois, o guarda? Querubim do Éden? Adão, é claro! Contra o que ou contra quem Adão foi colocado para guardar o Éden? Contra Satanás! Isto não aconteceu, disto nós sabemos, o que acarretou toda a gama de problemas que vieram pela falta de cuidado de Adão. E quem era o aferidor da medida? Adão, é claro. Por quê? O que significa aferidor? "Instrumento de medição; conferido e harmonizado com o padrão; modelo; gabarito; régua; protótipo". Adão, como o primeiro homem, era o modelo para todos os demais. Como houve falha, Deus enviou outro aferidor, Jesus Cristo. Jamais Satanás poderia ser aferidor de qualquer coisa boa dentro do plano da criação de Deus. Nossos primeiros pais viviam nus e não sabiam, ou não viam isto, porque estavam vestidos de luz, vestidos do brilho das pedras afogueadas. Em linguagem simbólica, não significa que estavam carregados de pedras, mas era uma luz tão bela que dificilmente poderia ser descrita por linguagem humana, o que fez o profeta descrever da maneira mais bela que ele podia. Adão era perfeito, até que nele se achou iniquidade.

Quanto a esses pensamentos vou comentar os do Dr. Paulo Aragão Lins, citando as mesmas palavras contra ele mesmo. “Não é mais lógico, mais coerente, mais honesto, acreditar no que diz a Bíblia”.

Vamos as Escrituras Sagradas que é a única revelação de Deus para o homem. 

Portanto logo de cara, é bom o leitor ficar muito atento ao que Moisés disse. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, (Gênesis 2.4). Observou. “NO DIA EM QUE O SENHOR DEUS FEZ A TERRA E OS CÉUS”.

Segundo as Escrituras Sagradas, cremos que a tentação de Adão e Eva, aconteceu num segundo Jardim do Éden, (Gênesis 3.1-24). Por muitos motivos. Primeiro. Se esse Jardim do Éden que Adão e Eva viveram foi o mesmo que Lúcifer viveu, temos por obrigação de crê que Deus é criador do mal e de Satanás? E não de Lúcifer o Querubim Ungido? Porque nesse Jardim se encontrava Satanás “Adversário, Opositor”, e não Lúcifer “A estrela da manhã o Resplandecente”, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Segundo. Se esse Jardim do Éden era o mesmo de Adão e Eva, então porque precisaria Deus descer pela viração do dia, Para conversar com Adão? Como nos mostra o Gênesis (Gênesis 3.8). Terceiro. Se esse Jardim fosse o mesmo de Adão e Eva, não estaria escrito “Estiveste no Éden, jardim de Deus?” Enquanto que no de Adão, Satanás estava como guardião da árvore do conhecimento do bem e do mal. (Gênesis 2.9). Quarto. Se esse Jardim do Éden fosse o mesmo de Adão, então o criador do mal com toda certeza seria o próprio Deus, porque no meio do jardim de Adão, se encontrava a árvore do conhecimento do bem e do mal e Deus teria criado Satanás para tentar Adão. Quinto. A bíblia fala que Lúcifer era o querubim, ungido estabelecido; no monte santo de Deus estava, “NO MEIO DAS PEDRAS AFOGUEADAS ANDAVAS”. Enquanto que o Jardim que Adão e Eva viveram seu piso era de terra, como nos mostra o livro do Gênesis. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, fez brotar da “TERRA” toda a árvore. Sexto. No Jardim de Deus. Lúcifer foi estabelecido; no monte santo de Deus, para proteger. Enquanto que no Jardim de Adão, quem foi estabelecido para proteger foram dois Querubins (Gênesis 3.24). E Adão estabelecido para cultivar e guardar a terra (Gênesis 2.15). Sétimos. No Jardim de Deus, quem foi expulso foi Lúcifer. Jardim esse que ficava no céu (Isaías 14.12). Enquanto que no Jardim de Adão quem foi expulso foi Adão e Eva e nenhum relato da expulsão de Satanás (Gênesis 3.23.24). Oitavo. No Jardim do Éden de Deus, quem habitava era um ser que era o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. (Ezequiel 28.12). Enquanto que no Éden de Adão quem estava era Satanás, o adversário de Deus, transfigurado em uma serpente (Gênesis 3.1-4). Nonô. No Jardim do Éden de Deus, ficava seu trono (Isaias 14.13). E o monte santo de Deus (Ezequiel 28.14). Enquanto que no Jardim do Éden terreno ficava a habitação de Adão e Eva. Ou qual Deus descia, pela viração do dia. (Gênesis 3.8). Décimo. Quem foi que foi criado no Jardim do Éden de Deus, como selo da medida, cheio de sabedoria, perfeito em formosura. Toda a pedra preciosa era a sua cobertura: Como a sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro? Pra quem foi que Deus criou no Éden os tambores os pífaros; no dia em que ele foi criado foi preparado. Quem foi que foi chamado de querubim ungido para cobrir? E estabelecido no monte santo de Deus? E ali estava, no meio das pedras afogueadas andava? Foi Lúcifer? Ou Satanás? Décimo primeiro. No Jardim do Éden de Deus. Lúcifer foi estabelecido como o querubim ungido da guarda; no monte santo, para proteger. (Ezequiel 28.14). E no Jardim do Éden de Adão Satanás estava como o tentador. Décimo Segundo. No Éden de Adão. Deus o colocou para cultiva e guardar a terra (Gênesis 2.15). O jardim do Éden de Deus, mencionado em Ezequiel 28.13, era formoso por sua beleza mineral, ao passo que o jardim do Éden de Adão, por sua beleza vegetal (Gênesis 2.8-12). Isso é uma grande prova que quem vai contra essa verdade bíblica, está apenas cego pelo próprio Satanás como diz as escritura. “Nos quais o deus desde século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. (I Coríntios 4.4; Atos 26.18).

Satanás nunca fez uma visita à sua antiga sede, porque aqueles que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, Não tem como retornar. (Judas v.6). Quando o rei Davi fez a seguinte interrogação a Deus. Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? (Salmo 15.1). Deus respondeu. Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado. (VV.2-5). Quem era que morava no monte Santo de Deus? A não ser Lúcifer. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e “TE ESTABELECI; NO MONTE SANTO DE DEUS”. Mais só que depois de sua rebelião, ele não anda na sinceridade “Mente”. (João 8.44). Faz mal ao seu próximo. “Desejos perversos,” (João 8.44). Jura com dano “Peca” (I João 3.8). Difama com a sua língua “Cheio de Insatisfação” (Mateus 12.43-44). Então jamais depois de sua expulsão existiu uma possibilidade dele retornar a sua antiga habitação. Ou seja, o Jardim de Deus, apenas ele foi visto no Éden de Adão. Mais não estabelecido lá.

As Sagradas Escrituras nos mostra que o Jardim do Éden ondem Deus criou Lúcifer tudo era perfeito.  Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado. (Ezequiel 28.11-15).

Já o Jardim do Éden, ondem Adão e Eva foram criados, já era imperfeito. E formou o Senhor Deus O HOMEM DO PÓ DA TERRA, Se fosse no Jardim do Éden de Deus, seria, e formou o Senhor Deus “O HOMEM DE PEDRAS AFOGUEADAS E NO MEIOS DELAS, ELE ANDAVA”, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; isso já indicaria que ele seria “MOTAL, IMPERFEITO” e o homem foi feito alma vivente. E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim. E A ÁRVORE DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL.(Gênesis 2.7-9). No jardim de Deus existe a árvore do bem. (Apocalipse 22.2). E no de Adão a árvore do mal. (Gênesis 2.9).

No Éden onde Adão e Eva foram criados diz. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. (Gênesis 2.26-28). Se esse fosse o mesmo Jardim, ai teríamos uma grande contradição, vejamos em (Mateus 22.30). Que diz que seres espirituais. “Nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no Céu”. Portanto se esse fosse o mesmo Jardim, ondem foras criados Lúcifer, Adão e Eva, então porque só coube ao homem essa dádiva de Deus: “FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS”. E não a Lúcifer se era o mesmo Jardim? Ondem eles viviam juntos?

Com essa expressão Jesus deixa bem claro que anjo não cresce não multiplica e muito menos tem relação sexuais. Os anjos são criaturas espirituais assexuadas, a natureza deles é totalmente espiritual apesar de serem tratados com sentido masculino não existe na criação angelical o gênero masculino ou feminino. Portanto se fosse o mesmo Jardim ondem Deus criou Lúcifer, nunca estaria escrito. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS, E ENCHEI A TERRA, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. (Gênesis 2.26-28). “miscigenação” não é no Jardim de Deus, que foi criado, criatura espiritual e imortal, “Lúcifer” “miscigenação” é no Jardim do Éden terreno ondem foram criadas criaturas humanas e mortais, “Adão e Eva”. E ainda seria outra grade discrepância, por que? Porque se fosse o mesmo Jardim que Lúcifer foi criado. Deus seria injusto, como já falamos, dizer ao homem “FRUTIFICAI E MULTIPLICAI-VOS, E ENCHEI A TERRA” E essa dádiva de frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, foi outorgada por Deus dentro do Jardim do Éden, e quanto a Lúcifer “Nem casa nem são dado em casamento” “Mas serão como os anjos de Deus no Céu”.

Então concluímos que aqueles que pensam ou ensinam como o Dr. Paulo Aragão Lins que o Jardim do Éden que Adão e Eva viveram, foi o mesmo que Lúcifer era o selo da medida, cheio de sabedoria, perfeito em formosura. Toda a pedra preciosa era a sua cobertura. Quando era o querubim, ungido para cobrir, e estabelecido, no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Quando seus caminhos eram perfeitos, desde o dia em que foi criado. (Ezequiel 28.11-15). Ezequiel 28 não é uma referencia a satanás estar no jardim do Éden quando tentou Eva a cair, porque a referencia apresentada deste Éden jardim de Deus que Ezequiel fala não se bate de maneira alguma a descrição do jardim do Éden do Gênesis 2 e 3, mencionado por Moisés.

Conclusão- O Éden de Deus era habitado por anjos, era um jardim de seres angelicais; Lúcifer era o querubim ungido; e era o governante daquele jardim; a sua habitação era o Éden jardim de Deus. "Éden significa deleite, delicia" era um Éden sem a árvore do conhecimento do bem e do mal, esse não era o Éden que Deus colocou Adão. O Éden que habitava Luzbel "Luz=luminoso”.  “bel=radiante", o querubim ungido, era um Éden de Gloria. Ali estava a sede do coral angelical, sendo Lúcifer o maestro desse coral. Essa glória, na qual ele vivia, foi á causa da sua queda. (Ezequiel 28.11-14). No versículo 15, estar escrito: "Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que forte criado, até que achou-se iniquidade em tí.", Foi ai que Deus o lançou para fora da sua gloriosa posição no Éden: como está escrito no (V.16),...lançarei profanado fora do monte de Deus...E no (V.17). Está escrito: Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu esplendor; por terra te lancei.... Se fosse o jardim do Éden de Adão, qual era a terra que Lúcifer ia ser lançado, se ele já estava na terra? Assim diz também o profeta Isaías: (Isaías 14.12-15). Então diante da transgressão desse querubim ungido, glorioso, perfeito, governante, maestro do coral angelical, com sua sede no Éden jardim de Deus; foi expulso, e, todo exercito angelical rejubilou (Apocalipse 12.12). E o segundo jardim que ficava na terra entrou numa confusão universal sofrendo as consequências da desordem causada pelo querubim, "agora expulso" No jardim do Éden de Adão Deus disse; façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança;...E criou Deus o homem à sua imagem à imagem de Deus o criou, o homem foi feito sua imagem e semelhança, algo que Lúcifer nunca foi, "imagem e semelhança de Deus" então; ele entrou no jardim do Éden de Adão astuciosamente para formar sua desordem (Gênesis 3.1-7).

O melhor que o Dr. Paulo Aragão Lins e outros devem fazer é dá uma boa revisão em sua hermenêutica. E não ser eludido por Satanás que é um grande ilusionista. (II Coríntios 11.13,14). 




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ORIGEM E QUEDA DE LÚCIFER


Adilson Francisco dos Santos. Estudos apologéticos

ORIGEM E QUEDA DE LÚCIFER

 Nome “LÚCIFER” é uma palavra de origem hebraica, (הילל בן שחר). Que significa. “Estrela da manhã”, “estrela da alvorada”, “luz da alvorada”, o “resplandecente”, “guarda”, “cobridor”, (Gênesis 3.24; Isaías 14.12-15). No latim, significa. “portador da luz”, “que traz luz”, “que dá claridade”, “luminoso”. Esta palavra é formada de, “Lucis=luz”, e “ferre=trazer”. “Isto é, aquele que traz luz”. Também uns de seus nomes no original hebraico é “Heylel”, Que quer dizer “estrela da madrugada” “filho da madrugada.”, seguido pela distinção “portar a luz”, “ou aquele que carrega a Luz”.  E “Luzbel” "Luz=luminoso”, “bel=radiante". Esses são os títulos que o querubim ungido antes de sua queda levava.

A Bíblia diz que Deus na sua grandeza e infinita sabedoria, bem antes de criar os seres humanos, criou as criaturas celestiais, ou seja, os anjos organizando-os de forma hierárquica, dividindo-os em cinco classes, “ARCANJO”, “ANJOS”, “SERAFINS”, “ESTRELAS” E “QUERUBINS”, (Jó 4.18; 15.15; 25.5; Daniel 8.10; Apocalipse 12.4). E entre a classe dos Querubins um tomou uma posição de destaque a quem Deus o batizou de “LÚCIFER”. Ele foi estabelecido como, “QUERUBIM UNGIDO”, para proteger, observe a expressão, “Ungido”, “Tu eras o querubim, ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas...”. Note a profundidade do profeta, que ele não diz “Um querubim ungido”, mas “O querubim ungido”. “Ungido” quer dizer aquele que é separado para uma tarefa especial, de alto nível, como no caso de um sacerdote ao de um rei ao serviço exclusivo de Deus, ele vivia no monte Santo de Deus, antes de sua queda, sua posição de querubim é fortalecida e acrescida por outra posição, ou seja, de “PRINCIPADO”. Principado vem do termo grego “arché”, significa “governo”, “magistrado”, pela expressão principado indica que Lúcifer governava o universo angelical, esse titulo é aplicado a um anjo com missão especifica, Quando Deus criou Lúcifer o já tinha designado para uma tarefa especial. Prestar e conduzir os louvores na corte celestial. Em Ezequiel 28.13, lemos que quando Deus o criou, já havia criado também os instrumentos para que ele tanger-se louvores para Deus, como está escrito, “... em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados”.

Em todas as descrições bíblicas que Lúcifer está em vista, ela fala d’ele como um ser real, vivo, e não meramente um símbolo do mal. Evidentemente foi um dos espíritos criados por Deus (Ezequiel 1.5; 28.12-14). Ocupava posição extremamente exaltada e segundo a bíblia muitos poder maior que o seu só se encontra na trindade santa, Deus, Jesus e o Espírito Santo (Ezequiel 28.11-15). A mesma passagem indica que, originalmente, Satanás não era um ser pervertido, mas perfeito em sua personalidade e obras.

Lúcifer era sem dúvida alguma o regente da música e encarregado de conduzir os louvores a Deus. Lúcifer era o grande líder da adoração angelical, um anjo de classe eminente, quando Deus o criou, já o tinha designado para um cargo especial, para conduzi-lo aos louvores, Em Ezequiel 28.13, Ele era o mestre para tanger harpa em louvor ao próprio Deus, (Isaías 14.11). Ele só perdeu essa posição quando se rebelou contra o seu criador, o qual Deus já não ouvia mais seu louvor. A tua soberba foi lançada também no Sheol, na sepultura junto com o som das tuas harpas...  (Isaias 14.11-13; Ezequiel 28.16). A Bíblia fala em Ezequiel 28.12-15, fazendo clara referência a Lúcifer antes de sua queda. A Bíblia fala que ele era o “Aferidor de medida” em beleza, poder, perfeição, sabedoria, santidade e formosura. Isso significa dizer que se antes de sua queda todos nós criaturas humanas pudéssemos chegar à Glória de Deus e disse-se assim: Deus me dê um exemplo de perfeição em teu reino de poder, beleza e glória. Deus com toda certeza apontaria para aquela criatura... Ou seja, o Querubim Ungido Lúcifer.
Como já falamos, Lúcifer carregava títulos que nenhuma criatura carregava, e um desses títulos era, “Aferidor da medida”. Aferidor da medida, é aquele que afere; instrumento para aferir. Mais ele não usava instrumentos para aferir. Ele era o próprio instrumento de aferição, beleza, poder, perfeição, sabedoria, santidade e formosura.  (Ele era o modelo perfeito, o modele padrão). Lúcifer era o modelo, o exemplo de perfeição diante de todos os seres angelicais. Na balança o aferidor da medida, é um instrumento de fundamental importância, sem ele a balança está inútil, sua principal função é medir, calibrar, marcar e aperfeiçoar com toda exatidão, todo peso e medida. Lúcifer foi criado com essas qualificações, ele foi encarregado por Deus como o aferidor da medida diante dos seres angelicais, para avaliar, para dar-lhe posição e responsabilidade com forme os padrões estabelecidos por Deus, para aplicar testes e referências, e dar-lhes valores, conduzindo ao próprio Deus na verdade.
Lúcifer era um anjo que pertencia a mais alta classe de seres angélicos, sua relação com Deus manifestava-se em sua função especifica de proteger o trono de Deus, ele se destacava pela ligação que tinha com o trono de Deus, sendo o querubim da guarda (Ezequiel 28.14). A expressão tronos, domínios, principados e potestades entre as coisas invisíveis, em Colossenses 1.16, implica graus e hierarquia que Lúcifer exercia entre os anjos. E em Efésios 1.21 e 3.10, a menção autoridade, potestade, domínio e "tronos" nos lugares celestiais. Das ordens nomeadas em Colossenses 1.16. Pela expressão "tronos" nos indicam que Lúcifer muito antes de sua queda exercia o mais alto e elevado cargo, próximo a Deus e assim tanto por estar perto de Deus e sustentar o trono de Deus como por sentar ele mesmo sobre trono aproximando-se mais perto de Deus em glória e dignidade, a expressão "domínios", ou senhorios, é aquele que exercem poder ou senhorio sobre as hierarquias inferiores; "principados", é o que tem dignidade de príncipe; e "potestades", ou autoridades, é aquele que exerce poder ou autoridade sobre a ordem angélica da hierarquia inferior, essa era as posições de Lúcifer antes de sua queda". As escrituras revelam que ele era dotado de grande sabedoria, e de uma exaltada beleza, de absoluta perfeição, de maravilhoso poder (Ezequiel 28.12). Ele ocupava uma posição de destaque diante de Deus, ele foi o primeiro, e o único querubim ungido.

A Bíblia diz que os querubins é uma classe de anjos criados por Deus, que se destacam pela ligação direta com Ele, a palavra querubim no original hebraico “QUERUB”, que significa, “Aquele que guarda, ou que cobre”, o sentido “O querubim, ungido para cobrir”, essa referência indica que um dia Lúcifer foi um dos querubins que cobria o propiciatório de Deus com suas asas. Cujas asas foram estendidas ao longo do trono de Deus, como aqueles querubins que cobria a arca da aliança no templo (Êxodo 37.9; Hebreus 9.23-34; Apocalipse 11.19). Eles são uma classe especial de anjos diretamente relacionados com o trono de Deus, os querubins aparecem mencionados em vários textos sagrados, eles são anjos que defendem o caráter Santo de Deus, assim os encontramos em ação, em todos os textos sagrados. (Êxodo 25.10-22; 26.1; 36.8; I Reis 6.23-29). A Bíblia declara que Deus habita entre os Querubins (I Samuel 4.4; II Samuel 6.2; II Reis 19.15; I Crônicas 13.6; Salmo 80.1; 99.1; Isaías 37.16).

Os querubins São responsáveis pela guarda da entrada do paraíso (Gênesis 3.24). Eles observam o propiciatório (Êxodo 25.18-20; Salmo 80.1; 99.1; Isaías 37.16; Hebreus 9.5). Eles são os cocheiros que constituem a carruagem que Deus se serve para descer a terra (II Samuel 22.11; Salmo 18.10). Como demonstração do seu poder de majestade, em Ezequiel capitulo um, e Apocalipse capitulo quatro, são representados simbolicamente como seres vivos em várias formas. Mais do que outras criaturas, eles foram destinados a revelar o poder, majestade e a glória de Deus, e a defender a santidade de Deus no jardim do Éden (Gênesis 3.24). No tabernáculo, no templo e na descida de Deus a terra (II Samuel 22.11).

 Os querubins aparecem pela primeira vez em (Gênesis 3.24). Como guardiões da santidade de Deus, tendo guardado o caminho para árvore da vida no jardim do Éden, que dá acesso para a entrada oriental, a fim de que nosso primeiro pai que havia transgredido a Lei do Senhor, não tivesse livre acesso ao caminho da árvore da vida.

A Bíblia revela que eles possuem uma posição elevada na corte celestial, E estão ligados diretamente ao trono de Deus (I Samuel 4.4; II Reis 19.15; Salmo 80.1; Isaias 37.16). Essa era a posição de lúcifer ante de sua queda, lúcifer era um querubim especial entre os querubins junto de Deus ante de sua rebelião, observe que o texto do (Salmo 80.1). Como já falamos, que Deus se assenta entres os querubim. E lúcifer um dia já teve esse prazer de ver seu Criador sentado entre eles (Ezequiel 28.13.14).

Observe o que a Bíblia diz a seu respeito em (Ezequiel 28.14). “Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas. No meio das pedras afogueadas andavas”, mesmo com toda essa grandeza e sabedoria que ele ocupava não lhe era suficiente, seu coração sempre anelava a usurpar a honra que o infinito criador não conferira a nenhuma criatura (Isaías 42.8).

Porém por sua presunção e orgulho lúcifer foi afastando-se de seu criador, e tal ausência traria ruína sobre si mesmo, mais a advertência tão somente suscitou o espírito de resistência. Lúcifer permitiu que prevalecesse a inveja para com Deus, o orgulho o alimentava cada vez mais, o desejo de supremacia o fortalecia, as honras que a ele fora conferidas por Deus não lhe despertava nenhuma gratidão para com Deus.

Segundo a Bíblia não houve quaisquer retirada arbitraria da graça de Deus, não houve nenhuma negligência de sua parte, nem deficiência em sua teocracia, para dá motivo ao rompimento da insurreição, lúcifer por sua arrogância imaginou ser um, “Deus”, (Isaías 14.14). E de julgar-se conhecedor de todos os segredos da vida, afirmando, “eu sou Deus”, (Ezequiel 28.2-9). Sua avidez incontrolável de querer ser igual a Deus a qualquer preço aguçou o interesse de grande número de anjos que resolveu acompanhá-lo nesse ato pecaminoso contra o seu criador.

Lúcifer deixou seu próprio lugar na presença de Deus, (Judas V.6). E saiu a difundir o motim entre os anjos (Apocalipse 12.4). Operando em misterioso segredo e escondendo seu real propósito, porque a Bíblia mostra que o seu grande propósito era ser igual ao altíssimo (Isaías 14.14).

A Bíblia diz que o orgulho desse ser moveu ele a se rebelar contra Deus, ele sobre uma falsa aparência de veneração para com Deus, esforçou-se por suscitar a insatisfação diante das leis divina, que governavam os seres celestiais, ensinando ele que elas impunham uma restrição forçada e desnecessária, visto serem de natureza Santa, ele insistia que os anjos por ter o livre-arbítrio deveriam obedecer ao raciocínio de sua própria consciência, Lúcifer por não se firmar na verdade, como está escrito (João 8.44). Disse que Deus o tratara injustamente, Ele sempre alegava não está pretendendo a exaltação própria, mais a Bíblia diz que ele a si mesmo se exaltava (Ezequiel 28.6).

Ele sempre alegou que antes procurava conseguir liberdade para todos os habitantes do céu, ou seja, para os, “Anjos”, a fim de por este meio poder alcançar condição mais elevada, isto é está acima do próprio Deus altíssimo, por sua arrogância de usurpador (Isaías 14.14). Onde a bíblia diz que é Deus que está acima que querubins e não um querubim arrogante acima d’ele ...”Tu que estás entronizado acima dos querubins” (Salmo 80.1). Lúcifer procurava por todos os meios incutir os anjos contra Deus, tal ato era revestido de maneira misteriosa, que difícil era para os anjos desvendar, por teres sido criado perfeito, por isso que muitos estudiosos do assunto, o chama de mestre do disfarce como está escrito (II Coríntios 11.14). Para os anjos era difícil qualquer suspeita mal da parte de um ser que fora altamente honrado por Deus, e amado pelos seres celestiais, onde sua influência era forte, como poderia um dia os anjos acreditar que Lúcifer o querubim ungido, a quem Deus tinha altamente exaltado pudesse ofender, ou torturar uma criatura de Deus, logo Lúcifer o querubim dá primeira classe, a estrela da manhã, o resplendor (Isaías 14.12-15). Mais ele usava sua má aparência, a qual parecia está procurando honrar a Deus, e o bem está de todos os seres celestiais do céu, mais Deus em sua onisciência, e infinita sabedoria, sabia muito bem qual era suas pretensões, e o que se passava no seu pensamento, porque a Bíblia diz que o Espírito de Deus penetra o mais profundo dos pensamentos de todas as criaturas (Hebreus 4.12).

Mais com tudo isso Deus permitiu que Lúcifer levasse avante sua obra até que o espírito de dissabor amadurecesse em ativa, era necessário que seus planos se revelar-se, e se desenvolver-se completamente para que sua verdadeira face e natureza pudessem ser vista por todos, observe o que a Bíblia diz a seu respeito em Ezequiel, “Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre”, (Ezequiel 28.19).

A Bíblia mostra que Deus criou todas suas criaturas livre, e Lúcifer por ter sido criado com livre-arbítrio podia fazer uso daquilo que Deus, jamais usaria, o seja, o mal, e o pecado, quando Deus o criou, o criou perfeito, Santo, e inculpável, entretanto, dotado de personalidade e livre arbítrio, esse ser angelical podia optar, escolher o caminho a seguir, ele foi criado no mesmo nível de justiça, bondade e Santidade, foi criado em condição de igualdade (Ezequiel 28.11-14). Foi nessa condição de livre-arbítrio que Lúcifer, um Querubim ungido criado para servir ao trono de Deus, ele rebelou-se contra o criador e fomentou sua rebelião induzindo milhões de outros anjos a seguir sua funesta revolta (Isaias 14.12-16; Ezequiel 28.12-19). Mais com tudo o verdadeiro caráter do usurpador deveria ser por todos conhecido, seria necessário que ele fosse adiante para que Ele se manifestar-se através de suas más obras, com tudo isso Deus na sua longanimidade suportou este insulto, porque a Bíblia diz que Deus não tem prazer na morte do ímpio (Ezequiel 33.11). Assim como Deus foi, e é, longânime para com os homens ímpios, assim Ele foi para com Lúcifer, porque como já vimos, foi Ele quem não quis se firmar na verdade (João 8.44). Lúcifer não foi de imediato degradado de sua posição, nem mesmo quando começou a apresentar sua falsa aparência e más pretensões diante dos anjos, reiteradas vezes lhe foram oferecida reconciliação e perdão, não podemos determinar o tempo exato que Deus na sua longanimidade o suportou, Porque a bíblia diz, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. (I Pedro 3.8). Mais uma coisa é certa, que as escrituras ensinam que a benignidade de Deus não tem fim (I Crônicas 16.34). Evidentemente Lúcifer e seus anjos recusaram o oferecimento do perdão que Deus lhes fez, como nos faz, há nós homens, e persistiram no erro, assim a Bíblia diz, “Que um abismo chama outro abismo”, (Salmo 42.7). E ainda mais, que quem ama o mal, ele o abaterá (Salmo 109.17). “Lavrastes a impiedade, segastes a perversidade, e comestes o fruto da mentira,” (Oséias 8.7; 10.13). Em outras palavras, Deus está dizendo que era inevitável que os pecados que ele se envolveu contra seu criador ficasse isento: “A tua malicia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mau e quão amargo é deixares ao Senhor teu Deus, e não teres o meu temor contigo, diz o Senhor Jeová dos exércitos.” (Jeremias 2.19). 

Foi isso que aconteceu com o querubim ungido. Ele insistindo dessa maneira se confinou no mal, e foi muito além nessa pendência contra seu próprio Criador, e tornou-se irreconciliável, e inimigo do Deus todo poderoso, e de todas suas criaturas.

Lúcifer prosseguiu entregou-se por completo na grande luta contra Deus, toda sua capacidade, ciência e virtude foram aplicada a obra de engano, Ele recusou a condição de arrependesse, e de submetesse as leis que apenas o amor e a sabedoria infinita poderiam conceber, houvesse Ele feito isso poderia ter salvado a si mesmo, e aos anjos caso houvesse desejado obedecer a Deus, mais o orgulho o impediu de submeter-se a lei do criador.

E como resultado de sua rebelião contra Deus. Lúcifer e suas hostes foram banidos do céu, e os anjos que se aliaram a ele na insurreição contra Deus, fora derrocado no céu, como está escrito, “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus; e foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo, e Satanás, que engana todo mundo, ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele”, (Apocalipse 12.7-9). Lúcifer inspirando um ódio terrível contra Deus foi vencido com seus anjos, e foram totalmente banidos dos céus, e Deus declarou sua justiça e honra, e os céus, do qual seus habitantes jubilaram de alegria, por isso está escrito, “Alegrai-vos os céus e vos que neles habitais. Ai do que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo”, (Apocalipse 12.12). Todo céu deveria ver, e viu o grande enganador desmascarado, mesmo quando foi decidido que Ele não mais poderia permanecer no céu. Deus com sua infinita sabedoria não destruiu a Lúcifer de imediato, houve-se Ele sido de imediato excluído da existência teria as demais criaturas servido a Deus, antes por temor, do que por amor.

Lúcifer antes de desenvolver completamente sua má obra, usou uma terrível camuflagem sobre o pecado, porque para os anjos o pecado não parecia ser o mal que é na realidade, Eles eram seres celestiais, e Santos, essa era a essência de sua criação como está escrito (Ezequiel 28.12). Eles não eram capazes de discernir as consequências terríveis do pecado, quando Lúcifer começou sua obra maléfica, os anjos não podiam compreender toda extensão, e enormidade do pecado, pois nunca existira pecado antes, porque a Bíblia afirma que desde o principio de sua rebelião. Satanás é o autor do pecado (I João 3.8).

Por pura camuflagem luciferiana, os seres celestiais recorreram à falsa representação que era sua arte de combate, e tornar indecisos os anjos, pelos capciosos argumentos relativos aos propósitos divinos, tudo que era simples, Lúcifer envolveu em mistério, e mediante artificiosas rações, seu elevado cargo empreitada maior força, muitos foram induzidos a unir-se a Ele na insurreição contra o criador (Apocalipse 12.4). Assim como os seres humanos, os anjos estavam passando num período de provação, porque todo que é dotado de livre-arbítrio tem esse momento, alguns deles caíram em pecado, por isso nunca serão salvos, nem tão pouco poderão arrepender-se dos seus pecados, porque o próprio Deus já o sentenciou a condenação eterna, por tal rebelião, (II Pedro 2.4; Judas V.6; João 16.11). Porém os muitos anjos que não aderiram à insurreição de Lúcifer passaram no teste e agora estão num estado de Santidade e glória, e os céus são o seu lugar de habitação eterna (Mateus 18.10; 22.30; Apocalipse 5.11). Ondem permanecem leais como “santos anjos”, (Mateus 25.31; Marcos 8.38; Lucas 9.26; Atos 10.22; Apocalipse 14.10). Chamados “anjos eleitos”, (I Timóteo 5.21).

Satanás perdeu o direito de habitar no céu, dimensão onde habita Deus, e os Santos, Ele foi expulso de sua presença, assim Ele procurou estabelecer sua morada nas regiões celestiais, como está escrito (Efésios 2.2). Por seu orgulho, Ele perdeu tal direito, porque a Bíblia nos ensina que Deus se agrada dos que serve com um coração voluntario (II Crônicas 28.9).

A Bíblia vem mostrando que o que Satanás fez com os anjos, agora ele procura a todo custo incutir nos homens o mesmo espírito de rebelião contra Deus, durante toda sua vida, Ele vem investindo com todo afinco no homem, e inspira a rebelião sobre toda a terra nos filhos da desobediência (Efésios 2.2). Semelhantes ao que ele fez no céu com os anjos, Após sua queda Lúcifer ficou cegando, ludibriando, e prometendo liberdade aos homens com base na violação da lei de Deus, começando maleficamente por Adão e Eva, prometendo vida, mesmo eles na desobediência (Gênesis 3.4). Hoje sabemos que qualquer reprovação do pecado contra Satanás, ele suscitará o espírito de ódio, como disse o Apóstolo Pedro (...) “O Diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como Leão, buscando a quem possa tragar”, (I Pedro 5.8).

No decorrer da história cada vez mais Satanás quer levar os homens a justificar-se, e com isso procura à simpatia de outros em seus pecados, hoje a humanidade em vez de corrigirem seus erros como está escrito, “De que se queixa, pois o homem vivente? queixe-se cada um dos seus pecados”, (Lamentação 3.39). Indignar-se contra Deus que reprova como se fosse ele a causa da dificuldade.

Satanás quer por uma aparência falsa no caráter divino, como fez no céu, fazendo com que Deus seja por muito considerado severo e tirano, Satanás sempre quis e quer induzir o homem a pecar, declarando ele que as injustas restrições de Deus, foi à causa da queda do homem, mais observe que em Gênesis 3.1-6, Satanás é chamado a serpente que enganou e provocou a queda do homem.

A Bíblia vem mostrando que a maioria das referências a essa criatura está nos evangelho, e em atos, no Antigo Testamento há pouca referência de Satanás e de seus demônios (Levítico 17.7; Deuteronômio 32.17; I Crônicas 21.1; II Crônicas 11.15; Jó 1.7-12; 2.1-7; Salmo 106.37; Zacarias 3.1.2).

Lúcifer foi o primeiro ser criado, porque segundo a Bíblia (somente Deus o Altíssimo é incriado, sem precipício e sem fim) ele se corrompeu, por causa de seu orgulho, gloria, e resplendor, ele almejou a glória que Pertence unicamente ao Senhor, como está escrito (Isaias 42.8). E ele por está na posição mais elevada de Querubim ungido, estabelecido para proteger o monte Santo de Deus, que as pedras afogueadas eram seu brilho, que era perfeito nos seus caminhos, não suportando o peso da posição, e por tal destaque entre os anjos invejou algo que só pertence a Deus, daí veio à queda, o coração dele elevou-se muito por causa de sua formosura, lúcifer corrompeu sua sabedoria por causa do seu resplendor (Ezequiel 28.17). E por isso veio seu fim, imagine os mortais.

Pois devemos está bem atento com as advertências do Apóstolo Pedro que nos diz, “Porque toda criatura é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva, secou-se a erva, e caiu a sua flor”, (I Pedro 1.24). Assim foi Lúcifer na sua criação já foi uma flor da erva, agora nada é mais, a não ser uma flor de erva seca sem nem um vigor, destinado ao lago de fogo e enxofre (Apocalipse 20.10).
Lúcifer perdeu suas qualificações de está no monte Santo de Deus, e de está junto ao tabernáculo Santo, porque no Salmo 15.1-5, fala nas qualificações que uma criatura deve ter para habitar no monte Santo, e tabernáculo de Deus, primeiro ela deve prática à justiça, e fala a verdade no seu coração, coisa que Lúcifer perdeu como está escrito, não se firmou na verdade, e encheu seu coração de iniquidade, e violência (João 8.44; Ezequiel 28.15.15). Segundo aquele que não difama com sua língua, nem faz mal ao seu próximo, coisa que Lúcifer se aperfeiçoou, começando por chamar Deus de mentiroso (Gênesis 3.4.5). E sempre acusou todos que são próximo de Deus, e uma prova disso foi quanto ele foi banido do céu, acusou “Jó”, “Josué”, e “todos os cristãos”, (Apocalipse 12.12; Jó 1.9; Zacarias 3.1). Terceiro aquele que cujos olhos o réprobo é desprezado; mais honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e com tudo não muda. Lúcifer sempre olhou com desprezo e orgulho, para seu criador (Ezequiel 28.2-6). E nunca respeitou as criaturas que temem ao Senhor (Apocalipse 12.12).  Seu conteúdo mudou, porque desde o principio de sua rebelião ele mente (I João 3.8). Quanto àquele que não dá seu dinheiro com usura, coisa que Deus abomina (Deuteronômio 19.17). Lúcifer sempre gostou de subornar, enquanto viveu no céu ele ludibriou e subornou com suas mentiras a terça parte dos anjos (Apocalipse 12.4).  Lúcifer sendo uma criatura tentou ser maior que seu Criador, cego por suas qualidades, foi precipitado e seu fim decretado (João 16.11; Apocalipse 12.12). Tornando-se Satanás. E nesta pendência conquistou a terça parte dos anjos, devido ao comércio que fez com seus dons em tal quantidade e o tornou violento e pecador (Ezequiel 28.16). Ele se esqueceu que os dons e talentos que Deus dá não faz suas criaturas serem maiores do que Ele próprio. Na terra não fez por menos, ele tentou Jesus no deserto, prometendo-lhe todos os Reinos deste mundo, se ele se prostrasse e lhes adorar-se (Lucas 4.6.7). Por essas qualificações más e perversas, foi que Deus ó desqualificou para que ele não mais habitar-se no monte Santo de Deus, isso é uma grande advertência para todos nós, para não seguir seu exemplo, e deixa de um dia habitar no monte Santo de Deus, e viver prestando-lhe culto ao criador diante do tabernáculo Santo.
Lúcifer se esqueceu que Deus é criador, e nós criatura, Deus é imortal, nós mortal, Deus é imparcial, nós parcial, Deus é imaculado, nós maculado, Deus é imaterial, nós material, Deus é invencível, nós vencível, Deus é infinito, nós finito, Deus é perfeito, nós imperfeito, Deus é superior, nós inferior, Deus é irrepreensível, nós repreensível, Deus é puro, nós impuro, Deus é sensato, nós insensato, Deus é Mestre, nós discípulo, etc.

Porém hoje quanto à rebelião de Lúcifer, tiramos há seguinte conclusão, que todas as criaturas, seja humana ou angelical, foram criadas por Deus, para lhes servir, e lhes prestar culto e adoração (Salmo 150.6). E não para seres desobedientes, como o anjo rebelde que lançou todos os, seus privilégios fora, por isso devemos defender com todo afinco nossa coroa, e os galardões que Deus em Cristo preparou para nós, e para todos aqueles que nele esperam, e que não aderiram há rebelião de Lúcifer.

Portanto depois de conhecer essa trágica historia, não serei nenhum néscio um dia me levanta contra meu Deus e criador, e contra seus estatutos, como Lúcifer ex-líder dos anjos fez, longe de mim esteja de um dia pelo menos pensar como esse anjo rebelde pensou.










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