domingo, 21 de fevereiro de 2016

AS CONTRADIÇÕES DOS ESCRITORES DA CPAD, QUE PREOCUPADOS EM ENGORDAR SUAS CONTAS, ESTÃO ESCREVENDO HERESIAS CONTRADITORIAIS.

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos

CONHEÇA AS CONTRADIÇÕES DOS ESCRITORES DA CPAD, QUE PREOCUPADOS EM ENGORDAR SUAS CONTAS, ESTÃO ESCREVENDO HERESIAS CONTRADITÓRIAS.

Durante toda vida observei todas as igrejas, e vir que nenhuma delas tinha uma verdade tão clara como os ensinos da Assembleia de Deus Ministério Belém, isto é segundo minha análise, seus ensinos, suas doutrinas, seus ministros, homens respeitados, verdadeiros servos de Deus o qual aprendemos a conhecer pelos seus livros, DVD, e principalmente pelas lições Bíblicas da escola dominical, ao longo dos anos fui me aprofundando com todo apetite pelos escritos da CPAD, e vir que entre os escritores e teólogos da CPAD, há muitas divergências nos seus escritos, tudo bem, até concordo quando essa divergência teológica é entre outras denominações, mais não da mesma denominação, foi isso que comecei a observar, e é, isso que está acontecendo, o ponto onde eu quero chegar é sobre alguns escritos publicados pela CPAD, que está deixando muita divergência segundo alguns que ler, sabemos que a nossa única regrar de fé é a Bíblia sagrada, mais assim como o apóstolo Paulo nós também precisamos de bom livros para nos auxiliar, como está escrito, (2 Timóteo 4.13). Porque eles nos ajuda a esclarecer nossas dúvidas.

Nesse pequeno relato quero mostrar algumas divergência que precisa de esclarecimento, porque através desses livros, artigos, revistas, e jornais, que são publicados pela CPAD, do qual esperamos extrair uma boa leitura, um bom trabalho, do qual esperamos dá também um bom ensinamento, tanto para nós, como para aqueles que nos houve, espero que todos entendam isso não como critica, e si entender, entenda como construtiva, portanto os temas que eu vou mostrar já estão sendo taxado de heréticos, algo que só nos resta os ministros de Deus nos esclarecer, vejamos.

“O Senhor Jesus, na sua morte, desceu as partes mais baixas da terra” (Ef 4.9). “E tomou de Satanás as chaves do inferno”: manual de Apologética Cristã. P.278, CPAD. Pr. Ezequias Soares.

“No inferno: Satanás após haver sido despojado”, (Cl 2.15). “Viu-se repentinamente sem as chaves da morte e do inferno”, (Ap 1.18). Lições Bíblicas, maturidade cristã, 2º trimestre de 1992.p.20, Pr. Geziel Nunes Gomes.

“Quem falou que o inimigo um dia teve chaves? Além de alguns cantores, os pregadores triunfalistas tem anunciado isso. As escrituras afirmam apenas que Jesus tem as chaves da morte e do inferno, isto é, do Hades” (Ap 1.18). E não que estas foram tomadas de Satanás. Erros que os pregadores devem evitar. P.42, CPAD, Pr. Ciro Sanches Zibordi.

Observou que contradição, o Pr. Esequias Soares diz, que “Jesus tomou as Chaves de Satanás”, vem o Pr. Geziel Nunes Gomes diz, que “Satanás viu-se repentinamente sem as chaves da morte e do inferno”, daí o Pr. Ciro saches Zibordi, rebate essas contradições é diz, “quem falou que o inimigo um dia teve chaves? Além de alguns cantores, o pregadores triunfalista tem anunciado isso”, por isso concluímos que os consultores doutrinários e teológicos, da CPAD, nada examina além de sua conta bancaria preenchida com a venda desses livros cheios de contradições e textos heréticos.

“Jesus 100% homem e 100%

“Jesus 100% homem e 100% Deus é comum, por exemplo, vemos crentes que pensam que Jesus era 50% homem e 50% Deus, tal assertiva, a primeira vista, para um crente não familiarizado com a doutrina Bíblica, pode parecer normal, mas não é, afirmar isso é dizer que Jesus era meio homem e meio Deus, quando as sagradas escrituras afirmam que cristo era, ao mesmo tempo, 100% homem e 100% Deus, isto é, plenamente humano e absolutamente divino, ou seja, 100% do homem Cristo era 100% Deus, Mestre 5, juvenis, 15 a 17 anos, a história da igreja, comentário, Silas Daniel.

“Cristo é verdadeiro homem e verdadeiro Deus, Jesus não é mais ou menos humano e 100% divino, ele também não é 100% humano e mais ou menos divino, ele também não é 50% homem e 50% Deus, a Bíblia diz, que somente um messias 100% homem e 100% Deus poderia efetuar a salvação” (Is 7.14; 9.6; Ml 4.2; Mt 1.21-23). (...). “A pessoa cristo não era 50% homem e 50% Deus, não era meio homem e meio Deus, mas 100% homem e 100% Deus, o Deus Cristo é aquele homem Cristo é o verdadeiro Deus, Deus feito homem, resposta fiel, ano 6-nº 22- Dez-Jan-fev /2007, PP.29.31.32. Silas Daniel

Jesus 100% homem e 100% Deus

“Jesus Cristo não somente era pleno Deus, como pleno ser humano, ele não era em parte Deus e em parte homem, antes, era 100% Deus, e ao mesmo tempo100% homem”, lições Bíblicas mestre jovens e adultos 2º trimestre de 1995. P. 23, Pr. Elienai Cabral.

Cem por centro homem?

“há uma expressão teológica que precisa ser entendida à luz da palavra de Deus: Jesus é 100% homem”, a Bíblia sagrada não afirma isso, mas diz, que ele se fez (...) “semelhante aos homens”, (Fp 2.7). Erros que os pregadores devem evitar, p. 108, Pr. Ciro Sanches Zibordi.

Observou, mais uma vez o Pr. Ciro Sanches Zibordi, vai contra os escrito dos pastores Silas Daniel, e Elienai Cabral, afirmando que não passa de contradição teológica dos demais escritores da CPAD, com a expressão, “A Biblia sagrada não afirma isso, que Jesus é 100% Deus e 100% homem, mas diz, que ele se fez (...) semelhante aos homens, Mais uma vez perguntamos na verdade qual é a fusão e o interesse dos consultores doutrinários e teológicos da CPAD?.

“Jefté e o sacrifício de sua filha”

“A Bíblia diz, em outros lugares que o sacrifício humano é abominável diante de Jeová, logo se puder ser confirmado como literal o sacrifício da filha de Jefté, somos obrigados a admitir que foi uma profanação, e como tal foi recusado por Jeová, como há uma dúbia interpretação do texto, ninguém pode dar a palavra final. Manual de Apologética Cristã, p.36.37, CPAD, Pr. Esequias soares

“O voto de Jefté”

“Essa passagem fica ainda mais compreensível na (ARA). “Daqui veio o costume em Israel das filhas de Israel saírem por quatro dias, de ano em, ano a cantar em memória da filha de Jefté, o giliadita”, você já viu alguém cantar em memória de quem está vivo?.

Portanto, reitero que a polêmica em torno dessa passagem é teológica, e não bíblica, é categórica sobre o assunto, porém algo que deve ficar muito claro é que Deus jamais aceitaria sacrifício humano, Jefté ofereceu sua filha em holocausto por que “ele quis”, e não porque “o senhor o aceitaria”, como condição para abençoar o seu povo. Erros que os pregadores devem evitar, pp.99.101, CPAD, Pr. Ciro Sanches Zibordi.

“Jefté e sua precipitação”

“Alguns argumentam que Jefté não sacrificou sua filha, afirmando que a interpretação correta de Juízes 11.34, é “este será do Senhor” e não “eu o oferecerei em holocausto” dando, assim, por esta sutil alteração imaginaria, a opção de também ser a pessoa consagrada para o serviço de Deus, então, no caso da filha de Jefté, ela seria consagrada ao serviço do Senhor, vivendo o resto de sua vida como solteira e virgem, porém, o contexto bíblico nos mostra que realmente ele cumpriu o voto do sacrifício da filha. Lições bíblicas mestre jovens e adultos 2º trimestre de 1996.p 42, CPAD, comentário: Valdir Bicego.

Observou que contradição enquanto os pastores Valdir Bicego e Ciro Sanches Zibordi afirmam com todas as letras que Jefté sacrificou sua filha em holocausto, o pastor Esequias soares afirma no seu Manual de Apologética Cristã, p.36.37, que ninguém pode dar a palavra final. Mais uma vez concluímos que o que está em jogo é vender o peixe e não seu conteúdo.

“Em Gênesis 1, o nome Elohim ocorre 32 vezes, é o único nome de Deus nesse capitulo, este nome aparece no texto original da Bíblia, 2.701 vezes, lições bíblicas jovens e adultos 3º trimestre 28 de Setembro de 1986, lição 13.p.44, CPAD, comentário: Pr. Geziel Gomes.

“Elohim é o plural de Eloah, tanto um como outro é traduzido por, “Deus” esse nome no singular ocorre 57 vezes no velho testamento; ao passo que no plural cerca de 2.500, manual de Apologética cristã, p.61, CPAD, Pr. Esequias Soares.

Observou mais uma vez que contradição, o Pr. Geziel Gomes, diz que o nome Elohim ocorre 32 vezes, enquanto o Pr. Esequias Soares, diz que o nome Elohim ocorre 57 vezes, e ainda mais enquanto o Pr. Geziel Gomes, diz, que este nome aparece no texto original da Bíblia, 2.701 vezes, o pr. Esequias Soares, diz, que ele aparece no texto original da Bíblia, 2.500 vezes. Mas uma vez o que eles querem é vender seu peixe não importa que ele esteja estragado ou não.

“E não somente esses temas que estão em contradições, mais outros como por exemplo, alguns pastores ensinam que não ser devem falar contra os ministros de Deus, porque eles são ungidos do Senhor, baseados nos textos de (1 Samuel 24.6-12; 26.11). Enquanto que o Pr. Paulo Romeiro na revista resposta fiel, ano 5-nº 17-set - out-Nov/ 2005 p.11 CPAD, “diz, que na Bíblia não existe unção para pastores, na Bíblia as pessoas eram ordenadas ao ministério por imposição de mão, e não ungidas”.

“Outro tema que eu sempre escuto os pastores pregarem é que o apóstolo Paulo não era casado, baseado em (1 Coríntios 7.7-9). Enquanto que no livro história Eclesiástica de Eusébio de cesárea, p.108, CPAD, diz, “E Paulo não se nega em certa epístola a mencionar a própria esposa, a quem não levava consigo, a fim de facilitar seu ministério”.

“Outro tema que é pregado por alguns pastores nas nossas igrejas é a teologia da prosperidade, enquanto que o Pr.Claudionor de Andrade, nas lições bíblica jovens e adultos 1º trimestre de 2003, PP.64-67, CPAD, diz, “a ideia de que a salvação traz consigo riquezas materiais não tem fundamento bíblico (...). “A teologia da prosperidade é diabólica perversa e mentirosa, porque induz os filhos de Deus a buscar a riqueza”.

São enumerável as contradições entre eles, vamos há outras, por exemplo, na lições bíblicas jovens e adultos 3º trimestre de 1999. P.52, Malaquias contra o formalismo e as iniquidades na casa de Deus, que diz, “homens santos e piedosos que adoravam a Deus com as suas ofertas e dízimos: Caim, Abraão, e Jacó, (Gn 145.20; 28.22). (Claudionor de Andrade).

“Já nas lições bíblicas jovens e adultos 1º trimestre de 2011, p.30, Atos dos apóstolos até aos confins da terra, “uma oferta como a de Caim”, nossa atitude diante do Senhor é sempre mais importante do que a nossa oferta, vejamos a história de Abel e Caim, ambos trouxeram o fruto do seu trabalho a Deus, o primeiro teve a sua oferenda aceita, pois justo era seu coração, enquanto ao segundo, por ser iníquo, foi rejeitado, (Gn 4.6.7). (Claudionor de Andrade).

Observe também o que diz, o pastor Antonio Gilberto, “Sempre existiram dois tipos de adoradores: os bons e os maus. Por exemplo: Abel e Caim, (Gn 4). Mensageiro da paz, Fevereiro de 2004. P.15,

“afirma também o comentarista inglês Matthew Henry, em nada diferem dos três mais notáveis criminosos do antigo testamento, Caim, Coré, e Balaão, Lições Bíblicas jovens e adultos 1º trimestre de 2002. P. 57, Judas Batalhando pela genuína fé cristã, Claudionor de Andrade.

Assim também diz as lições Bíblicas jovens e adultos 3º trimestre de 1996. Atos o padrão para a Igreja da última hora. P.40, “Caim e Abel, todavia, um era crente e o outro incrédulo”. Pr. Esequias Soares.

Observe ainda em outras nas lições Bíblicas jovens e adultos para as escolas dominicais e cultos domésticos, Janeiro a março de 1976, PP.20.21, que diz, “A Bíblia diz que Caim era do maligno”, “Deus não se agradou de Caim e de sua oferta”, (Gn 4.5). Pr. João de Oliveira

Em outra lição também diz, “Deus rejeitou a oferta de Caim”, lições Bíblicas jovens e adultos 4º trimestre de 1995, Gênesis o principio de todas as coisas. P.33. Pr. Elienai Cabral.

Também encontramos em outra lição Bíblica outro equivoco, observe, “Ao rejeitar o que ofereceu Caim, Deus observou que seu coração estava cheio de maldade”, lições Bíblicas jovens e adultos, maturidade cristã 3º trimestre 6 de julho de 1986. P.19. Pr. Geziel Gomes.

Isso é a aberração do absurdo chamar, “Caim”, de santo e piedoso, porque a Bíblia nunca o tratou como santo e muito menos de piedoso, mais sim de mentiroso e filho do diabo, e sempre o declarou que ele em toda sua vida sempre foi mal e impiedoso, (Hebreus 11.4; 1 João 3.12; Judas v.11). Aquele que é taxado de criminoso, invejoso, e cheio de ódio, não pode ser exaltado como, santo e piedoso, “A Bíblia diz que Caim era do maligno”, “Caim era mau”, Observou, uma diz, que ele era “Santo e piedoso”, e outros que ele era “iníquo”, “criminoso”, “mau”, “incrédulo”, e filho do maligno”, dai concluímos que o que está em vigor entre os escritores da CPAD, não é o conteúdo, mais sim o dinheiro que esse conteúdo trás mesmo com tantas contradições, para seu bel prazer, por isso o apóstolo Paulo falou que muitos homens são mais amigos dos deleites do que amigos de Deus. (2 Timóteo 3.4). São mercenários contratados por denominações e não servos do Senhor chamados para trabalhar na seara de Cristo.

Outra contradição está nas Lições bíblicas jovens e adultos 3º trimestre de 1996, p.83, Esequias Soares, CPAD, que diz, “corinto era a capital da Grécia, naqueles dias, com uma população de aproximadamente, 500, mil habitantes”, (...). De Corinto em 54. d.C. ele escreveu 1 Tessalonicenses, (Ts 3.6).

“Paulo esteve pela primeira vez em Corinto provavelmente no ano 54. A.d (...). Corinto era a capital da Acaia (...). Contava com uma população de cerca de 600, mil habitantes”, lições bíblicas jovens e adultos Abril a Junho de 1977, p.4, comentário de João de oliveira.

Observou mais uma vez que contradição o Pr. Esequias Soares, diz, que “corinto era a capital da Grécia, naqueles dias, com uma população de aproximadamente, 500, mil habitantes”, enquanto o pr. João de oliveira, diz que. “Corinto era a capital da Acaia” (...). “Contava com uma população de cerca de 600, mil habitantes”. Será com tantas contradições, essa editora a inda tem a audácia de chamar alguém de seita?

“No mensageiro da paz p. 27, diz, “oferta”, lembra-nos as muitas ofertas oferecidas no antigo testamento, a propósito não é correto o uso da expressão “oferta alçada” em relação aos dias atuais. Manoel Jatobá

“Já nas lições bíblicas jovens e adultos 3º trimestre de 2000, evangelismo e missões.p. 83, diz, “convém lembrar que oferta alçada não é o mesmo que dizimo, (Ml 3.10). Ambos são bíblicos e atuais. Esequias Soares.

“O pastor Paulo césar lima, no livro dizimista eu? Diz, “Cristo não veio anular a lei e os profetas, mais cumpri-La o dizimo é ensinado tanto na lei como nos profetas.

“Já o pastor Manoel Jatobá, no mensageiro da paz de 2007.p. 27, diz, “dizimo na Bíblia é mencionado primeiro em, Gênesis 14.20, muito antes da lei, para que ninguém venha relacioná-lo a esta que só durou até João, (Lc 16.16).

Outro tema contraditório encontramos nas lições Bíblicas jovens e adultos, abril a junho de 1977.p. 59, que diz, “por isto que a palavra “santos”, aqui refere-se aos que trabalhavam na “seara do Senhor” constantemente eram tiradas ofertas especiais para ele (1 Co 16.1.2). Comentário de João de Oliveira.

Enquanto que nas lições Bíblicas jovens e adultos 2º trimestre de 1998. P. 91, que diz, “Paulo, sabendo dessa necessidade, levantou oferta na Macedônia, na Acaia (v.26; 2 Co 8.1). Em Corinto e na Galacia (1 Co 16.1-3; 2 Co 8.6-11; 9.1-5). Para suprir as necessidades dos irmãos pobre de Jerusalém, Comentário, Esequias Soares.

Observou que contradição, enquanto um diz, que os santos necessitados de Jerusalém eram só o ministério, o outro diz, que era em geral todos os irmãos pobres de Jerusalém, daí concluímos que esse que afirmou que os santos eram só o ministério é mais um mercenário em busca de seu bel prazer, não fazendo caso dos irmãos, mais sim, de si mesmo.

Portanto esses são alguns temas contraditórios, bom é que essa igreja da qual essa editora faz parte olhe com muita atenção esses assuntos, porque os críticos já estão ensinando que esses escritores só estão preocupados com suas contas bancaria se tornaram uma seita contradizentes, que seus teólogos já não sabe mais o que escrevem, seus pastores que há tanto tempo atacaram as demais denominações, com seus livros, com seus belos destaques de capa, como, “Guias de seitas e religiões, Bruce Bickel e Stan Jantz, CPAD”, Resposta as seitas, Norman Geisler & Ron Rhodes, CPAD”, “Desmascarando as seitas, Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro CPAD”, “seitas e Heresias, Raimundo F. de Oliveira CPAD”, “Porque Deus condena o espiritismo, Jefferson Magno Costa,CPAD”etc.

Agora estão delirando nas letras correndo no mesmo erro que se enquadra as seitas, que eles tanto atacaram, as seitas estão crescendo, e vocês estão na mesma pisada, prevalecendo e tomando o cálice da mesma contradição, que em hipótese alguma podem existi, porque a Bíblia diz, “porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?”, (Tiago 3.11).

Hoje a igreja de nosso Senhor Jesus Cristo, é conhecida pelas suas qualidades, seguindo as tradições, dogmas, e costumes da igreja primitiva que foi fundada pelo próprio Jesus, qualidade essa que é balanceada, e regida pela própria Bíblia, e não por livros elaborados por homens que todos os anos o modificam, não é uma igreja que vive além do que está escrito, como o Apóstolo Paulo falou (1 Timóteo 6.3). A igreja de nosso Senhor não vive em cima de teólogos contradizentes, a igreja de nosso Senhor Jesus Cristo não é conhecida pela contidades de livros ou de membros que ela tem, nem pelos anos que ela possui, o por ter os melhores Pastores, melhores pregadores, melhores cantores, melhores escritores, o por ser a maior do pais, por ter a melhor editora, por ter a melhor gravadora, mais sim, ser ela tem seus ensinamentos baseados na Bíblia, e se seguem a doutrina dos Apóstolos, como está escrito (Atos 2.42-46). São essa as qualidades que afirma se ela é, o não de Cristo.

Hoje no Brasil tem milhares de igrejas que ser dizem Evangélicas, uma atacando a outra, chamando-a de seita, e essa luta vem há anos, só levando os fanáticos a destruição espiritual.

Porém hoje quando examinamos a Bíblia, ela nos manda comparar a igreja primitiva que foi fundada por Jesus, e as que são fundadas pelos os homens, dizendo que foram inspirados pelo Espírito Santo.

Mais segundo a Bíblia nos dias atuais as igrejas que se dizem inspiradas pelo Espírito Santo tem que andar na mesma pisadura, da igreja primitiva que vivia no mesmo parecer (1 Coríntios 1.10). Na mesma coisa (1 Coríntios 1.10). No mesmo pensamento (1 Coríntios 1.10). Sem dissensões (1 Coríntios 1.10). Na unidade (1 Coríntios 1.10).Não contenciosa (1 Coríntios 11.16). Que é unânime (Romanos 12.16). Que participa das promessas do Evangelho (Efésios 3.6). Que não busca glória de homem (1 Tessalonicenses 2.6). Que é exemplo para os fieis (1 Tessalonicenses 1.7). Que não anda com engano (1 Tessalonicenses 2.3). Que não anda segundo a carne (Romanos 8.1). Que é salva antes da fundação do mundo (2 Timóteo 1.9). Que é o bom perfume de Cristo (2 Coríntios 2.15). Que faz parte da Assembléia dos primogênitos (Hebreus 12.23). Que é selada com o Espírito Santo (Efésios 1.13). Que confessa sua fé em Jesus publicamente (Mateus 10.32; 2 Timóteo 2.11.12). Que lavou suas vestes no sangue do cordeiro (Apocalipse 7.14). Que é chamada para participar da ceia do Senhor (Apocalipse 19.9). Que é testemunha de Cristo até os confins da terra (Atos 1.8). Que é batizada com o Espírito Santo (Atos 1.5). Que passou da morte para a vida (1 João 3.14). Que é uma serva boa é fiel (Mateus 25.23). Que não é órfã (João 14.18). Que é lavada de todos seus pecados (Apocalipse 1.5). Que é uma igreja de Rei e sacerdote (1 Pedro 2.9). Que é casa de Deus (Hebreus 3.6). Que prática a justiça (Salmo 15.2). Que se manifesta quando surgem as heresias (1 Coríntios 11.19). Que perdeu sua vida para salvá-La (Marcos 8.35). Que anda com ordem, e decência (1 Coríntios 14.40). Que em nada dá escândalo (2 Coríntios 6.3). Que é membro do mesmo corpo (1 Coríntios 12.27). Que anda num só espírito (Efésios 4.4). Que não ajunta tesouro nesse mundo (Mateus 6.19). Que nada trouxe para esta terra, e nada pode levar dela (1 Timóteo 6.7). Que foi comprada por bom preço (1 Coríntios 6.20). Que é sal e luz da terra (Mateus 5.13). Que é remida, especial, zelosa de boas obras (Tito 2.14). Que é templo e morada do Espírito Santo (1 Coríntios 3.16). Que é ovelha do único Pastor (Hebreus 13.20; 1 Pedro 2.25). Que têm a mente de Cristo (1 Coríntios 2.16). Que é formada de um povo Santo (1 Pedro 1.15). Que guardar a unidade do Espírito Santo, pelo vinculo da paz (Efésios 4.3). É essa igreja que foi fundada pelo Senhor Jesus Cristo, E não um grupo de teólogos contradizentes, preocupado com dinheiro, e não com o conteúdo.



















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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

ESTÁ DESCARTADA QUEM TEM MELQUISEDEQUE PARA APOIAR A PRÁTICA DO DIZIMO PARA OS DIAS DE HOJE.

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

SERÁ QUE MELQUISEDEQUE É UM PONTO DE APOIO PARA OS MERCENÁRIOS PRATICAREM O DIZIMO NOS DIAS DE HOJE?


Quanto á questão do dizimo todo homem com o mínimo de inteligência percebe perfeitamente que ele não está na doutrina de Cristo, somente os fanáticos cegos e religiosos é que a vêm desta forma. Como você pode notar, é teólogos ditando ali de uma maneira, e mais além, de outra forma. É até bobagem d’eles ficarem como crianças trocando figurinhas, do tipo Abraão disse isso, Malaquias disse aquilo. Estão fazendo isso unicamente para mostrar aos irmãos que não têm base na doutrina Bíblica de Cristo, suas articulações contra os não dizimistas. O dizimo hoje é colhido de acordo com as palavras dos homens mercenários, mas não de acordo com as Escrituras do Novo Testamento, que é de acordo com Jesus.

Essas Igrejas não se dão por vencida, e diz que na tipologia Abraão entregou os dízimos a Cristo, já que Melquisedeque era dá mesma ordem, e diz, “Hebreus tipifica Cristo, na pessoa de Melquisedeque, Abraão pagou dizimo a este de todos os despojos”, (Hebreus 7.4). “E isso muito antes da lei do Antigo Testamento, portanto, sendo Melquisedeque figura de Cristo e como Abraão lhe pagou o dizimo, assim nós, na graça devemos pagar dizimo a Cristo” vemos isso no Mensageiro da paz (Mensageiro da paz, dezembro de 2007. P.27). E com essa declaração eles tentam inculcar tal ideia nos seus membros, mais tal teoria não passa de um subterfúgio teológico. Vamos aos fatos.

Hebreus 7.4 diz: “...O patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos”. O escritor disse que foi dos “Despojos”.  Despojos – Nesse caso de Abraão, significa. Recompensas por uma batalha vencida ou sobras de guerra ou bens de conquista adquiridos após o guerreiro ter vencidos seu adversário na guerra, algo tomado ou saqueado de seu adversário, que na maioria das vezes está morto ou feito prisioneiro. Um exemplo disso está em, II Samuel. "Este se levantou, e feriu os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar a mão pegada à espada; e naquele dia o Senhor efetuou um grande livramento; e o povo voltou junto dele, somente a tomar o despojo." Despojo este que pertencia a Dodo, filho de Aoí, um dos valentes de Davi. (II Samuel 23.10). Ou seja, Abraão deu um dízimo que nem dele era e continuou com todos seus bens. “E era Abraão muito rico em gado, em prata e em ouro.” (Gênesis 13.2). Assim; logo você também fica sabendo que esse dízimo atual “Nada tem a ver” com o que deu Abraão. Muitas vezes a Bíblia fala “tudo” e “todos”, mas é uma maneira de falar como em Mateus 10.22 “E odiados de todos sereis...”, esses “todos” é claro que há exceções. Veja também que Abraão deu os dízimos à Melquisedeque, este representava Jesus Cristo (Hebreus 7.3 “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, (Meuquisedeque) não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre”. Se você fizer uma analogia, verá que pode simbolizar uma dívida do homem a Deus, só vindo acabar quando Jesus disse: João 19.30. “...Está consumado...”, a palavra grega usada é TELEO”, que se traduz perfeitamente por “pago” ou “esta pago”, pago o que? Uma dívida do homem a Deus, (não se esqueça que usei de analogia). Agora quero que você analise o versículo de Hebreus 7.5, o escritor da carta cita o dízimo, certo? Um pouquinho mais à frente ele diz: Hebreus 7.2   “... Necessariamente se faz também mudança da lei.”, mais um pouquinho adiante volta a dizer: Hebreus 7.16 “Que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal...”, mais três versículos depois ele diz: Hebreus 7.19 “Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou...”, mais um pouquinho adiante volta a dizer: Hebreus 7.28 “Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos...”, e completa a explicação citando a lei e apresentando Cristo: Hebreus 7.28 “...Mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.”. Acho que não precisa nem de explicação! Qualquer um que olhar o versículo sabe que o escritor pegou um mandamento da lei, ou seja, (dízimo) para mostrar a inutilidade da lei, e apresentar a perfeição que é Jesus Cristo. Vamos ainda analisar mais profundo. Em Hebreus 7.12, que diz, “Porque mudando-se o sacerdote, necessariamente se faz também mudança da lei”, porque se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo” (v.7). Isso que dizer que houve mudança de sacerdócio, por isso também houve mudança da lei, a lei era ineficaz, seu precedente mandamento foi, “ab-rogado”, por causa de sua fraqueza e inutilidade (Hebreus 7.18). Porque foi “ab-rogado?”, porque o Sacerdócio de Cristo não é da ordem de Arão, ou de Levi. Jesus não pertencia á tribo dos Levitas, como está escrito, (Hebreus 7.13).  Mais sim da tribo de Judá, tribo essa que Moisés nunca falou de sacerdócio (Hebreus 7.14). Assim como Melquisedeque não era, por isso depois que ele cumpriu a lei. Ele o ab-rogou (2 Coríntios 3.14). Por isso os pastores religiosos de hoje que recolhem o dizimo, não são da tribo de Levi, não são Judeus e não fazem parte da Lei de Moisés. Este costume existiu de Abraão, até Levi (Hebreus 7.9). Nessa passagem o autor da carta aos hebreus explica que, o dizimo termina em Levi e por ser Cristo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque, este ab-rogou (ou, seja, aboliu) o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, conforme narra  a carta aos Hebreus (Hebreus 7.1 - 28). Ele dá o arremate final: "Com efeito, mudado que seja o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei"  (Hebreus 7.12). E ainda: "O mandamento precedente é, na verdade, ab-rogado pela sua fraqueza e inutilidade" (Hebreus 7.18). Assim fica descartado os pastores dizerem que são Levitas porque Jesus não pertencia á essa tribo e nem tão pouco Melquisedeque. Os rudimentos dar lei fora chamados de fracos e pobres (Gálatas 4.9). Jamais ele foi pregado, porque o dizimo só pertencia aos rituais Levíticos da Antiga Dispensação (Hebreus 7.5). É como a editora CPAD em uma de suas revistas escreveram. Nas lições Bíblicas jovens e adultos 2º trimestre de 2008. As disciplinas da vida Cristã P.36. “Os filhos de Israel tinham por obrigação trazer os dízimos aos Levitas, a fim de manter em perfeito funcionamento o serviço do Santuário: “Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação”, (Neemias 18.21-ARA). Era para essa tribo que era destinado o dizimo, e não para os dias de hoje, como alguns ensinam, que está em vigor para seu bel prazer.

Eles dizem que por Melquisedeque ser maior que Abraão. Abraão pagou dizimo a ele, assim somos nós na Dispensação da graça, daremos dízimos a Cristo, porém o texto diz ao contrário, que Cristo por ser superior a Melquisedeque, ele “ab-rogou a lei” (Hebreus 7.18.19). Isso está tão claro que até o escritor da Bíblia Dake na P. 1968, diz, a ordem de Melquisedeque, isto gerou a necessidade de mudança na lei e a conseqüente abolição de todos seus sacrifícios, e não que ele recebia dizimo, o quer pregou dizimo durante seu ministério terreno, como algumas Igrejas ensinam. E ainda mais não está escrito em. Hebreus 7.7. “Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior”, hoje você ver por ai um menor abençoado pelo “MAIOR”, ou seja, um Pastor abençoando suas ovelhas?

Se hoje usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicasse ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os “Pastores” de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram só até João (Lucas 16.16). Porque mudo-se o sacerdócio, e foi necessário faz mudança da lei (Hebreus 7.12). Portanto, esses versículos do capítulo 7 da carta aos Hebreus, é suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus. 

A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo oito do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:    Hebreus 7.8: “Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive“.  

Observe com Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que “MORREM”.

No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.    O Senhor Jesus Cristo afirma que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no   Evangelho de João 11.26, onde Jesus disse: Todo aquele que  vive, e crê em mim, nunca morrerá.  Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não creem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomar o dízimo é voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.

CONCLUSÃO- A carta aos Hebreus apenas está comentando algo que aconteceu no passado como prática de fé, isso não significa que temos que dá o dízimo simplesmente porque o livro de Hebreus comentou que Abraão deu.  A carta aos Hebreus também fala de sacrifícios de fé feito no passado como por exemplo o sacrifício de fé que Abel fez, mas nem por isso nós temos que fazer um sacrifício igual ao de Abel. (Hebreus 11.4) Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala. Hebreus fala que Abraão deu o dízimo dos despojos, mas também fala que Abraão sacrificava, se pelo fato de comentar sobre o dízimo que Abraão deu é motivo para dizimar, então também devemos sacrificar já que o mesmo livro comenta ambos os eventos. (Hebreus 11.17) Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. (Hebreus 11.28). Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse. (Tiago 2.21). Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? O fato de um evento do Antigo Testamento ser comentado no Novo Testamento isso não significa que temos que praticar-lo hoje. (Hebreus 7.1) Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; Hebreus aqui está falando que Melquisedeque foi abençoar Abraão quando ficou sabendo que este regressava vitorioso da matança dos reis, é claro que nós não seremos abençoado se sairmos por ai matando qualquer um que julguemos inimigo do evangelho. Isso foi apenas uma prática de fé feita por Abraão naquela época onde se era permitido por Deus estas práticas, que o autor aos Hebreus está comentando ela para que assim como Abraão teve fé e obedeceu aquelas ordens dadas por Deus, assim nós também tenhamos a mesma fé em obedecer ao estabelecido por Jesus através do seu evangelho.

Portanto ficou descartada quem tem esse livro para apoiar sua prática do dizimo.


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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SERÁ QUE A MULHER VESTIDA DE SOL, DO CAPÍTULO 12, DO APOCALIPSE É MARIA?

 Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

SERÁ QUE A MULHER VESTIDA DE SOL, DO CAPÍTULO 12, DO APOCALIPSE É MARIA?

Todo bom apologista sabe que a ultima referencia que é feita a Maria foi no dia de pentecostes no capitulo 1.14, do livro de atos dos apóstolos quando ela recebeu o Espírito Santo juntamente com as demais, cento e vinte pessoas que estavam reunidas no cenáculo, como está escrito, Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria mãe de Jesus e com os irmãos Dele”. (Atos 1.14). Esta foi a ultima referencia feita a ela, e nada mais nos é referido a seu respeito, embora que, depois de Atos dos apóstolos foram escrito mais vinte e dois livros inspirados, isto é, “vinte e uma epístola e o livro do Apocalipse”, em nenhum destes escritos encontramos qualquer recomendação especial e nem sequer alguma citação ao nome de Maria. Porem, como vimos não há vestígio algum de mariolatria no Novo Testamento, e muito menos ela ser a mulher do capitulo 12 do apocalipse.

Não adianta buscar subterfúgio teológico para colocar Maria no centro dá bíblia, todos sabem que Maria não aparece em absolutamente lugar nenhum da Bíblia a partir das epístolas apostólicas doutrinárias (de Romanos ao Apocalipse), porque quando a Bíblia aborda doutrinas Maria não tem qualquer papel relevante, simplesmente desaparece completamente. Já no catolicismo o que ocorre é exatamente o inverso: quando a questão envolve doutrina, é onde Maria mais aparece. Ela é a onipotente suplicante no Céu, é a co-redentora, é a medianeira das graças, é a Rainha dos Céus, é a adjutora e intercessora, a mais poderosa que todos os santos e anjos, a imaculada mãe de Deus. Ou para ser mais claro: Maria é uma deusa para os católicos, ela é a mulher do capitulo 12 do apocalipse para eles.

Mas, se é assim, por que a Bíblia omite completamente o nome de Maria em todas as epístolas apostólicas doutrinárias? Estariam os apóstolos omitindo informações de tamanha importância para a doutrinação da Igreja ou os “atributos de Maria” não eram tão importantes para serem revelados? De qualquer forma, os católicos, sabendo desse problema, inventaram uma solução, usaram a “EISEGESES”, para o texto do apocalipse 12, forçando-o ele falar o que não está escrito,  para eles, esse é o capítulo que a Bíblia fala de Maria. Hilário, para dizer pouco. Parece que a descrição claramente alegórica do texto, que fala de uma mulher que está vestida do sol e com uma lua em seus pés e doze estrelas na cabeça, de um dragão que tinha sete cabeças e dez chifres, da mulher criando duas asas de águia e da serpente lançando água pela boca, não é suficiente para mostrar a eles que o relato não está em sentido literal. Essa mulher não é literalmente aquela que deu à luz a Jesus (Maria), mas está em sentido alegórico, representando outra coisa, menos Maria.

Nesse livro devemos observar que atenção de João tem-se voltado, até agora, aos eventos que se deram em volta do trono. Mas com a sétima trombeta, introduzindo as sete taças de severos julgamentos. E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus, Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste. (Apocalipse 11.15-17), verifica-se um interlúdio, onde sete personagens, e quatro conflitos com Satanás, passam a ser mostrados ao evangelista.

A MULHER VESTIDA DE SOL (Apocalipse 12.1,2) "E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz." Todos teólogo e apologista, seguem neste capítulo, a mesma linha de pensamentos, a saber: A mulher representa Nação Israelita. Jeremias 4.31; (em figura de retórica ver Oséias 1.2, 3). A posição em que foi colocada, recebendo proteção, amor e a iluminação divina, faz-nos pensar em um vulto visto no “céu”. Isto é, nesse caso significa no firmamento. A mulher teria de estar no firmamento, se é que está sobre a lua. Mas a cena é imediatamente transferida para aterra, assim que o filho varão da mulher é dado à luz). Vestida do sol. Estar vestida do sol equivale a estar revestida de luz. Bem perto de Deus, pois “...Deus é sol” (Salmo 84.11), e “cobre-se de luz como de um vestido” ( Salmo 104.2). A luz é a vestimenta de Deus. Ele é luz. Jesus Cristo é também: “...O sol da justiça” (Malaquias 4.2). O Dr. J. A. Seiss declara: “Assim como o sol é o rei do dia, assim a lua é a rainha da noite; e assim como estar vestido do sol significa ser glorioso facho de luz para o mundo...”. A grande glória de Israel (vestido de luz) fala de como Deus elevou aquela nação para trazer o Messias (a Luz do mundo), o Redentor Universal. Tendo a lua debaixo dos seus pés. O simbolismo do sol, lua e estrelas sugere um resumo da história de Israel, como se depreende de Gênesis 37.9. “Assim como a lua está subordinada ao sol e recebe dele sua luz, toda a glória de Israel e sua influência provêm daquele que o comprou, dando-lhe vida. A lua brilha de noite; assim Israel deve brilhar, dar seu brilhante testemunho, em meio às trevas sombrias que se avolumam na era da Grande Tribulação”. Dado a posição da mulher vestida do sol, evidentemente este, estava posicionado acima desta e esta tendo por pedestal a lua; nesse caso, o sol e a lua estavam em relação um ao outro em posição vertical. Dando a entender que, a lua estava em fase minguante em (“forma de aliança”). Após o terremoto e a chuva de saraivas, aparece a visão de "um grande sinal", mostrando, em retrospectiva, uma importante verdade. A descrição deste sinal é simbólico, mas, à semelhança dos outros símbolos do Apocalipse, representa uma realidade. O que João vê é uma mulher vestida de sol, com a lua debaixo dos pés e com uma coroa de doze estrelas na cabeça. No Salmo 104.1,2, Deus é mostrado como alguém vestido de honra e majestade, coberto de luz como se fora um manto. Cristo também é descrito como o Sol da Justiça, "a luz do mundo" (Malaquias 4.2; João 8.12). "Os que forem sábios, pois, resplandecerão, como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem a justiça, brilharão como as estrelas" (Daniel 12.3). Na simbologia profética das Escrituras Sagradas, isso aponta também para “a aliança eterna” (a lei) que por desobediência Israel colocou “debaixo dos seus pés” (cf. Mateus 15.6). Uma coroa de doze estrelas. Em razão da Igreja não estar em foco na presente época (a da Tribulação), as doze estrelas representam os doze patriarcas, que são o princípio da formação da Nação Israelita. O simbolismo inteiro faz-nos lembrar, de qualquer modo, do sonho de José, (Gênesis 37.9). Sonho esse onde José viu o Sol que era seu pai Jacó, a Lua, a esposa, e as doze estrelas, os seus doze filhos (Gênesis 37.9). “...Eis que ainda sonhei um sonho: e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim”. Assim o sol, a lua e as estrelas lhe prestavam honrarias. Isso certamente fala da nação de Israel. Não devemos pensar na Igreja nesta secção, pois a mesma se encontra ao lado de Cristo nas “bodas do Cordeiro” Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. (Apocalipse 3.10). E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. (Apocalipse 19.9). Assim, a mulher represente Israel (o remanescente fiel), mostrada como uma mãe real (compare com. Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; rompe em cântico, e exclama com alegria, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária, do que os filhos da casada, diz o SENHOR. (Isaías 54.1). Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós. (Gálatas 4.26). Tendo domínio sobre algumas coisas (isto é, "a lua sobre seus pés"), e junto aos fiéis das doze tribos, que é a coroa de doze estrelas na cabeça. A mulher está prestes a dar à luz, e grita com as dores de parto. Essa mulher é um sacrifício vivo, que sofre qualquer coisa para trazer o Messias ao mundo. A agonia da nação de Israel, afim de que Jesus viesse ao mundo. Esse simbolismo é usado acerca de Israel, nas páginas do Antigo Testamento (cf. Isaías 66.7.8) e ilustrado em (Isaías 9.6; Miquéias 5.2.3). Israel, isto é, o remanescente fiel que aguarda a vinda do Messias, descobre que esperar o Messias leva-o através de uma história de experiências dolorosas como falou o profeta Isaías. Como a mulher grávida, quando está próxima a sua hora, tem dores de parto, e dá gritos nas suas dores, assim fomos nós diante de ti, ó SENHOR! Bem concebemos nós e tivemos dores de parto, porém demos à luz o vento; livramento não trouxemos à terra, nem caíram os moradores do mundo.(Isaías 26.17,18). A preparação à vinda do Messias (isto é, Jesus). Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. (João 1.6-10). Iniciou- se muito antes de Maria ter sido visitada por um anjo.

Portanto o texto (Apocalipse 12.2). Focaliza o caso de Israel (ainda que seja a nação toda), que foi usado como instrumento para trazer o Cristo, o Messias, ao mundo, o que ilustra novamente a doação da vida a um mundo morto. Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos. (Isaías 66.8). Ilustra um novo surgimento na vida de Israel: “...Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? nasceria uma nação de uma só vez? mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos”. Os profetas descreveram a nação de Israel como quem sofria as dores de parto com o objetivo de traze Cristo a fim de que regesse todas as nações, foi uma longa agonia. Porém, mesmo diante desta grande “ânsia” que durante séculos tem passado a nação, as Escrituras falam como Deus a elevou; primeiro, para trazer ao mundo o Messias, o Redentor Universal; segundo, na glória futura de Israel, como cabeça das nações; e esperando essa manifestação de Israel e da Igreja, há uma ardente expectação de toda a criação que geme, como está escrito. Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos. (Romanos 8.19-23).
  
A Aparição do Dragão Vermelho (Apocalipse 12.3) "E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas." Outro sinal aparece no céu, também cheio de significados simbólicos. Um gigantesco dragão de muitas cabeças e muitos chifres. Este dragão é identificado, no versículo 10, como Satanás. No presente texto, está em foco “A antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo”. Ela é a serpente sedutora, mãe das trevas, que é um cão de fogo horroroso. Foi esse terrível ser que personificado uma serpente enganou a pobre mulher (Gênesis 3.1-13; II Coríntios 11.3). É afirmado por Matthew Pool eminente comentador da Antiguidade, que o artigo definido em Gênesis 3.1, é enfático, e por isso se refere a uma serpente especial. E, no hebraico é: “hannachast”, isto é, esta serpente ou essa serpente, significando que não era uma serpente qualquer, ou um simples animal, mas uma personificação do próprio Satanás (Apocalipse 12.9). Em sete livros do Antigo Testamento e em dezenove do Novo, encontramos a figura sombria desta serpente “veloz” chamada “o Diabo”. Ocorre uma vez no plural. Deuteronômio 32.17. Seu nome é a transliteração do vocábulo grego “diábolos”, expressão sempre usada no singular, que significa “acusador”; é aplicado nas Escrituras exclusivamente a Satanás. “Ele é assim chamado, em virtude de suas disposições hostis opondo-se a Deus e aos homens”. No sentido profundo da palavra, significa também “caluniador”, porque tanto calunia a Deus (Gênesis 3.2), como aos homens (Jó 1.9; Apocalipse 12.10). Em João 6.70, tem o sentido de uma “traidor”. Assim como o cavalo vermelho, em 6.3, significa sangue e morte, também o vermelho deste dragão é uma referência ao fato de Satanás ser um assassino desde o princípio, como está escrito.  Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. (João 8.44). Pois o conflito entre Satanás e o povo de Deus iniciou-se no Jardim do Éden. Foi lá que a promessa de vitória sobre a serpente foi-nos dada. E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. (Gênesis 3.15). As "sete cabeças" simbolizam a pretensão de sabedoria, mas na realidade não se trata de sabedoria e, sim, de astúcia diabólica. Os dez chifres mostram que ele alega ter plenitude de poder; uma afirmação falsa: foi-lhe concedido tão-somente algum poder sobre a terra. Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. (Daniel 7.7,24). Alguns vêem tal poder operando através dos dez reis. As sete coroas significam a plena autoridade divina sobre os reinos da terra, pois ele falsamente reivindica ser "o deus deste mundo" (II Coríntios 4.4). A Intenção do Dragão (Apocalipse 12.4) "E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho." Com a sua cauda, o dragão arrasta a terça parte das estrelas do céu, e as lança por terra ("arrastar" tem o sentido de puxar com força; o mesmo verbo grego (suro) aparece em João 21.8: "arrastando a rede", e, em Atos 14.19, onde se diz que Paulo foi arrastado para fora da cidade, após ter sido apedrejado). Sua ação é idêntica ao do pequeno chifre em Daniel 8.9,10 (Antíodo Epifânio). Alguns creem ser isto uma descrição da rebelião original do anjo Lúcifer (que se tornou Satanás), e dos anjos que ele levou consigo (II Pedro 2.4; Judas 6). Outros simplesmente utilizam-se desta passagem para demonstrar o poder satânico. Tendo demonstrado toda a sua força, Satanás, como um animal de rapina, coloca-se em frente à mulher que está prestes a dar à luz.

Sua intenção de destruir a criança arrasta-se desde a promessa de Gênesis 3.15, quando soube o que a semente da mulher (a criança) faria a ele. Conseqüentemente, vem opondo-se a Israel através dos séculos, culminando na tentativa de tirar a vida de Jesus. Herodes, o Grande, por exemplo, ordenou a morte de todos os meninos de dois anos para baixo em Belém e em suas cercanias (Mateus 2.16). O Nascimento e a Ascensão do Filho do Homem (Apocalipse 12.5) "E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono." A mulher dá à luz "um filho homem", literalmente "um filho, um homem".  “...UM FILHO VARÃO”. Cremos está aqui em foco, á pessoa de Cristo. “O Filho Varão”. Não se trata de Cristo“misticamente concebido”, nos membros da Igreja. A citação do Salmo 2.9, aplicada a Cristo em todo o contexto da Igreja Primitiva, afirma-nos que o Filho da mulher vestido do sol é o próprio Cristo que nasceu para reinar (cf. Gênesis 3.15; Salmo 2.9; 110.5, 15; Daniel 4.26; Apocalipse 12.5; 19.15). O sentido geral deste versículo é que Cristo, mediante sua ressurreição e ascensão, frustrou os desígnios malignos e destruidores de Satanás. A ascensão do Cristo é expressa com as palavras: “...E O SEU FILHO FOI ARREBATADO PARA DEUS E PARA O SEU TRONO” (cf. Marcos 16.19; Lucas 24.50, 51; Atos 1.9;7.56; Apocalipse 3.21). Nada se diz aqui da morte do filho varão à não ser no versículo 11 desta secção, uma vez que ele é ligado com Israel e com a regência de todas as nações, ambas as quais dependem de seu nascimento e ascensão ao trono. os substantivos "filho" e "homem" mostra que o sentido é individual e não coletivo. O filho é identificado como aquele que irá "reger todas as nações COM VARA DE FERRO". Em (Apocalipse 2.26,27). Reger todas as nações. Essa alusão feita no presente texto, refere-se ao governo milenial de Cristo, após o término da Grande Tribulação. Naquela época, Ele governará como monarca absoluto, mas também será o Sumo–Pastor. O grego diz literalmente “poimaino”, “pastorear” ou “cuidar”. Essa palavra é empregada por 11 vezes nas páginas do Novo Testamento (cf. Mateus 2.6; Lucas 17.7; João 21.16; Atos 20.28; I Coríntios 9.7; I Pedro 5.2; Judas v. 12; Apocalipse 2.27; 7.17; 12.5 e 19.15). O reinado de ferro das nações será quebrado por aquele que vem pastore-las com “vara de ferro”. Aqui o domínio significa “guiar como um pastor”, e “vara de ferro”, não significa “dureza” e sim, um método inquebrantável no governo de Cristo.

Em Apocalipse 2.25-28, é-nos dito que Jesus dará, aos vencedores, poder sobre as nações; Mas o que tendes, retende-o até que eu venha. E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações, E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai. E dar-lhe-ei a estrela da manhã. E não somente aos de Tiatira, como também aos que se conservarem fiéis até o fim. Os vencedores também regerão as nações com vara de ferro. Noutras palavras: o pai escolheu a Jesus para reger as nações, esmigalhando-as com vara de ferro. Ele, porém, convidará os vencedores a compartilhar tal vitória com Ele. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. (Apocalipse 3.21). O Salmo deixa bem claro que Jesus é, primariamente, aquele a quem Deus reconhece publicamente como seu Filho e, por isso, dá-lhe poder sobre as nações. Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. Confirmado por João no apocalipse. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. (Salmo 2.9; Apocalipse 19.15). Embora Satanás tente impedir a consecução deste plano, será ele eliminado para sempre pelo Filho (Jesus) que venceu e subiu aos céus. Alguns se perguntam por que a vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus não fazem parte desta visão. E que o tema desta não é a salvação, e sim os julgamentos que estão por vir. A menção da vara de ferro deixa isto claro. Este mesmo julgamento é mostrado em Daniel capitulo 2, onde a grande estátua de cabeça de ouro é esmigalhada. Tal julgamento é mais que certo, por ter Jesus subido aos céus e achar-se, agora, entronizado à direita do pai, esperando o tempo em que seus inimigos hão de ser postos por estrado de seus pés (Hebreus 10.13).

A FUGA DA MULHER PARA O DESERTO (Apocalipse 12.6) "E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias." “...A mulher fugiu para o deserto”. Este será o “...lugar preparado por Deus” durante a Grande Tribulação.

Primeiro João viu a mulher e o dragão como o grande sinal no céu. Contudo, o nascimento da criança deu-se na terra. E a criança é arrebatada ao trono de Deus. Quanto à mulher, é vista sobre a terra. Assim como o Antigo Testamento constantemente pula da primeira à segunda vinda de Cristo, assim também ocorre com o Apocalipse. No fim dos tempos, a mulher "foge para o deserto". Aqui, tem ela um lugar que lhe preparou Deus. Nele, será cuidada por 1260 dias, ou três anos e meio; parece ser uma referência à última parte da Grande Tribulação, Aparentemente não sem razão, pois segundo o modo judaico de calcular, três anos juntos precisariam do acréscimo de um mês, de maneira que o período seria 1.290 dias (Daniel 12.11) em vez de 1.260 dias (Daniel 7.25; Apocalipse 11.2, 3; 13.5); mas,referindo-se a um dos anos separadamente evita-se este resultado. Isso é confirmado em Apocalipse 11.2, 3, quando acidade de Jerusalém será pisada pelos gentios durante o tempo de 42 meses, quando os mais severos julgamentos estarão caindo sobre a terra. A repetição deste número no Apocalipse é uma indicação de que este tempo é para ser interpretado de forma literal e não simbólica. Alguns explicam que o "deserto" é um símbolo das nações do mundo. Todavia, a menção de que o lugar já havia sido previamente preparado à mulher, indica alguma coisa mais específica, desse modo, se aponta para o livro de Daniel 11.41.

Deus preparou a cidade de Pella, uma das cidades de Decápolis, como “refúgio” para os crentes fiéis que creram nas advertências do Senhor. Eles ali ficaram por trás do “deserto” da Judeia e de Moabe, e assim escaparam da grande destruição da cidade e de seus moradores. Cremos que por determinação do conselho e pré-conhecimento de Deus, provê-se um lugar de segurança e manutenção para o remanescente. Sugerem-se que este lugar de “refúgio” seja Petra, no monte Seir, na terra de Edom e Moabe. Sela ou Petra, a cidade da rocha é uma das maravilhas do mundo (localizada ao sudoeste do mar Morto), como um possível esconderijo. Podendo acomodar 250.000 pessoas, assim ofereceria proteção excelente. Esta região demarcada por Deus e denominada de “o deserto”, é chamada também de: (a) “lugar”. Apocalipse 12.6; (b)“refúgio”. Isaías 16.4; (c) “quartos”. . Isaías 26.20, etc. Na simbologia profética das Escrituras Sagradas, “deserto” significa um lugar de “isolamento” (Salmo 55.5-8), aqui, porém, refere-se “...Ao deserto dos povos” (Ezequiel 20.35). Será: “EDOM E MOABE, E AS PRIMÍCIAS DOS FILHOS DE AMOM” (cf. Daniel 11.41). Esses serão os únicos países que escaparão da influência do Anticristo, durante a Grande Tribulação. O Egito não escapará (Daniel 11.41-42). “EDOM ou EDUMÉIA: geograficamente este país encrava-se na região montanhosa entre o mar Morto e o golfo de Acaba; estende-se para dentro da Arábia Pétrea”. MOABE: encrava-se no sueste do mar Morto; era separada dos amonitas pelo rio Arnon. AMOM: encrava-se na região nordeste do mar Morto; hoje, esses três países ou povos se fundiram em tribos árabes”: Orígenis. Esta área reservada por Deus naqueles dias servirá de “refúgio perante a face do destruidor” (Isaías 16.4). O Monte Sião será também demarcado (cf. Salmo 125.1; Obadias v.17; Apocalipse 14.1). Todos esses acima citados, se transformarão no “deserto de Deus” preparado para a “mulher perseguida” (ou, seja,  Israel fiel) durante o tempo da “angústia de Jacó”.Vide as seguintes escrituras sobre o assunto: (Salmo 60.8-12; Isaías 16.4; 26.20; 64.10; Jeremias 32.2; 40.8-9; Ezequiel  20.35; Daniel 11.41;12.1; Oseías 2.14; Obadias vs. 17, 20; Mateus 24.36; Apocalipse 12.13-17). A mulher perseguida nesta passagem, representa, sem dúvida alguma, o “remanescente de Israel” (Salmo 3.13). Nos dias de Elias, este remanescente foram os 7.000 que não se dobraram diante de Baal (I Reis 19.18; Romanos 11.4); “Nos dias de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá”, Deus reservou para SI “um resto”, como declara o profeta Isaías (Isaías 1.9; Romanos 9.29); os que voltaram do cativeiro com Neemias e Esdras, eram remanescentes (Esdras capítulo 2 e capítulo 7). No Novo Testamento, são eles: Os pastores, Zacarias, Izabel, Simeão, a profetisa, Ana, Maria, mãe de Jesus e João batista; durante o tempo presente, o restante se compõe dos judeus crentes (Romanos 11.4-5); durante a Grande Tribulação: “Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o REMANESCENTE é que será salvo” (Isaías 10.22; Romanos 9.27). O remanescente desta secção se compõe de duas partes (os 144.000 e o restante da semana da mulher). Nessa época, eles são comparados a ‘orvalho”, e no Milênio, a “leão” (Miquéias 5.7-8), alguns deles sofrerão a morte, par completar um número. (Cf. 6.11), o restante será assinalado e guardado por Deus “no deserto”. Onde quer que se encontre tal lugar, o próprio Deus é que se encarregará de sua preparação para que a mulher (ISRAEL) seja alimentada e protegida, e não Maria.

GUERRA NO CÉU (Apocalipse 12.7,8) "E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos; mas não prevaleceram; nem mais o seu lugar se achou nos céus". Agora a cena volta-se para o céu, para a grande batalha entre Miguel (cujo nome significa "quem é como Deus?") e seus anjos de um lado, e o dragão e os seus anjos de outro. Miguel é chamado de "arcanjo" ou "anjo chefe" por Judas (v.9). Algumas tradições antigas dizem que havia quatro arcanjos, e outras falavam em sete. A Bíblia, contudo, identifica somente um: Miguel. A batalha é o esforço supremo e último de Satanás para derrotar os anjos de Deus, e inutilizar-lhe o plano. Por enquanto, vêm Satanás e seus demônios exercendo sua autoridade sobre o mundo espiritual, esferas de influência e governantes que jazem nas trevas do pecado (Efésios 6.12). Mas as pretensões do adversário não conhecem limite. O original grego, porém,

Indica que o ataque será iniciado pelo arcanjo Miguel. As forças da justiça estão em ação. O domínio de Satanás está chegando ao fim. O dragão é incapaz de vencer o conflito com o céu. Ele tem poder, mas não pode ser comparado a Miguel. Resultado: qualquer que tenha sido o acesso de Satanás e seus anjos ao céu, este não estará mais disponível, pois "nem mais se achou no céu o lugar deles" (v.8). Encorajemo-nos: Satanás já um inimigo derrotado.

Satanás é Lançado à Terra (Apocalipse 12.9) "E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." Agora, o dragão é claramente definido. Ele é "a antiga serpente" por haver tentado Eva no jardim do Éden. É também chamado "diabo e Satanás". Ele é o caluniador e nosso adversário (ver 1 Pedro 5.8). É também identificado como o "enganador de todo o mundo". Começou suas trapaças com Eva, e ainda tenta enganar tanto o mundo como a Igreja (2 Coríntios 11.3). Mas quando Miguel e seus anjos o derrotarem, ele será lançado à terra juntamente com todos os seus anjos para infernizar com mais intensidade e fúria a humanidade, pois o seu tempo é curto. Quando os setenta discípulos retornaram a Jesus, e contaram-lhe que até mesmo os demônios se lhes submetiam, viu o Mestre que tais vitórias eram uma antecipação de uma vitória maior. A vitória de Miguel e seus anjos, todavia, não é a derrota final de Satanás. Apesar de não mais ser capaz de entrar nas regiões celestiais, o adversário ainda terá poder sobre a terra. Seu tempo, porém, é curto. Assim que o julgamento se completar, ele será amarrado e lançado no abismo. A terra estará livre de suas tentações e dos seus ardis e planos maléficos por mil anos (Apocalipse 20.1-3). Alegria no Céu (Apocalipse 12.10) "E ouvi urna grande voz no céu, que dizia: Agora chegada está á salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derribado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite". Após a expulsão de Satanás e seus anjos, João, ainda no céu, ouve uma grande voz procedente dos que haviam sido tentados por Satanás. Bem pode ser a voz do povo de Deus que lá já estava, ou talvez a dos vinte e quatro anciãos. De uma forma ou de outra, a expulsão de Satanás leva-os a se regozijarem: a vitória final brevemente virá.

Até aqui, "o acusador dos nossos irmãos" os havia injuriado diante de Deus continuamente. Temos um exemplo disto nos primeiros dois capítulos de Jó, onde Satanás acusa o patriarca de servir a Deus unicamente para obter vantagens pessoais. Zacarias 3.1-5 mostra Satanás acusando Josué, o sumo sacerdote dos judeus que haviam retornado de Babilônia. Satanás caluniou cada um deles, alegando que seus pecados eram impuros demais para que pudessem ser perdoados. Contudo, as acusações agora chegaram ao fim. Após esta batalha, Satanás é expulso dos céus. Esta vitória é uma certeza de que nada poderá obstruir a concretização dos planos divinos. Embora algumas coisas ainda devam acontecer antes que a terra veja Jesus cumprir completamente o seu plano, a vitória é certa. As declarações que vemos, nesta passagem, são uma antecipação do estabelecimento do reino de Deus neste mundo. O Segredo da Vitória (Apocalipse 12.11) "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." O versículo 11 declara-nos que "os irmãos" (os crentes, tanto homens como mulheres) não são derrotados por seu "acusador". Eles conheciam o segredo da vitória: o sangue de Cordeiro. Este sangue tem poder para derrotar o adversário e inutilizar-lhe as acusações. Isto compreende também cada vitória obtida sobre ele no decorrer dos séculos, e a vitória final. Os crentes são vitoriosos porque Jesus derramou seu sangue, e deu sua vida por nós na cruz. A crucificação e a ressurreição são a causa da grande derrota de Satanás. Temos a garantia de sermos vitoriosos agora e no futuro, quando ressuscitarmos e entrarmos nas alegrias do reino que nos foi preparado pelo Pai (Mateus 25.34). Estes crentes são vitoriosos sobre Satanás "por causa da palavra do seu testemunho". Eles não permitiram que coisa alguma, ou pessoa, os impedisse de falar de Cristo. Estavam determinados a servir a Jesus não importando qual o preço a pagar; sua fé foi maior que o seu temor diante da morte, "pois eles não tinham suas vidas por preciosas". Alegria no Céu, Julgamento na Terra (Apocalipse 12.12) "Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo."

Devido ao fato de Satanás ter sido expulso das regiões celestiais, a mesma voz (v.10) convoca o céu e seus habitantes (incluindo todos os que se acham em volta do trono) a se alegrarem. A palavra grega para "habitar" significa que os habitantes do céu estão "tabernaculando-se" lá, onde Deus tem seu santuário (Apocalipse 13.6). Tendo em vista a vitória de Miguel e seus anjos, o céu nunca mais escutará as acusações de Satanás contra o povo de Deus. Os habitantes do céu devem se alegrar também porque o esplendor do governo de Deus e da autoridade de Cristo são manifestos naquela vitória. Isto significa também que Cristo, agora, ao invés de desempenhar seu papel de nosso advogado diante de Deus (1 João 2.1), está aguardando que o Pai coloque seus inimigos por estrado de seus pés, dando-lhe condições, assim, para o estabelecimento do reino milenial. Em contraste com a alegria do céu, a voz prevê lamentações sobre a terra por causa da queda de Satanás. Ninguém sobre a terra, ou mar, será poupado. Satanás, o adversário caluniador, descerá com grande ira, não somente por ter sido expulso do céu, mas também por saber que lhe resta pouco tempo. Ou seja: está consciente de sua condenação final, não porque possa prever o futuro, mas em virtude do conhecimento que tem das profecias da Bíblia. E ele sabe que a Palavra de Deus é infalível. Rebelde como é, Satanás continuará suas atividades no tempo que lhe resta até o término do período da Grande Tribulação. Ele estará ativo por detrás das ações do Anticristo e do falso profeta. Mas Deus trará sobre a terra mais julgamentos, derramando sua ira sobre um mundo que se acha rebelado contra Ele. O Dragão Persegue a Mulher (Apocalipse 12.13) "E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o varão." Assim que Satanás se vê banido do céu, volta-se à terra cheio de ira, intensificando seu conflito com a mulher que dera luz ao "filho varão". A razão pela qual Satanás continua a perseguir a "mulher", isto é: Israel, é devido a inimizade e aversão que ele nutre por seu filho, o Messias, o Ungido Filho de Deus. O povo judeu conhece muito bem o que é perseguição, mas o pior ainda está por vir. Muitos vêem este versículo como o tempo para o cumprimento da angústia de Jacó, como profetizado em Jeremias 30.7.

A Mulher é Protegida e Alimentada (Apocalipse 12.14) “E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” Deus não esquece seu povo que está sendo perseguido. Satanás não será capaz de impedir que a mulher alcance o lugar que Deus lhe tem preparado no deserto, (v.6) Ela recebe "asas de uma grande águia" para que possa fugir para esse local, onde será alimentada por "um tempo, tempos, e metade de um tempo", ou seja: por três anos e meio. O Apocalipse ainda está usando a linguagem e a tipologia do Antigo Testamento. As "duas asas de uma grande águia" reflete a figura usada em Êxodo 19.4, onde Deus assim consolou a Israel: "Levei-vos sobre asas de águia e trouxe-vos a mim". As asas de águia são símbolos do poder pelo qual Deus quebrou o poderio do Egito, destruindo-lhe o exército para libertar os hebreus (Deuteronômio 32.10,11; Isaías 40.31). O que as asas, ou a própria águia, significa pode ser algo controvertido. Contudo, qualquer que seja o seu real significado é evidente que Deus protegerá e preservará o remanescente fiel de seu povo. Pode ser que Zacarias 13.8, seja uma referência a Israel. Se assim for, indica que dois terços de Israel, que ainda estarão na terra, hão de perecer. Foi por isso que Jesus exortou o povo da Judeia a fugir às montanhas (Mateus 24.16). O fato de a mulher ser "sustentada" (alimentada) por Deus, talvez signifique que Ele providenciar-lhe-á alimentação sobrenatural, como o fez durante a caminhada dos israelitas em direção a Canaã (Êxodo 16.35), ou com Elias no ribeiro de Cedron (1 Reis 17.6). A repetição da informação dada no versículo seis, mostra que o conteúdo dos versículos sete a 13 deve vir entre parênteses. Como naqueles dias o parêntese não era conhecido como hoje, João viu-se obrigado a usar a repetição para mostrar que o versículo 14 continua e é um reforço do seis. No lugar que Deus lhe havia preparado, a mulher estará segura contra os ataques da serpente. Satanás, que a vem perseguindo, atacando e causando- lhe tantos transtornos através dos séculos, não será capaz de causar-lhe qualquer dano. A expressão "tempo, tempos, e metade de um tempo" antecipa a aparição do Anticristo como a besta que sai do mar, e que será vista no próximo capítulo. De acordo com a linguagem de Daniel (Daniel 12.7), neste período terá o Anticristo domínio sobre a terra. Mas Israel escapará (Daniel 7.25). O derradeiro esforço contra Israel há de ser em vão.

A Terra Ajuda a Mulher (Apocalipse 12.15.16) “E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar. E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.” Quando a serpente vê a mulher fugindo, persegue-a com um dilúvio que sai de sua boca, como um rio, com a intenção de destruí-la. Pensam alguns que este rio será uma enchente literal causada em pleno deserto com o objetivo de afogar o remanescente fiel. Isto será difícil de acontecer caso os montes e vales sejam os de Moabe e Edom (v.6). O que podemos observar é que o dragão, ou serpente, tem sido claramente identificado, no versículo nove, como Satanás (ver comentário). O "dragão" é simbólico; sua boca e a água que dela procede são igualmente simbólicas. Há os que dizem ser o rio uma enchente de falsos ensinamentos, um rio de mentiras, vindo direto do coração e da mente de Satanás. A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira. (2 Tessalonicenses  2.9-11). (3) Há ainda os que destacam o uso figurativo de "enchente" em Jeremias 46.8 (e outras passagens), como que representando um exército. Se o que João está descrevendo, acontecer quando o Anticristo quebrar a sua aliança com Israel (Daniel 4.27). Será muito mais lógico esperar que o diabo mande um grande exército atrás do remanescente fiel, à semelhança do que fez Faraó quando da partida dos israelitas do Egito. A tentativa de Satanás de destruir a mulher com um dilúvio fracassa, porque "a terra abriu a boca e engoliu o rio". A linguagem, aqui, é idêntica a Números 16.32, onde lemos acerca do castigo que Deus infringiu a Coré e a seus seguidores por terem se rebelado contra Moisés e Arão. A terra abriu a sua boca e os engoliu; o mesmo se dará neste caso. Outras passagens enfatizam o evento como um ato exclusivo de Deus apesar do meio usado (Números 26.10; Deuteronômio 11.6,7; Salmo 106.17). Podemos ver, pois, que Deus é o agente que leva a terra a engolir o rio que saiu da boca do dragão.

O Dragão Guerreia Contra o Remanescente Fiel “...Perseguiu a mulher”. O presente versículo dá prosseguimento à narrativa iniciada no primeiro versículo deste capítulo. A “mulher”, que representa a nação de Israel, deu à luz a um “menino”, que é Cristo (cf. Gálatas 4.4). O dragão procurou devorá-lo, mas não obteve êxito nisso. E, esta razão ele voltará a sua ira contra a “mulher” (ou, seja, os fiéis do tempo da angústia), e a sua “semente” (toda a nação). A mulher foi perseguida pelo dragão, primeiramente no céu (v.4), e depois na terra (v.15). A cena é primeiramente descrita como quem está “no céu”, depois como quem está “na terra”. Alguns vêem nisso a “queda de Israel”. Essa interpretação é possível sim. Porque a apostasia e a rejeição de Cristo retiraram da nação de Israel a sua antiga glória, como também a aprovação divina. Contudo Deus cumprirá todas a suas promessas por amor aos patriarcas.  

Apocalipse 12.17. “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo”. “...irou-se contra a mulher”. Esta já é a oitava vez que aparece esta figura feminina nesta secção: (vs. 1, 4,6, 13, 15, 16, 17). C. C. Ryrie indica que a palavra grega aqui traduzida por “resto” “restante” ou “Remanescente” conforme aparece no Apocalipse, “aplica-se a grupo de indivíduos selecionados, e não necessariamente a um remanescente espiritual”. Naturalmente, essa semente da mulher perseguida, são aqueles que sobraram do número dos assinalados: os 144.000 (7.1-8); são os que guardam os mandamentos de Deus (ou, seja, a lei), e têm o testemunho (da morte de Cristo). Verdade é que profeticamente falando, João via Israel e a Igreja Cristã sofrerem perseguições. Mas, não devemos aplicar o presente texto à Igreja do Senhor, pois esta se encontrará, ao lado de Cristo, nas bodas do Cordeiro. Portanto, o resto da semente da mulher perseguida, sem dúvida alguma, é Israel.

“E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao Remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.” Ao ver sua tentativa de matar a mulher, fracassada, e ao perceber que não lhe pode causar nenhum dano, o dragão vai atrás do "restante da sua descendência", identificada como aqueles que continuamente "guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus". Isto indica que os “ISRAELITAS” que aceitarem a Cristo como seu Messias, Salvador e Senhor durante esse período, serão duramente perseguidos por Satanás. Eles são o remanescente fiel que hão de ser adicionados ao número de mártires durante a Grande Tribulação.

Portanto esse capitulo não tem nada haver com Maria como a igreja católica ensina.




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