sábado, 15 de março de 2014

QUAL É O SENTIDO DO CAPÍTULO 27. 51-53 DE MATEUS

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

QUAL É O SENTIDO DO CAPÍTULO 27. 51-53 DE MATEUS

E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de auto a baixo, e tremeu a terra e fenderam-se as pedras. E abriram-se os sepulcros e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados. E saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa e apareceram a muitos (Mateus 27.51-53).

Não há em nenhum outro evangelho passagem semelhante a esta, ao estudar o contesto da morte de Jesus notamos nesses versículos três acontecimentos extraordinários.

O véu do templo que se rasgou de auto a baixo.
 O terremoto que fendeu as pedras.
 E A Ressurreição dos Santos.

Notamos que os dois primeiros fenômenos aconteceram logo após a morte de Jesus, porém o texto diz que o terceiro aconteceu depois da ressurreição de Jesus, com isso entendemos que esses acontecimentos não são simultâneos e sim sucessivos.

Esse texto tratar-se de linguagem simbólica muito próxima da linguagem (Apocalíptica).

O que o evangelista Mateus pretendia dizer com isso é evidente que esses três fenômenos estão ligados a morte e ressurreição de Jesus. Vamos aos fatos:

Quanto ao Véu do Templo – o véu do templo de Jerusalém tinha pelo menos dois véus, um externo que separava entre o átrio e o templo propriamente dito (CF. Êxodo 26.36.37; 40.33). E o outro em que separava entre o “Santo” e a parte mais Santa chamada “Santo dos Santos” (Êxodo 26.31-35; 40.21). Estes véus eram uma vez por outra aspergida com sangue dos animais sacrificados.

Na descrição de Mateus provavelmente é o segundo véu que é contemplado.
Portanto qual é o significado do véu rasgado de alto a baixo.

A tradição cristã numa vislumbrante visão inspirada no texto de (Hebreus 9.12; 10.20). Viu nesse rasgar do véu a suspensão da Antiga Aliança, isto é, o culto mosaico e o acesso ao santuário escatológico franqueado por Jesus, por isso entendemos que com a morte de Jesus todos têm acesso livre a Deus, até os que não pertenciam ao povo de Deus, isto é, os gentio (Efésios 2.14).

Vamos á questão do terremoto que fendeu as pedras – freqüentemente na Bíblia o terremoto é sinônimo de Teofania, isto é, ato ou manifestação de Deus quando aparecia aos homens (Êxodo 19.18; I Samuel 14.15; I Reis 19.11). Além, disso naquele tempo os judeus acreditavam que o subsolo fosse á moradia dos mortos, por isso entendemos que Mateus numa visão escatológica quis dizer que chegará o momento das Boas Novas também para os mortos, como está escrito em João. “Não vos maravilheis disto; porque vem á hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; (João 5.28.29). Por isso que a terra tremeu e vibrou diante do seu criador. Essa interpretação se apóia também no texto que vem em seguida, ou seja, a ressurreição dos santos e o seu aparecimento na cidade Santa.

Quanto à questão dos mortos que após a ressurreição de Jesus ressuscitaram e apareceram na cidade a muitos. Muitos estudiosos têm confundido a ressurreição desses mortos de (Mateus 27.53). Com os de (Hebreus 11.35). Fazendo uma análise com muito cuidado entre esses dois escritores, notamos que em Mateus os mortos após a ressurreição entraram na cidade Santa e apareceram a muitos enquanto os da epístola dos Hebreus foram recebidos por suas mulheres, quando olhamos para Mateus descobrimos que ele estava falando da era escatológica da ressurreição vindoura. Já o escritor da epístola aos Hebreus daqueles que pela fé alcançaram vitória, por isso quando lemos o capítulo 11 de Hebreus descobrimos que o escritor estava relembrando fatos que ocorreram no Antigo Testamento, são exatamente esses mortos que foram ressuscitados por Elias e Eliseu (CF. I Reis 17.23; II Reis 4.35.36). Que foram recebidos por suas mulheres, e não daqueles que Mateus fala que um dia entrarão na cidade Santa. Na Jerusalém Celeste (Apocalipse 21.2.10; 22.19).

A Bíblia é muito clara e mostra que Jesus desceu a mansão dos mortos. CF. na primeira epístola de (I Pedro 3.19; 4.6). Cristo desceu, venceu a morte e conquistou o reino dos mortos (Apocalipse 1.18). No Novo Testamento são muitos os textos que falam a esse respeito.

O fenômeno da ressurreição dos mortos e o aparecimento deles na cidade Santa, isso indica a chegada dos tempos messiânicos, em outras palavras, com Jesus ressuscitado chegou o tempo em que a morte é acorrentada e a vida libertada para sempre. Observem que eles ressuscitaram depois da ressurreição de Jesus.

Ele é como diz o Apocalipse, o primeiro a ressuscitar dos mortos com ele se iniciou a vitória da vida sobre a morte e com ele todos nós também somos vitoriosos.
Portanto esse texto é lido simbolicamente e escatologicamente.

Essa ressurreição é um sinal da era escatológica que está por vim (Isaías 26.19; Daniel 12.2). Que ressuscitarão pela morte de Cristo, eles esperam a sua ressurreição para entrar com ele na Cidade Santa, isto é, na Jerusalém Celeste (Apocalipse 21.2.10; 22.19). Como entende os Antigos Teólogos.

Essa cidade é a Nova Jerusalém lá de cima (Gálatas 4.26). A cidade que tem fundamentos da qual Deus é o arquiteto e fundador (Hebreus 11.10). A cidade do Deus vivo, por isso entendemos que essa cidade não pode ser a Jerusalém terrestre aquela que matou Jesus e os profetas.

Quem gostaria que tivesse acontecido exatamente as coisas que estão escritas não imagina como eles anulam o evangelho de Mateus.

Mateus como símbolo aponta para uma realidade escondida que ainda está por vim. E essa realidade também era esperada pelo o apóstolo Paulo “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda (I Coríntios 15.22.23).

Portanto ficou claro que essa ressurreição que Mateus está falando ainda não aconteceu. Porque Jesus foi feito as primícias dos que dormem. Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. (I Coríntios 15.20-23). Conclusão. Cristo o primeiro, e  nós cada um por sua ordem:



















debateadilsonsaire.blogspot.com

QUAL É O SENTIDO DO CAPÍTULO 12. 40. DE MATEUS? TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA?

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

QUAL É O SENTIDO DO CAPÍTULO 12. 40. DE MATEUS? TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA?

O Senhor Jesus havia ensinado aos seus discípulos que Ele ressuscitaria ao terceiro dia (Mateus 16. 21; Marcos 9.31; Lucas 9.22). Após permanecer três dias e três noites no seio da terra (Mateus 12.40).

Para que haja uma melhor compreensão do significado dos sofrimentos, morte e ressurreição de Jesus devemos fazer uma análise voltando nossa atenção para a semana da crucificação.

Cronologicamente falando, Jesus terminou seu discurso escatológico numa terça feira e a partir daí seguiu em direção a cruz como um cordeiro levado ao matadouro para que se cumprisse a escritura (Isaías 53.7).

Acompanhemos então os acontecimentos que se seguiram á esse dia.

Jesus é ungido em Betânia em casa de Marta onde estavam seus irmãos Maria e Lázaro (João 12.1-7). João diz que esse acontecimento deu-se seis dias antes da páscoa, portanto exatamente ao Domingo.

Segunda-Feira entra em Jerusalém e chora sobre ela (Lucas 19.37-41).

Terça-feira faz a purificação do templo (Marcos 11.11.12.15). E após censurar os escribas e fariseus (Mateus 23). Ele acrescenta: Sabeis que daqui a dois dias é a páscoa (Mateus 26.2).

Quarta-feira, nesse dia os evangelistas não registram nenhuma atividade humana de Jesus.

Quinta-feira come a páscoa com os seus discípulos à tarde e a noite segue para o jardim do Getsêmani (Mateus 26.20). De acordo com essa cronologia Jesus morreu na sexta feira e conseqüentemente ressuscitou no domingo, o testemunho deixado pelos pais da Igreja primitiva até o terceiro século é unânime em afirmar que a crucificação teve lugar na sexta feira.

Sexta-feira na passagem de (Marcos 15.42). Fica terminantemente esclarecido que Jesus morreu numa sexta-feira e chegada a tarde por quanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, isso o autor deste evangelho registrou a fim de certificar-se de que seus leitores não judeus entenderiam que ele apontava o dia da crucificação como o dia imediatamente anterior ao sábado. Pois leitores gentios talvez não entendessem a expressão preparação como significação para um dia particular da semana das fontes informativas Judaicas também encontramos provas sobre o fato de que o Senhor Jesus foi morto no dia da preparação ou em nossa linguagem hodierna sexta-feira o dia anterior ao sábado daquela semana da Páscoa.

Quanto á questão três dias e três noites no seio da terra.

Muitas pessoas questionam a veracidade da afirmação de Jesus na passagem em foco. “Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o filho do homem três dias e três noites no seio da terra”. (Mateus 12.40).

Então perguntam como pôde Jesus permanecer no mausoléu três dias e três noites se Ele foi crucificado na sexta-feira e levantado dos mortos no domingo pela manhã.

A expressão usa-se em outras conexões das escrituras como sendo idêntica a depois de três dias (Mateus 27.63) Conforme o costume dos Judeus e de outros povos da antiguidade parte de um dia no começo e no fim de um período era contado em casos especiais como um dia completo (Ester 4.16; 5.1). A expressão três dias e três noites na passagem bíblica supramencionada equivale a dizer três dias do mesmo modo as expressões depois de três dias, e ao terceiro dia (Marcos 8.31; 10.34; João 2.19). São frases que se usam uma pela outra para significar o período de tempo que Jesus passou no seio da terra desde a tarde da sexta-feira até à manhã do Domingo.

Conforme nosso costume ocidental muitas vezes usamos o mesmo método de contagem do tempo por exemplo muitos casais esperam que seus filhos nasçam antes de meia-noite de 31 de dezembro, se nascido às 23 horas e 59 minutos a criança será tratada para efeito de imposto de renda como tendo nascido a 365 dias e 365 noites daquela data, isto é verdade mesmo que 99,9% do ano já se tenham passado.

De acordo com o ponto de vista dos maiores eruditos no assunto em pauta no período da criação o primeiro dia começou com a escuridão e daí em diante sucessivamente cada período de 24 horas foi indicado como a tarde e a manhã (Gêneses 1.5). Ao considerarmos o período de tempo desde o sepultamento até a ressurreição de Cristo concluímos que todos esses argumentos devem estar presentes.

No cômputo abrangente do tempo as noites são retrospectivas, isto é, apontam para trás, porém os dias são prospectivos, apontam para frente, isso se dá devido ao sistema judaico de calcular o espaço de tempo entre às 18h do dia anterior e às 18h do dia posterior, conforme este sistema o dia judaico começa às 18h, ou seja, um período de tempo que irá terminar no dia seguinte às mesmas horas, assim a noite da sexta-feira é retroativa, vai das seis horas da manhã desse dia até às 18h do dia anterior, isto é, da quinta-feira quando teve início a noite de sexta-feira, do mesmo modo a noite do sábado também é retroativa, vai das 6h da manhã do sábado até às 18h da sexta-feira quando teve início a noite de sábado e assim sucessivamente dessa maneira não há dificuldades alguma em compreender que qualquer período de tempo no domingo depois das 6h é contado como um todo daquele dia segundo este cômputo.






debateadilsonsaire.blogspot.com



POSSO EU PAGAR PELOS PECADOS DOS MEUS PAIS?

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

POSSO EU PAGAR PELOS PECADOS DOS MEUS PAIS?

Como posso eu endentem, se eu não posso pagar pelos pecados de meus Pais segundo as escrituras, será que há alguma contradição, porque há textos também mostrando que os filhos pagam pelos pecados dos Pais, como está escrito.

(Isaías 14.21). Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem e possuam a terra…

(Êxodo 20.5). Pois eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração.

(Êxodo 34.7). Ao culpado não tem por inocente; castiga a iniquidade dos pais sobre os filhos até a terceira e quarta geração.

(Deuteronômio 5.9). Pois eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração.

Enquanto há outros textos mostrando também que os filho não paga pelos pecados dos Pais.

(2 Reis 14.6). Não matarão os pais por causa dos filhos, e os filhos não matarão por causa dos pais; mas cada um será morto pelo seu pecado.

(ll Crônicas 25.4). Porém não matou a seus filhos, mas fez como na lei está escrito, no livro de Moisés, como o Senhor ordenou, dizendo: não morrerão os pais pelos filhos, nem os filhos morrerão pelos pais; mas cada um morrerá pelo seu pecado.

(Ezequiel 18.20). O filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho.

(Deuteronômio 24.16). Os pais não serão mortos pela culpa dos filhos, nem o filho pela culpa dos pais.


Mais vem a pergunta: Se os filhos não pagam pelos pecados dos pais, como explicar o texto de (Josué 7.24.25). Que mostra claramente que os filhos de Açã sofrerão as conseqüências pelos seus maus atos.

Para que tenhamos uma maior compreensão do significado do pensamento do pecado de Açã e sua conseqüência, devemos, portanto examinar o que realmente aconteceu para ter uma definição concisa sobre esse fato.

O pecado é como o veneno da serpente que se generaliza no corpo através da corrente sanguínea. Assim é também o pecado, geralmente um abismo chama outro abismo (Salmos 42.7). No caso de Açã este princípio não fugiu a regra, seu pecado foi progressivo e avançou em direção ao fracasso. Por isso que o apóstolo Tiago nos adverte. “Depois, havendo a concupiscência concebida, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte “(Tiago 1.15).

Notamos que pelo pecado de Açã houve nada menos do que sete transgressões que ocasionaram a sua queda cinco delas confessadas pelos seus próprios lábios e duas reveladas pelo próprio Deus. Açã tinha pleno conhecimento da advertência divina por isso sua pena foi capital (Josué 7.25).

Açã com a sua cobiça confessou vir entre os despojos (V.21). Em Uma ilustração costumamos dizer que o peixe morre pela boca mais com efeito isso não é correto, o peixe morre atraído pelos olhos, geralmente é a isca que lhe convida para a destruição, assim aconteceu no caso de Açã, os seus olhos serviram de veículo para a morte.

No (V.21). Ele diz Cobicei, quando uma pessoa é conduzida pela influência da cobiça, todo o seu ser é afetado, com efeito quem cobiça é o coração (Romanos 1.24). A carne (Romanos 13.14; Efésios 2.3; I Pedro 2.11). O corpo (Romanos 6.12). Os olhos (Gêneses 3.6; Jó 31.1; I João 2.16). E a alma (Apocalipse 18.24) isso significa que todo homem é envolvido (Mateus 9.47).

Em seguida ele diz. Tomei (V.21). Açã tomou aquilo que não era seu, segundo a Bíblia toda aquela cidade era anátema, ou seja, “Maldita” aos olhos do Senhor (Josué 6.17). Porque a Bíblia diz que o que pertence a Deus é de Deus (Mateus. 22.21). E o que pertence aos homens é dos homens (Romanos 13.7). Por isso não devemos violar a lei de Deus, se principalmente aquilo que foi proibido for anátema.

Escondi (V.21). Açã escondeu os objetos que encontrou na destruição daquela cidade, assim ocorreu com a mulher de Ló, ela lembrou-se daquilo que foi sucumbido na destruição de Sodoma e Gomorra, daí então pereceu sendo transformada numa estátua de sal (Gêneses 19.26). Porque a Bíblia nos ensina que não ameis o mundo nem o que há no mundo (I João 2.15). Porque o que há no mundo é anátema e jaz no maligno (I João 5.19).

Transgrediu (V.11). O pecado quando é traduzido por transgressão significa que ele vai além do limite, isto é, declínio, ou para a direita ou para a esquerda da linha da Santidade. Isso ocorreu com Açã, ele conhecia muito bem o que o Senhor tinha dito a Josué (Josué 7.7).

Mentiu (V.11). O pecado da mentira traz conseqüências graves e o desequilíbrio espiritual, a criatura humana, o Senhor disse, o que usa de engano não ficará dentro da minha casa, o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos (Salmos 101.7). Açã teve a devida recompensa de sua mentira, foi exterminado sem misericórdia (Josué 7.25.26).

Quanto que os filhos de Açã foram exterminados juntos com ele, sim sabemos que a Bíblia mostra em vários textos que os filhos não morrem pelos pais nem os pais pelos filhos (Deuteronômio 24.16; II Reis 14.6; Ezequiel 18.20). Mais nesse caso devemos observar que Açã e seus filhos eram uma família unida, residiam na mesma tenda, andavam juntos, comiam juntos no mesmo prato, viviam numa união perfeita, eles sabiam que Açã tinha ido a guerra e como era de costume eles ficavam orando para Deus abençoar, daí então quando Açã voltou com os despojos eles viram e juntos com o seu pai encobriram o mal, daí então foram réus do mesmo juízo, porque a Bíblia diz, o que tem parte com o ladrão odeia a sua própria alma (Provérbios  29.24). E não são dignos de morte os que tais coisas praticam não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem (Romanos 1.32). As escrituras nos diz que um só pecado destrói muitos bens (Eclesiastes 9.18). E ainda mais, ai dos que ao mal chamam de bem e ao bem mal (Isaías 5.20).

A palavra de Deus nos ensina que somos responsáveis pelos nossos próprios atos (Lamentações 3.39). E sempre temos condição de dizer sim ou não para as escolhas que estão diante de nós (I Coríntios 6.12; 10.23).

É claro que o meu proceder e atitudes podem influenciar negativamente nos meus descendentes, mais todos nós temos o privilégio e a responsabilidade de fazermos nossas escolhas de maneira correta.

Quando o profeta Isaías diz. “Preparai a matança para os seus filhos por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem, e nem possuam a terra, e encham a face do mundo de cidades. (Isaías 14.21).

Ele estava falando sobre o Exército Babilônico, Assírio e Filisteu, povo esse que se levantaram contra Deus e seu povo e não que Deus toma a sentencia dos Pais e lança sobre os filhos, a sentencia veio sobre estes filhos porque eles tinham a mesma índole má de seus pais. Porque a bíblia diz que todos aqueles que não prática o mal, mais consente alguém fazer, está na mesma sentencia, como está escrito. “Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” (Romanos 1.32).

Certa feita Moisés quis tomar a culpa do povo para si, porque esse povo pecou gravemente. “Assim tornou-se Moisés ao SENHOR, e disse: Ora, este povo cometeu grande pecado fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois, perdoa o seu pecado, se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito. (ÊXODO 32.31.32). Mais a resposta de Deus foi clara e objetiva. “Então disse o SENHOR a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro” (ÊXODO 32.33). Por isso que a bíblia diz. “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14.12). “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal (II Coríntios 5.10). “Porque cada qual levará a sua própria carga” (Gálatas 6.5). Por isso fica claro que só morre os pais no lugar dos filhos se forem seus cúmplices, assim são os filhos só morrem no lugar dos pais se forem seus cúmplices. “São dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” (Romanos 1.32).













debateadilsonsaire.blogspot.com.br





SE JACÓ ERA UM DIZIMISTA FIEL COMO É ENSINADO POR AI? PORQUE ELE FEZ UM VOTO?

Adilson Francisco dos santos. Estudos Apologéticos.

SE JACÓ ERA UM DIZIMISTA FIEL COMO É ENSINADO POR AI? PORQUE ELE FEZ UM VOTO?

Hoje há maioria das Igrejas Pentecostais estão cheias de homens intelectuais ungido-se a si mesmo como se eles fossem autos Pastores enviados da parte de Deus, submetendo a Igreja a si mesmo, pregando um legalismo fora da Hermenêutica Bíblica, e diz cuidado irmãos com aqueles que são contra o dizimo, porque esses tais não passa de herege, e estão indo contra a Bíblia, porque o dizimo é Bíblico, e daí eles lança a Igreja contra as outras que não pregam o dizimo, e com uma lavagem cerebral submete seus membros a seu domínio devastador.

Observe o está escrito. Nas lições Bíblicas jovens e adultos. 3º trimestre de 1999. Malaquias contra o formalismo e as iniquidades na casa de Deus. P.52. “Alguns crentes sonegam o dizimo, sob a alegação de que esta prática foi instituída pela lei de Moisés, todavia, antes da lei mosaica, já encontramos homens Santos e piedosos que adoravam a Deus com as suas ofertas e dízimos. Caim. Abraão e Jacó”, (Gênesis 14.20; 28.20-22).

Com essa última parte, ou seja, com “Abraão e Jacó”, sendo piedosos todos concordamos, agora chamar, “Caim”, de santo e piedoso é a aberração do absurdo, porque a Bíblia nunca o tratou como santo e muito menos de piedoso, mais sim de mentiroso e filho do diabo, e sempre o declarou que ele em toda sua vida sempre foi mal e impiedoso, (Hebreus 11.4; 1 João 3.12; Judas v.11). Até sobre isso nas lições Bíblicas jovens e adultos 1º trimestre de 2011. P.30. Atos dos apóstolos até aos confins da terra, está bem claro, observem, “Uma oferta como a de Caim”, nossa atitude diante do Senhor é sempre mais importante do que a nossa oferta, vejamos a história de Abel e Caim, ambos trouxeram o fruto do seu trabalho a Deus, o primeiro teve a sua oferenda aceita, pois justo era seu coração, enquanto ao segundo, por ser iníquo, foi rejeitado, (Gn 4.6.7). Observe o que diz. Ainda nas lições Bíblicas jovens e adultos 1º trimestre de 2002. P. 50.57. Judas Batalhando pela genuína fé cristã, “Afirmar um grande comentarista inglês, em nada diferem dos três mais notáveis criminosos do antigo testamento: Caim, Coré, e o próprio Balaão”, “Assim agiu Caim. Embriagado pelo ódio e tendo por entorpecente a inveja, matou ele a Abel seu irmão”, notou. Aquele que é taxado de criminoso, invejoso, e cheio de ódio, não pode ser exaltado como, santo e piedoso, assim diz, também o Mensageiro da paz, de Fevereiro de 2004. P.15, “Sempre existiram dois tipos de adoradores: os bons e os maus. Por exemplo: Abel e Caim (Gn. 4). Assim diz também as lições Bíblicas jovens e adultos para as escolas dominicais e cultos domésticos, Janeiro a março de 1976.P.20.21, “A Bíblia diz que Caim era do maligno”, “Caim era mau”, assim também diz as lições Bíblicas jovens e adultos 3º trimestre de 1996. Atos o padrão para a Igreja da última hora.P.40, “Caim e Abel, todavia, um era crente e o outro incrédulo”. Observou, uma diz, que ele era “Santo e piedoso”, e outro que ele era “iníquo”, “criminoso”, “mau”, “incrédulo”, e filho do maligno”, dai concluímos que o que está em vigor entre muitos escritores, não é o conteúdo, mais sim o dinheiro que esse conteúdo trás mesmo com tantas contradições, para seu bel prazer, por isso Paulo falou que muitos homens são mais amigos dos deleites do que amigos de Deus. (2 Timóteo 3.4). São mercenários contratados por denominações e não servos do Senhor chamados para trabalhar na seara de Cristo.

Caim nunca foi Santo e piedoso, e nunca adorou a Deus com as suas ofertas e dízimos. Quanto a isso há uma omissão da parte desse escritores, observe nas lições Bíblicas jovens e adultos para as escolas dominicais e cultos domésticos, Janeiro a março de 1976, P.21, que diz, “Deus não se agradou de Caim e de sua oferta”, (Gn 4.5). Em outra lição também diz, “Deus rejeitou a oferta de Caim”, lições Bíblicas jovens e adultos 4º trimestre de 1995, Gênesis o principio de todas as coisas. P.33, também encontramos em outra lição Bíblica outro equivoco, observe, “Ao rejeitar o que ofereceu Caim, Deus observou que seu coração estava cheio de maldade”, lições Bíblicas jovens e adultos, maturidade cristã 3º trimestre 6 de julho de 1986. P.19, então ficou concluído que Caim não era santo, nem piedoso, e jamais Deus aceitou sua oferta como dizimo, porque está bem claro na Bíblia. (Gênesis 4.5). E nas suas lições bíblicas dessa igreja.

Quanto que Jacó era dizimo, não ele deu a décima parte estabelecida pela lei, como está escrito (Levítico 27.30-34). Mais sim de livre e espontânea vontade, basta examinar com atenção o texto que diz, “E Jacó, fez um voto, vamos analisar. Como todo bom estudioso sabe que ninguém pode criar uma doutrina em cima de uma só passagem Bíblica. Todas as passagens sobre um mesmo tema doutrinário têm que ter coerência entre si. Desta forma é o dizimo, o dízimo de Jacó teria que estar em consonância com todos os outros textos Bíblicos que falam sobre dízimo. Se o assunto é dízimo, os princípios contidos na história de Jacó têm de fazer parte da sistematização teológica global sobre este ensino. Mas, os princípios dizimistas contidos na história de Jacó nos levam a outras conclusões: É o termo “SE”. Esta pequena palavra faz toda a diferença. Jacó aparece orando a Deus. Algo que parece um grande duvidador. Observe “Senhor, se eu for abençoado, se eu tiver comida, roupas, proteção, então eu pagarei o dízimos”. Observe que o encargo da prova estava com Deus. Se Deus não o abençoasse ele com certeza não pagaria o dízimo ao Senhor. Com Jacó. “Primeiro a Benção. Depois meu  Dízimo!”. (Gênesis 28.20).  Será que é assim que os pastores ensinam hoje em nossas igrejas? É claro que não! Eles  primeiramente mandam pagar o dízimo. Depois virão as bênçãos isto é para eles. Eles nunca falam do “SE” de Jacó. O dízimo de Jacó era condicional. Não a benção. Hoje as ovelhas aprendem o oposto. A benção de Deus é condicional. Quem paga o dízimo a receberá!

“Jacó fez um voto” (Gênesis. 28.20). Ora, se Jacó fez um voto, obviamente concluirmos que ele não era um dizimista, tão pouco Isaque e Abraão. Será que Jacó sendo, criado no rigor da religião patriarcal não teria aprendido de seu avô e de seu pai esta prática, caso ela realmente existisse? Sabemos que voto é voto. É propor algo novo a Deus na busca de uma melhor experiência espiritual. Imagine um fiel católico fazendo um voto, ou seja, uma promessa, a São Cristóvão o protetor dos motoristas. Ele se levanta pela manhã e diz: “Meu santo Cristóvão se o senhor me abençoa na minha viagem que faço, prometo todos os dias da minha vida almoçar e jantar”. Será que isto é um voto? É obvio que não, como pode alguém fazer um voto de algo que já faz parte de sua rotina cotidiana. Jacó, naquela idade, nunca tinha pagado nenhum dízimo a Deus, ele não era dizimista.

Nesse voto é interessante notar que Jacó propõe a Deus Sete condições, como já mostramos, agregadas ao cumprimento do voto.

“Se Deus for comigo”, Primeira condição. (Jacó exigiu a Presença de Deus). 

Segunda condição, “Me guardar nesta viagem que faço”, (Jacó exigiu Proteção).

Terceira condição, “Me der pão para comer”, (Jacó exigiu Alimento).

Quarta condição, “Vestes para vestir”, (Jacó exigiu Roupas).

Quinta condição, “E eu em paz tornar à casa de meu pai”, (Jacó exigiu segurança e Realização).

Sexta condição, que Deus só seria seu Deus se lhe abençoar-se “O SENHOR me será por Deus” (Jacó exigiu benção).

Sétima e ultima condição “E de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo”. (Jacó exigiu primeiro as benções, pra depois lhe retribuir).

Observe que as Setes condições estabelecidas por Jacó estão unidas pela preposição “SE” (Gênesis 28.20). Se Deus apenas atendesse quatro dos Setes itens estabelecido na lista de requisições por Jacó. Jacó com certeza absoluta estaria automaticamente isento de cumprir o voto. Ele propôs APROVAÇÃO + PROTEÇÃO + COMIDA + ROUPA + PAZ+TUDO QUANTO ME DERES, e por ultimo que DEUS só seria seu Deus se lhe abençoar-se, Etc. Só esse conjunto de itens junto! Cumpriria seu voto se recebe todas as Setes bênçãos. 

Você já ouviu algum pastor ensinando: “Irmão, pague seu dízimo a nossa igreja somente quando você for abençoado e estiver completamente feliz. Quando você tiver paz, saúde, dinheiro, segurança, comida farta e boas roupas, então traga seu dízimo ao Senhor. Se lhe faltar algum destes itens considere-se isento desta obrigação.” Porque esse foi o caso de Jacó que só pagou seu voto de dizimista quando foi abençoado. É assim que nos é ensinado hoje pelos os pastores?

Em nenhum lugar a Bíblia ordena que os cristãos do século XXI devem copiar ou imitar o voto de Jacó ou de qualquer patriarca. Jacó resolveu fazer um voto a Deus e prometeu-lhe pagar dízimos. E daí? Devemos todos nós hoje fazer o mesmo? Que tal então, começarmos a procurar uma pedra, pô-la como coluna e declarar que ali é “BETEL”, ou seja, casa de Deus. (Gênesis 28.29). Ou prometer sacrificar nossos filhos em holocausto ao Senhor como fez Jefté, a pois ter ganhado a guerra. (Juízes 11.30-40). Ou deixar um de nossos filhos sem cortar o cabelo para sempre, como fizeram os pais de Sansão (Juízes 13.3-5). Ou entregar nossos filhinhos menores de três anos à igreja para ali morarem pelo resto de suas vidas, como fizeram Ana e Élcana, pais de Samuel. (I Samuel 1.10-11).

Algumas perguntas interessantes para nossos pastores responderes:

1º)-Se Jacó não era obrigado a pagar dízimos (antes do voto) por que os cristãos teriam esta obrigação hoje?

2º)-Se Abraão era um fiel dizimista, porque não passou este ensinamento para seu neto Jacó? Na era patriarcal não era o ensino religioso transmitido de pai para filho, neto, bisneto, etc.?

3º)-Abraão deu o dízimo dos despojos de guerra... Algum irmão já lutou numa guerra e conseguiu despojos para daí dar o Dizimo?

4º)-Se Jacó fez um voto sobre dízimo, é sinal que este hábito não era requerido dele antes, não é mesmo? Então, por que requerer dízimos dos cristãos hoje?

5º)-A quem Jacó pagou seus dízimos? Como ele cumpriu este voto?

6º)-Se o dízimo de Jacó foi pago em forma de dinheiro quem recebeu esta importância? 

7º)-Se o dizimo é para ser levado para a casa do tesouro como os pastores ensinam ou seja “Templo” que casa de tesouro Jacó levou o dizimo?

O voto de Jacó é o voto de Jacó e não seu e meu. Ele votou pagar dízimos. Que temos nós a ver hoje na Dispensação da graça com o voto de Jacó? Devemos dar hoje 10% de nossos salários à igreja, só porque Jacó fez um voto a Deus há mais de 3.500 anos atrás?

A Bíblia comprova que Jacó fez um voto de livre e espontânea vontade, foi condicional, e não por obrigação como algumas Igrejas pregam, e ainda mais os crentes não sonegam o dizimo, e nem somos contra o dizimo que foi pago por Jacó, isso é se foi pago, porque nenhum texto mostra que ele pagou esse voto. O que não concordamos, e nem está escrito na doutrina dos Apóstolos, é o dizimo que foi ratificado pela lei de Moisés, aquele que cobra um percentual de 10%, o qual não foi o caso do dizimo de Jacó, que foi voluntário.   

Devemos está muito atento que em ambos os casos, não há registro na palavra de Deus que tenha havido ordenanças tanto para Abraão, quanto para Jacó que Eles dizimassem. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos por Eles de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição em agradecimento, a honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas. E não por uma obrigação de 10%, como as lições Bíblicas Maturidade Cristã jovens e adultos de 1985. P.27, mostra. 

Portanto cuidado meus irmãos com essas igrejas mercenárias que distorcem os textos sagrados para dá ênfase ao  seu mau intuito.













debateadilsonsaire.blogspot.com



DEVE HOJE EM DIA AS MULHERES USAR O VÉU. PARA QUE SUA ORAÇÃO CHEQUE AOS CÉUS?

Adilson Francisco dos santos. Estudos apologéticos.

DEVE HOJE EM DIA AS MULHERES USAR O VÉU. PARA QUE SUA ORAÇÃO CHEQUE AOS CÉUS?



“Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu". (I Coríntios 11.15).

A grande luta hoje no seio do cristianismo são os hábitos e costumes aplicados como leis e códigos doutrinários de salvação.

Observe que nos dias de Jesus as tradições dos anciãos foram aplicadas como doutrina entre os judeus. Por isso que Jesus disse, “Ouviste o que foi dito aos antigos. Mas eu porém vos digo”, (Mateus 5.21.22). E ainda mais “Em vão, porém, me honram, ensinando doutrina que são mandamentos de homens. Porque deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens” (Marcos 7.7.8).

Podemos deduzir também que nos dias do apóstolo Paulo a sua maior luta foi com os que queriam transformar a doutrina de Cristo em preceitos e mandamentos de homens, como está escrito (Colossenses 2.22.23). Não podemos destacar os costumes e hábitos daqueles tempos para os nossos dias como doutrina, essas coisas eram uma questão local, um uso praticado no seu tempo.

Observe por exemplo entre os árabes, para eles ter autoridade no falar é necessário está com um turbante sobre a cabeça, os judeus não podem entrar em recinto religioso descobertos, entretanto, esses costumes não servem como doutrina para nós que fazemos parte da igreja de Cristo.

A respeito da questão do véu é bom ter presente o que se diz. Na bíblia há muitas passagens que falam em véu, tanto na palavra literária como simbólica, mas sobre a questão do uso do véu sobre as cabeças das mulheres nas igrejas só foi tocada em coríntios duas vezes. O Antigo Testamento fala em véu de diversas maneiras. Observe que “Rebeca” se cobriu com o véu (Gêneses 24.65). “Tamar” usou o véu como disfarce (Gênesis 38.14). O véu nos santos dos santos (Êxodo 26. 31). “Moisés” punha o véu sobre a face (II Coríntios 3.13). A bíblia diz que até hoje o véu permanece sobre Israel, aqui fala simbolicamente á “Lei” (II Coríntios 3.14). E está sobre o coração deles (II Coríntios 3.15). Ela diz que Jesus é a nossa esperança a qual temos como âncora da alma segura e firme e que penetra até o interior do véu (Hebreus 6.19). E que ele nos consagrou pelo véu que simboliza sua carne (Hebreus 10.20). Mas em nenhum lugar a bíblia fala sobre o uso do véu na cabeça das mulheres para a igreja dos dias atuais.

Examinado com muito cuidado o Antigo Testamento nada fala sobre esse tema, é bom ter em mente que o apóstolo Paulo conhecia muito bem o Antigo Testamento e quando ele queria dar forças ao que escrevia sempre citava passagens do Antigo Testamento, mais quanto, á questão do véu ele se encontra sem nenhum apoio bíblico, pois nesse ponto o Antigo Testamento não o ajudou.

Por isso eu como apologista junto com meus amigos estudiosos procuramos com muitos detalhes e pesquisas explicar. Bem, sabemos que muitos não gostam de comentaristas e exegetas muito não aceitas prova histórica, nem sequer gosta muito de cogitar por começar por argumentos históricos, porque eles dizem que muitos podem tentar puxar um rastinho da História para seu lado ou para sua religião, ou podem acusar os outros de distorcerem algo dos fatos históricos, etc, e daí pode caí num labirinto infindável. E daí prefere usar somente a Bíblia para entender sua doutrina, e só depois, usar a História, tudo bem, mais sabemos que a história ilustra e reforçar o já estabelecido que somente seja pela Bíblia. A verdadeira História alinha-se com a Palavra de Deus, que é infalível. Vamos aos fatos.

“Corinto” era uma cidade grande para aquela época, eles afirmam que ela contava com uma população de cerca de “600 mil” habitantes de todas as nacionalidades, Paulo esteve pela primeira vez em Corinto provavelmente no ano “54. A-D”, foi estabelecido com muitas lutas e problemas por causa dos judeus blasfemadores que se opunham ao evangelho. A cidade de corinto era uma cidade influenciada pelo poder idolátrico e pela filosofia da Grécia, com seus milhares de deuses de toda natureza. Havia mais de trinta mil deuses na Grécia. Portanto, havia deuses para todas as coisas necessárias. Havia deuses para as guerras, para as secas, para as viagens, para os negócios e, até, para os desejos sexuais. Sacrificavam nos montes, nas pedras, nas beiras dos lagos, etc. Nessa cidade o luxo e a imoralidade imperavam abundantemente, e a idolatria dominava seus concidadãos, na vida comercial, social e religiosa. Era, assim, um centro de corrupção. O culto predominante era o da deusa Afrodite, deusa do amor, nessa cidade operava toda sorte de corrupção e imoralidade na vida dos concidadãos corintianos, como está escrito (l Coríntios 6.18).

Como numa cidade grande surgem muitas dificuldades, uma delas era a prostituição. De fato a fama da cidade naquela época era muito ruim.

Observe o ponto de expressão “Jovem Coríntia” ser sinônimo de “prostituta”. Pelo fato da cidade ter má fama, muitos achavam que todas as moças de Corinto eram prostitutas, e tanto ontem como hoje e como sempre prostituição e comércio andam de mãos dadas, é por isso que naquele tempo a expressão “Comerciante Corinto” significava cafetão, alguém que enriquece a custa da prostituição feminina. Parece que naquela época a prostituição era negócio altamente rentável nessa cidade como hoje em dia em alguns países.

Corinto sendo uma cidade grande tinha seus templos pagãos e o mais importante e visitado deles era o de Afrodite deusa do amor. Esse templo funcionava diariamente com cerca de mil prostitutas que eram consideradas “Sagradas e Santas”.

Os devotos da deusa Afrodite iam se prostituir com essas moças, elas usava cabelos bem raspadinhos ou bem curtinho, e ao iniciar o culto em homenagem a deusa, elas dançavam que eram a sedução inicial que terminava em prostituição. Essas prostitutas do maior templo idólatra daquela metrópole, todas elas tinham os cabelos raspadinhos ou bem curtinho, e que tal tipo de cabelo era como para aquelas prostitutas um anúncio luminoso e inconfundível que  anunciava a todos que o vissem: "Eu sou uma prostituta do Templo de Afrodite, sirvo a minha deusa através de ter as mais pervertidas relações sexuais com quantos iam ao templo"; então, segundo os melhores apologistas, em 1 Coríntios 11, o Espírito Santo, através de Paulo, estava dando uma ordem voltada para aquela situação específica de Corinto, ordem para que as ex-prostitutas, agora recém convertidas a Cristo, usassem o véu para esconder seus cabelos raspados até que crescessem; e que as outras crentes jamais raspassem nem expusessem cabelos curtinhos, isto seria péssimo testemunho para uma cristã. Portanto, os exegetas e comentaristas interpretam que a ordem de usar o véu só foi para aquela cidade e naquele contexto, não tendo necessidade de ser seguida hoje aqui, no nosso atual contexto Ocidental.

Com essa explicação é possível entender melhor porque o apóstolo Paulo ordenou que as mulheres recém convertidas a Cristo, ex-prostitutas do templo de Afrodite, cobrissem a cabeça com o véu durante o culto naquela igreja.

O apóstolo Paulo não queria que as mulheres cristãs fossem confundidas com as prostitutas sagradas do templo da deusa Afrodite, Além das prostitutas terem a cabeça raspada ou cabelos curtinhos, havia também um costume oriental de raspar a cabeça das prostitutas e das mulheres que eram pegas em adultério como sinal público de desonra, muitos não entendia o que o apóstolo Paulo queria dizer com o uso do véu na cabeça das mulheres tanto nas igreja ou em público,  com o véu, grego “exousia” “autoridade”, ela estava liberta em Cristo, e não era confundida com as prostitutas.

portanto para o apóstolo o véu na cabeça das mulheres não era símbolo de submissão como alguns faz má interpretação do texto de, I Coríntios 11.10, mais sim sinal de liberdade em Cristo. Com o véu na cabeça elas podiam profetizar a vontade, sem correr o risco de ser confundida com as prostitutas do templo da deusa Afrodite.

O véu era símbolo do seu poder profético, em outras palavras, os cristãos de Corinto não deveriam ter nada em comum com o culto aos ídolos (II Coríntios 6.16). E por isso a mulher que ali profetizava deveria ser vista como irmã.

Que acha que o véu é um meio para a santificação como alguns pensam deve usá-lo no dia-a-dia como as mulheres do Oriente Médio e da Ásia dos dias de Paulo.

Observe que o apóstolo escrevendo a outros povos daquela época, ele não toca no assunto, isso significa que a questão do véu das mulheres nos cultos dizia respeito somente á cidade de Corinto.

O véu era uma questão de costume e época. O apóstolo não tinha a questão do véu como doutrina ferrenha, mais como um bom costume local ou um hábito em virtude das novas convertidas que ainda estavam com os cabelos raspadinhos ou cutinho que se tornaram senhoras de respeito da cidade como já falamos.

Procurar naquela época os bons exemplos que são mencionados pelo apóstolo Pedro (I Pedro 3.5). A fim de fazer diferença entre as levianas da cidade de Corinto as quais se descobriam em público para se tornarem atraentes por isso o apóstolo usa deste ponto para mostrar que não era conveniente entre os cristãos procederem da mesma forma que as mulheres da baixa sociedade que servia a deusa Afrodite.

Porém os que vieram depois partindo desse texto com uma interpretação erronia quiseram transformá-lo em lei para todas as mulheres de todos os tempos e lugares, isso prova como é possível transformar um texto da Bíblia em cavalo de batalha contra os outros, por isso, esse texto deve ser examinado a luz do ambiente em que surgiu.

Portanto o apóstolo Paulo retornando a cidade de Coríntio tocando no mesmo assunto do véu ele diz. “Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu” (1 Coríntios 11.15). Observou, “EM LUGAR DE VÉU”. Portanto hoje sabemos que algumas igrejas ainda seguem esse costume Antigo do véu como doutrina, como a igreja católica até os anos setenta seguia, porém quanto a esse costume hoje a igreja de Jesus não precisa mais usar, mais aqueles que quiserem seguir essa regra só lhes resta um alerta do apóstolo Paulo. “Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus” (1 Coríntios 11.16).































Visite nosso blog-DebateAdilsonsaire.blogspot.com.br



sábado, 8 de março de 2014

SERÁ QUE OS EVANGÉLICOS ESTÃO EQUIVOCADOS QUANDO AFIRMAM QUE O PAPA É A PERSONIFICAÇÃO DA BESTA?

Adilson Francisco dos Santos. Estudos Apologéticos.

SERÁ QUE OS EVANGÉLICOS ESTÃO EQUIVOCADOS QUANDO AFIRMAM QUE O PAPA É A PERSONIFICAÇÃO DA BESTA?

Os adeptos dessa Igreja ficam muito furiosos quando afirmamos que o Papa é a personificação da besta, baseado no texto de (Apocalipse 13.18). Que diz. “Quem tem inteligência, calcule o número da besta, porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” Será que nós os evangélicos estamos equivocado como a Igreja católica romana diz. Vamos aos fatos, todos sabem que o Papa é chamado “Vigário do filho de Deus”, ou seja, substituto do filho de Deus, que escrito em latim é “Vicárius filil dei” que somando essas letras em latim, tem o mesmo valou da soma 666, em algarismo romano, vejamos.
                                 V     I      C       A   R  U   S     F   I   L    I I   D    E  I  
                              5   1   100        -    -  1  5    -     -   1   50  11  500  -  1
                              = 666

Mais eles para se defender diz que o texto do Apocalipse 13.18, exige que a besta seja, um homem, e não um cargo de chefe da Igreja católica, eles ainda diz que seria mais razoável indicar como a besta do Apocalipse um dos 18 reis da frança com o nome Luis, ou qualquer outro Luis, que se escreve em latim, “Ludovicus” que soma também em algarismos Romano 666.
L      U   D     O       V     I      C     U    S
                           50   5   500   -        5     1    100   5   =666
Observe também o nome da profetiza da igreja Adventista. Ellen Gould White
E   L    L   E   N      G  O   U   L    D       W    H   I   T    E
-   50  50   -   -      -  -     5   50 500   5+5  -     1  -     -   =666

Ainda mais, eles dizem quando João escreveu o Apocalipse estava se dirigindo aos cristãos contemporâneos da Ásia menor, que estava sobre a perseguição do cruel imperador Cesar Nero, porém se calcular esse nome grego de Cesar Nero, em caráter hebraico da direita para esquerda, também dará 666. Observem.
N     V      R   e    N --    R   a   S   e   Q
                            50   6    200       50     200    60      100    =666

E diz que esse número combina perfeitamente com o imperador Nero, pois ele exigia para si as honras divinas, e mandou matar os apóstolos Pedro e Paulo, e milhares de outros cristãos, e diz que ele é o grande dragão vermelho do Apocalipse 17.18. Que matou sua mãe, sua mulher, e seu irmão bastado, e não o Papa, mais quanto a esse argumento. Vamos aos fatos.

Quando afirmamos que o Papa é a personificação da besta do Apocalipse, não estamos equivocados, e nem cheios de ódio, como eles pensam, porque personificação não quer dizer que é a pessoa em si mesma, mais sim ter o caráter, qualidade e fruto daquela pessoa e isso os Papas tem de sobra, porque é a história que mostra claramente tal fato. Vejamos. No reinado do imperador César Nero que foi de 54 a 68. Ele matou sua mãe, sua mulher, seu irmão, milhares de cristãos e Pedro e Paulo, isso não foi diferente com os Papas, observe, o Papa Paulo iii (1534-1549). Que envenenou sua mãe, sua irmão, e tinha relação incestuosa com a própria filha. Que Nero matou Pedro e Paulo, também não foi diferente com os Papas. Dámaso i (366-384). Que assassinou seus vários rivais ao cargo de Papa, e o Papa Bonifácio Viii (1294-1303). Que conquistou o Papado assassinando seu predecessor Celestino V. Que Nero também mandou matar milhares de cristãos, não foi diferente do Papa Gregório Xiii. Que na noite de são Bartolomeu do dia 23 para 24 de Agosto de 1572, mandou exterminar de 70 a 100 mil cristãos.

Depois dessa realidade estamos equivocados, quando chamamos o Papa de personificação da besta do Apocalipse, que começou com os imperadores e vai terminar com eles, e se é como eles dizem que o Anticristo vai sair das fileiras dos que abandonara a fé, com tal declaração. Eles só estão se condenando, porque quem foi que abandonou a fé, a não ser a Igreja católica apostólica romana, e isso está bem claro na Bíblia (1 Tm 4.1.2).

Essa Igreja católica romana é aquela que João falou. “Saíram de nós, mas não eram de nós; porque se fossem de nós ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós” (1 Jo 2.19). “Quem é de Deus escuta as palavra de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus” (Jo 8.47). Que pena que essa Igreja ainda é uma serva do pecado, como está escrito (Jo 8.34). Ela nunca entrou pela porta das ovelhas, que é o próprio Cristo, como disse João (Jo 10.7). Mais infelizmente ela está saltando murro, nunca acertou a porta, como está escrito (Jo 10.8). É uma Igreja repleta de vendedores de indulgências, sem nenhuma preocupação com o rebanho de Cristo, como falou João (Jo 10.12.13). Essa Igreja está um ano luz de distância de Cristo, porque está bem claro o que Jesus disse. Que para o homem ser seu amigo deve fazer o que ele manda. Como está escrito (Jo 15.14). Esse mandamento está tão claro na Bíblia que até Maria mãe do Salvador, a quem eles tanto veneram, afirmou “Fazer tudo quanto Jesus disser” (Jo 2.5). E não o que a Igreja católica apostólica romana que apostatou da verdadeira fé manda.

Todos sabem que a base da Igreja de Cristo, é a Bíblia e suas revelações, coisa que a Igreja católica romana não acredita. Observe a declaração do Papa Bento XVI “A ESCRITURA NÃO É FONTE DA REVELAÇÃO”. (Revista canção nova. Junho de 2005. P.8.9). Essa Igreja odeia a bíblia que foi criado um concilio em Toulouse em 1229, para proibir seu usou, ela odeia tanto a bíblia que em 1846 o Papa Pio ix. Disse que a leitura da Bíblia era uma peste, seu ódio quando o povo lia a bíblia era tanto que voltou a repetir a mesma frase em 1864. Depois de uma dessa, só um leigo sem a iluminação do Espírito Santo, segue tal Igreja.

Sabemos que o argumento dessa Igreja é muito fraco diante da palavra de Deus, eles falam mal de nós os evangélicos, porque não admitirmos sua tradição anticristã, que não está nas Sagradas escrituras, mais eles para apoiar sua tese que estamos errados em não aceitar as tradições católicas, cita o texto de João, que diz. “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez, se cada uma das quais fosse escrita cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem Amem” (Jo 21.24). Observe o texto que eles usam para destorcer o sentido original da palavra, porque todo bom estudante das sagradas escrituras, observa logo a expressão. “Há, porém ainda muitas outras coisas que Jesus fez” “E cada uma das quais fosse escrita”. Mais eles com a mente cauterizada pelo espírito enganador, como falou o apóstolo Paulo (2 Co 4.4; 1 Tm 4.1.2). Usam a malicia, é diz que não foram escrito na bíblia, mais sim em livros após a bíblia.

Quanto a isso vamos analisar as duas expressões já citada. Primeiro quando o texto diz. “Outras coisas que Jesus fez”, ele não está dizendo coisas que Jesus, doutrinou, ensinou, ou mandou escrever algum outro dogma, além do que já está escrito, porque o mesmo Jesus que revelou a Paulo em Gálatas 1.8.9, disse que não há outro ensinamento fora desse evangelho que já está anunciado, e esse Jesus foi o mesmo que se revelou a João, e ainda mais o que João está dizendo, é que Jesus fez milhares de outros prodígios, ou seja, milagres extraordinários, que não foram registrados, porque só um ignorante não interpreta a expressão “FEZ

Segundo, a ideia que foram escrito em outros livros após a bíblia, isso não passa de uma discrepância da parte deles, basta observar o que a bíblia diz acerca disso. “E eu irmãos apliquei estas coisas por semelhança a mim e a Apolo, por amor de vós, para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito” (1 Co 4.6). “Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade”. “É soberbo e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruim suspeitas”. “Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais” (1 Tm 6.3-5). É essa prática que a Igreja católica que está desviada da verdade, e fora da comunhão de Cristo vive.

Hoje muito leigos e ignorantes sem o conhecimento de Cristo vive em pânico, só de pensar na excomunhão praticada pela Igreja católica, mais como sabemos a única excomunhão que devemos temer é a de Cristo, e não da Igreja católica, como está escrito. Vejamos. “Então dirá também aos que estiverem á sua esquerda: apartai-vos de mim maldito, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41). “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para ressurreição da condenação” (Jo 5.29). “Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoara as vossas ofensas” (Mt 6.15). “Jesus virá como labareda de fogo, tomando vingança... dos que... não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Ts 1.7-9). É essa excomunhão que os adeptos da Igreja católica devem temer, e não os costumes e dogmas antibíblicos da Igreja católica apostólica romana.

Todos conhecem que a Igreja católica, é perita na “Medologia” isso é arte em aplicar o medo nos seus adeptos. Essa Igreja cita textos isolados, para apoiar seu mau intuito, começando por Mateus, que diz. “Em verdade vos digo que tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu” (Mt 16.18). “Aquele a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e aqueles a quem os retiverdes lhes são retidos” (Jo 20.23). E daí diz que somente eles que são os sucessores do apóstolo Pedro, tem essa autoridade, de ligar e desligar, perdoar e condenar.

Mais só que esses indigentes espirituais, sem o Espírito Santo de Deus, não entende que o objetivo da Igreja de Cristo é perdoar, como está escrito. “Amai a vossos inimigos, bendizei, os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejam filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.44). E isso está bem claro quando Tiago e João, indignados com os Samaritanos, porque não deram pousadas a Jesus, queria que descer-se fogo do céu, para consumi-los (Lc 9.54). Mais Jesus os repreendeu, dizendo que eles não sabiam de que espírito era (Lc 9.55). Porque o filho do homem veio salvar as almas, e não destruir-las (V.56). E ainda mais o apóstolo Paulo disse que nós devemos dá de comer, e de beber aos nossos inimigos (Rm 12.19-21). Daí perguntamos se Jesus sendo Deus, o todo-poderoso, não excomungou ninguém, e nem seus apóstolos se recusaram em perdoar, então porque só a Igreja católica tem esse direito, isso só mostra, e afirma que ela é uma Igreja desviada, e usurpadora de poder, mais para essa Igreja que distorce os textos sagrados para sua própria perdição, como está escrito (2 Pe 3.16). Fica uma alerta que o último que tento usurpar os direitos que só pertence a Deus, foi banido do céu, como está escrito (Is 14.11-15; Lc 10.18; Ap 12.7-12). Imagine essa Igreja que apostatou da verdadeira fé.







debateadilsonsaire.blogspot.com.br